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Esporte Futebol Copa do Mundo 'Brasil não tem nenhuma identidade de jogo', diz Mauro Cezar Do UOL, em São Paulo 18/07/2026 09h24 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× O Brasil chega à Copa do Mundo 2026 sem uma identidade de jogo e sem um projeto claro na CBF para discutir o que a seleção quer ser em campo, avaliou Mauro Cezar Pereira no Posse de Bola , do Canal UOL. Ao comparar o cenário brasileiro com o caminho de seleções que sustentaram uma ideia por anos, o comentarista disse ver decisões pontuais e pouca convicção institucional, mesmo com Carlo Ancelotti no comando. Eu não sei bem o que é o jeito brasileiro de jogar há muito tempo. Depende, né? Qual o jeito? [...] O fato é que o Brasil não tem nenhuma identidade de jogo e não tem nenhum projeto nesse sentido. O técnico que chegou, independentemente da nacionalidade, fez aquilo que cada um deles faz e coloca o jeito dele de jogar. Não me parece nem que exista na CBF gente preocupada ou capacitada talvez para discutir esse tipo de coisa. Contrata o técnico, coloca o técnico e entrega ele: Faz aí, do seu jeito. Mauro Cezar Pereira Mauro Cezar Broxante, 3º lugar só atrai as seleções menores Joildo Santos Pix virou motivo de tarifa porque funcionou bem Paulo Camargo Os jovens perderam a ambição de serem líderes? Julián Fuks Elogio da desistência: o fantástico caso de Messi Para Mauro, a falta de um rumo aparece na forma como a seleção muda de ideias a cada troca no banco, sem um processo de construção que sobreviva ao resultado do momento. Ele disse que, no cenário atual, o 'jeito' acaba sendo sempre o do treinador. Arnaldo Ribeiro levou a discussão para o peso do jejum de títulos e sugeriu que, em alguns momentos, a pressão por vencer pode engolir o debate sobre estilo, especialmente com a proximidade do Mundial de 2026. Depende muito do que for mais importante a partir de agora. Se é reencontrar ou encontrar uma identidade de jogo, como eles estão falando, ou quebrar o jejum de títulos. Porque às vezes essas coisas são excludentes. Arnaldo Ribeiro PVC concordou com a necessidade de um caminho reconhecível e usou a Espanha como exemplo de mudança de identidade ao longo do tempo, com a consolidação de um modelo que resistiu até quando os resultados não vieram. Ela conseguiu mudar uma identidade de jogo. E é isso que eu acho que é importante se ter. Se o Brasil resolver virar Celeste Olímpica e virar um futebol do Uruguai, a gente pode achar estranho, mas é uma identidade. [...] Mas precisa ter uma identidade. PVC Mauro disse ainda duvidar de uma virada estrutural na CBF e apontou que até a contratação de Ancelotti, na leitura dele, passou mais por 'grife' do que por um debate sobre o que a seleção pretende ser na Copa do Mundo 2026. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Que horas é o jogo da França hoje (18)? Horário e onde assistir ao vivo Vale a pena? Quanto a Fifa paga pelo terceiro lugar da Copa do Mundo Aluno sofreu reação alérgica após 'banho com óleo' em escola de aviação Técnico da Espanha, De la Fuente é vaiado e rebate: 'Vamos ser respeitosos' Atentado a tiros em conveniência deixa três mortos e dois feridos no Paraná