🔎 ou veja todas as análises já realizadas

Análise dos Times

Palavras-Chave

Entidades Principais

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião O VAR seletivo e a proteção à Argentina Juca Kfouri Colunista do UOL 08/07/2026 15h09 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Siga o UOL Esporte no Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Numa Copa do Mundo em que a suspensão automática foi suspensa pelo manda-chuva do país sede é compreensível que frutifiquem quaisquer teorias da conspiração. Que se protejam os craques também não é novidade na vida das Copas. Que o VAR interveio de forma intervencionista e seletiva no jogo da Argentina contra o Egito é indiscutível. Juca Kfouri O VAR seletivo e a proteção à Argentina PVC Fifa abriu a porta do inferno com o caso Balogun João Paulo Charleaux Flávio calcula errado, e estratégia sai pela culatra José Paulo Kupfer FMI está mais otimista com o Brasil que os brasileiros Só não foi pior que a dobradinha Trump$Infantino. Porque houve a falta que causou a anulação do gol egípcio, como não houve o pênalti reclamado pelos egípcios no lance que redundou no terceiro gol argentino. Mas não era para o VAR chamar em nenhum dos lances e chamou no primeiro. Ora, o árbitro viu o lance, deixou seguir, a Argentina teve chances de interromper o contra-ataque — e o VAR existe para evitar erros estrondosos, o que não foi o caso. Daí é natural que surja a especulação de que Donald Trump agora queira jogar água no moinho do aliado Javier Milei. Dos oito classificados, de fato, a Argentina é o único país realmente próximo dos EUA. Continua após a publicidade Os argentinos, por sinal, protestaram pela escalação de árbitro francês. Agora será um argentino a apitar França x Marrocos. Tudo armado? Para fazer de conta que o aliado reclama, mas sabe que será favorecido? Gianni Infantino deu margem a que se desconfie dele e não apenas pelo que acontece em campo, mas, principalmente, fora, como até a origem bandida de alguns patrocinadores da Copa ligados à jogatina internacional. Por ironia, a próxima partida da Argentina será contra a Suíça, berço do presidente da FIFA, a Federação Indecorosa do Futebol e seus Associados. Permitirá ele que seu país seja prejudicado? Continua após a publicidade Sabe-se que a grana fala muito mais alto que o berço. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Bombardeios 'vão ficar piores' se Irã não interromper ataques, diz Trump Quem é o campeão de 98 que falou mal do Brasil e vê Ronaldo acima de Zidane Mudas de costela-de-adão serão fiscalizadas pelo governo; entenda regras Trump terá de pagar US$ 5,8 mi a escritora por abuso sexual Pressão de Trump põe Fifa em encruzilhada e pode ajudar Claus na Copa