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Hello LA: confira a preparação de Nicole Silveira para os Jogos de Inverno 2026 O FBI, órgão de inteligência dos Estados Unidos, confirmou a apreensão de uma coleção de 50 motos de Grand Prix e outras competições ligada a Ryan James Wedding, ex-snowboarder canadense que disputou os Jogos Olímpicos de Inverno de 2002, e hoje figura entre os dez fugitivos mais procurados pela agência. 1 de 3
FBI apreende coleção de 50 motos escondida por ex-atleta olímpico — Foto: Reprodução/X FBI apreende coleção de 50 motos escondida por ex-atleta olímpico — Foto: Reprodução/X As máquinas foram encontradas no México, em uma operação conjunta com as autoridades locais, e estão avaliadas em aproximadamente US$ 40 milhões (cerca de R$ 223 milhões). A informação foi confirmada nas redes sociais oficiais do FBI, na última segunda-feira (29). Além do FBI, a Polícia de Los Angeles e a Polícia do Canadá também estão envolvidas na operação. Entre as motocicletas apreendidas, estão modelos da MotoGP que foram pilotadas por nomes consagrados da modalidade, como Valentino Rossi, Jorge Lorenzo e Marc Márquez. 2 de 3
Motos apreendidas no México chegam ao valor de R$ 223 milhões — Foto: Reprodução/X Motos apreendidas no México chegam ao valor de R$ 223 milhões — Foto: Reprodução/X Foragido há mais de 14 meses, Wedding é acusado de liderar um dos maiores carteis de cocaína do mundo, além de ordenar assassinatos. No início do mês, o FBI divulgou uma foto recente de Ryan, em busca de novas pistas. De acordo com a agência, o ex-atleta olímpico tenta constantemente alterar sua aparência para evitar ser capturado. A recompensa por informações que levem à prisão do ex-atleta é de US$ 15 milhões (cerca de R$ 82 milhões). 3 de 3
Ex-atleta olímpico na lista de 10 mais procurados do FBI — Foto: Reprodução Ex-atleta olímpico na lista de 10 mais procurados do FBI — Foto: Reprodução Em novembro, o canadense de 44 anos foi acusado de matar uma testemunha federal que iria depor contra ele . Wedding teria usado um site canadense para oferecer uma recompensa "pela cabeça" da vítima, na crença errônea de que a morte dela resultaria em sua absolvição e de sua rede internacional de tráfico de drogas. A testemunha foi morta a tiros em um restaurante dias antes de depor.