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Aos 15 min do 2º tempo - cartão vermelho para Balogun, dos EUA, contra a Bósnia A polêmica envolvendo a liberação de Folarin Balogun para as oitavas de final da Copa do Mundo ganhou um novo capítulo nesta segunda-feira. Em nota oficial, a Uefa fez duras críticas à Fifa e afirmou que a entidade máxima do futebol "cruzou uma linha vermelha" ao suspender a punição automática do atacante dos Estados Unidos, expulso na fase anterior. No comunicado, a Uefa defende que a suspensão por um jogo após um cartão vermelho é uma regra automática e que não poderia ter sido flexibilizada durante o torneio. 1 de 1 Balogun é expulso por falta em Estados Unidos x Bósnia — Foto: MICHAEL STEELE / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images Balogun é expulso por falta em Estados Unidos x Bósnia — Foto: MICHAEL STEELE / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images - O futebol, como qualquer outro esporte, se baseia em regras, que são a base para uma competição justa, honesta e transparente. Às vezes, as regras são passíveis de interpretação. Neste caso, não. - diz parte da nota. 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google A entidade afirma que a decisão cria um precedente perigoso para o restante da Copa e compromete a confiança na competição. - Quando a certeza das regras deixa de ser garantida por seus guardiões, a integridade do jogo fica em risco e a credibilidade da competição é comprometida. + Confira a tabela completa da Copa do Mundo A Uefa também classificou a medida como "inédita, incompreensível e injustificável", reforçando que outros jogadores expulsos no Mundial cumpriram normalmente suas suspensões automáticas e que abrir uma exceção no meio da competição fere o princípio de igualdade esportiva. Confira a nota divulgada pela Uefa A decisão de ontem de suspender por um período probatório de um ano a aplicação da suspensão automática de um jogo, consequência do cartão vermelho dado ao jogador Folarin Balogun, ultrapassou todos os limites. O futebol, como qualquer outro esporte, se baseia em regras, que são a base para uma competição justa, honesta e transparente. Às vezes, as regras são passíveis de interpretação. Neste caso, não. A suspensão automática mínima de uma partida após um cartão vermelho não é uma opção discricionária e não requer a decisão de um órgão competente para ser aplicada. É um princípio consagrado no regulamento, que não admite exceções, muito menos em meio a um torneio em que vários outros jogadores já estiveram na mesma situação e cumpriram suas suspensões regularmente. Quando a certeza das regras deixa de ser garantida pelos seus responsáveis, a integridade do jogo fica em risco e a credibilidade da competição é prejudicada. Da mesma forma, tal decisão cria um precedente no torneio em curso, onde situações semelhantes passarão a exigir tratamento igualitário, em detrimento da competição. O futebol é o esporte mais amado do mundo porque é um jogo bonito e inspira confiança, já que é praticado em todos os lugares com as mesmas regras. Um torneio nunca é um evento isolado e, se o torneio em questão for a Copa do Mundo, ele tem o poder de gerar consequências positivas ou negativas para o futebol como um todo. Expressamos nossa incredulidade diante de uma decisão tão inédita, incompreensível e injustificável.