🔎 ou veja todas as análises já realizadas

Análise dos Times

Palavras-Chave

Entidades Principais

Conteúdo Original

Esporte Futebol Copa do Mundo Rodrigo Mattos: 'A França é como se tivesse três Vini Jr. ali na frente' Do UOL, em São Paulo 27/06/2026 09h30 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× A França tem um ataque que lembra "três Vinicius Jr. ali na frente", avaliou o jornalista Rodrigo Mattos no Posse de Bola , do Canal UOL. Ao analisar o momento da seleção francesa na Copa do Mundo de 2026, ele disse que o trio ofensivo reúne jogadores de nível de "mega estrela" e que enfrentar a equipe em um jogo aberto vira um risco para qualquer rival. Eu acho que a França é como se tivesse três Vinicius Júniors ali na frente. Eu não estou nem discutindo, eu acho que o Mbappé já é um jogador que está num nível mais alto do que o Vinicius, mas esse é o patamar de mega estrela. O Dembélé não tinha entrado ainda tanto na Copa quanto os outros dois, mas ontem ele fez gol, em dois de esquerda, um de direita. É o negócio que você não sabe com que perna ele vai bater. Rodrigo Mattos Julián Fuks Elogio dos amores menos absolutos Mariana Barbosa Fraude na Americanas tem perguntas sem respostas Marco Antonio Sabino Pelos números, Tarcísio já ganhou; será tão fácil? Paulo Camargo Carlo Ancelotti não é brasileiro; e daí? Mattos disse que o repertório de Dembélé bagunça qualquer marcação, justamente por não haver um "lado" preferido na finalização. Na leitura dele, isso amplia o poder de fogo da França mesmo quando um dos nomes não vive o seu melhor dia. Os zagueiros noruegueses ficam meio loucos e todos os que marcam ele. Ele mesmo diz que às vezes bate pênalti de esquerda, às vezes bate pênalti de direita. Porque ele fica pensando: eu chuto de esquerda, mas aí o pênalti eu prefiro bater de direita. Rodrigo Mattos PVC também colocou a França como "o mais forte" da Copa do Mundo de 2026 e apontou que o time chega com variações de função no ataque, com Dembélé aberto e Olise flutuando para dentro para "transformar o jogo" em determinados momentos. Assista aos jogos da Copa ao vivo no SBT pelo UOL Play. Assine agora a partir de R$ 14,90/mês Eu acho que a França é o melhor time, é o mais forte. Mas ainda acho que tem muita coisa para acontecer. Tem muita casca de banana nessa Copa do Mundo. Pra França pode ter uma casca de banana gigante nas oitavas de final. PVC Danilo Lavieri foi na mesma linha ao dizer que, para eliminar a França em Copa, o adversário precisa estar "no melhor dia", porque a seleção tem "muitas alternativas para atacar". Para ele, a saída pode passar por um plano mais reativo, de sofrer sem a bola e tentar escapar em contra-ataques. Para você derrotar a França, você precisa estar no seu melhor dia e a França em um dos piores dela, porque ela realmente tem muitas alternativas para atacar. Para você eliminar a França numa Copa do Mundo não tem mesmo como jogar para frente. Tem que jogar do jeito que o Brasil jogou no amistoso: deixar a França com a bola, tentar se defender da melhor forma e tentar escapar alguma vez. Danilo Lavieri Continua após a publicidade Relacionadas '3 a 0 no Brasil seria pouco! França é favorita na Copa', diz Juca Kfouri Dembélé faz história com segundo hat-trick mais rápido das Copas Técnico da Noruega explica reservas e não pensa no Brasil: 'Falta tempo' Na avaliação do comentarista, um eventual duelo contra o Brasil na Copa do Mundo de 2026 teria clima de decisão, mas com ajustes táticos que não apareceram no amistoso citado no debate. "Se acontecer, se torna uma final clara", disse. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Russell supera Antonelli no último treino antes da classificação na Áustria João Vicente diz que 'deu prensa' em ator da Globo após ciúme de namorada Gestor da Midea é afastado após denúncia de chicotear trabalhador em MG Venezuela entra em 3º dia de buscas por milhares de desaparecidos Com todos em campo, seleção brasileira treina como furar retranca do Japão