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Esporte Abel culpa desfalques por derrota do Palmeiras: 'Sem opções no banco' Flavio Latif Do UOL, em São Paulo (SP) 16/11/2025 00h00 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Carregando player de áudio Ler resumo da notícia O técnico Abel Ferreira disse após a derrota para o Santos , no Brasileirão , que o revés tem relação direta com o número de desfalques que o Palmeiras tinha para o jogo. O que ele disse Eu jogo com os jogadores que tenho à disposição. Não quero falar nisso [mudança do calendário]. Entendam como quiser. Entramos com uma equipe forte. O que lamento é querer substituir o Aníbal, mas não tínhamos solução no banco e um jogador que estava completamente arrastado. Abel Ferreira. "Hoje tem muito a ver com não ter opções no banco. Não tivemos o Emiliano, o Lucas, o Andreas, e tivemos que espremer o Aníbal nessa posição e foi isso que aconteceu", acrescentou. PVC Flamengo já tem pontuação de cinco campeões Casagrande Ataque funciona, e Ancelotti deve seguir esse caminho Vinicius Torres Freire Trump vai levar guerra para a Venezuela; dúvida é qual Celso de Barros Derrite e o que a direita sabe sobre segurança O Palmeiras foi minado pela data Fifa: Piquerez, Emiliano Martínez e Facundo Torres estão com Uruguai, Gustavo Gómez e Sosa com o Paraguai, e Vitor Roque com a seleção brasileira. Classificação e jogos brasileirao Flaco López até retornou de Angola após amistoso com a Argentina, mas começou no banco de reservas. Além disso, Andreas Pereira e Allan cumpriram suspensão. O banco de reservas do Palmeiras hoje tinha: os goleiros Marcelo Lomba e Aranha, o zagueiro Benedetti (19 anos), o lateral direito Giay, o meio-campista Larson (20 anos), e os atacantes Luighi (19 anos), Flaco López, Riquelme Fillipi (19 anos) e Erick Belé (18 anos). Com o resultado, o Palmeiras perdeu a liderança do Brasileirão para o Flamengo. O time de Abel Ferreira estacionou nos 68 pontos, enquanto o Fla foi a 71 com a goleada contra o Sport (ambos tem 21 vitórias, o primeiro critério de desempate). Veja outras falas de Abel Ferreira Palmeiras queria o empate? "Não viemos a procura do empate. Vínhamos para ganhar o jogo. Na minha opinião, no 1º tempo, o Santos teve mais bola, criou mais perigo. Muitos erros de passe. O nosso meio-campo, o motor, não funcionou da forma que queríamos. O nosso motor é uma peça importante na nossa dinâmica. O Santos foi melhor na primeira parte tendo só uma oportunidade". Continua após a publicidade Relacionadas Mauro Cezar: Santos vence o Palmeiras e dá o presente no 130º aniversário do Flamengo PVC: Santos merece vitória no fim com insistência e gol de Rollheiser Milton Neves; O Santos não vai cair e o Palmeiras não será campeão! Melhora no 2º tempo: "Na segunda parte fizemos os ajustes que tínhamos para fazer. O Santos fez o gol na final, mas na saída o Luighi só bastava encostar na bola, depois o Flaco sozinho, uma com o Maurício que ele leva o empurrão e não consegue acertar a bola. Muito melhor na segunda parte e depois, para ser sincero, faltou pilhas ao nosso 5 e ao nosso 8. Não conseguimos refrescar esses jogadores de 5 e 8, e o Veiga e o Aníbal jogaram até o fim. O Aníbal não conseguia ligar passes, não conseguia marcar. Uma pena termos sofrido gols no fim. Parabéns ao Santos que foi mais eficaz". Análise do Brasileirão: "Este campeonato tem que ser analisado quando chegar ao fim por tudo que se passou na época. Quando chegarmos ao fim vou te falar jogo a jogo e os jogos cruciais que foram determinantes ou não. Onde é que e mudou ou não. As narrativas que se criaram ou não. As influencias que tiveram ou não. As decisões controvérsias ou não. Mas vamos tentar melhorar nosso jogo, nossa eficácia como foi hoje. Nos 25/30 minutos da segunda parte fomos melhores, com oportunidade. Luighi não conseguiu fazer nenhuma das que teve, e entrou bem jogo, Flaco López, Maurício. Faltam 15 pontos e no final vamos ver". Derrotas ensinam para final da Libertadores: "Zero. Este é um jogo de campeonato e não de Libertadores". Julgamento de Bruno Henrique no STJD: "O futebol deveria ser o embaixador daquilo que é o exemplo para a nossa sociedade. Eu não sou ninguém para julgar o que aconteceu, essa não é a minha função. Eu só acho que o futebol tem que ser o embaixador daquilo que são os valores, o respeito, a ética e a educação para as gerações presentes e futuras". "Sim, somos rivais. Não, não somos inimigos. O futebol precisa de união. A magia do futebol é a união e não o individualismo, mas, o futebol deveria e deve ser o embaixador daquilo que é a ética, o respeito, a competitividade e a rivalidade entre clubes. Em relação ao que você me perguntou, todos vocês já falaram. O futebol deveria ser embaixador de princípios, ética e respeito. É para isso que ando no futebol". "Sim, sou muito competitivo. Sim, tenho melhorado muito no meu comportamento durante os jogos. Mas tenho muito pouco a dizer sobre isso [julgamento de Bruno Henrique]. Fui muito bem recebido aqui no Brasil e sou grato ao futebol brasileiro. O resto, eu acho que vocês conhecem melhor do que eu como isto funciona". Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Santos tira o Palmeiras da liderança e sai do rebaixamento; Flamengo feliz Santos merece vitória no fim com insistência e gol de Rollheiser Esposa de Chomsky nega ligação entre Lula e Epstein: 'Infundada' Bruna Marquezine e Shawn Mendes são vistos juntos no show da Dua Lipa Conheça ?Precisamos Falar?, filme brasileiro elogiado internacionalmente