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Análise dos Times

Vasco

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Motivo: O artigo foca na relação do técnico Diniz com a torcida do Vasco e as críticas recebidas, apresentando um relato equilibrado dos fatos e falas do treinador.

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Esporte Diniz absorve xingamentos no Vasco e tenta reatar relação com a torcida Igor Siqueira Do UOL, no Rio de Janeiro 16/02/2026 05h30 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Carregando player de áudio Ler resumo da notícia As vaias e xingamentos apesar da classificação do Vasco às semifinais do Carioca, nos pênaltis, colocam um dilema para Fernando Diniz: como reatar a relação com a arquibancada? O treinador tem sido criticado pelos resultados e a falta de efetividade geral do time, mesmo quando usa como defesa do trabalho o número relativamente alto de finalizações e chances criadas. Depois de eliminar o Volta Redonda, o treinador contou como esse clima pode mudar com a arquibancada. A resposta é óbvia, mas não tem se mostrado simples. Em 53 jogos pelo Vasco, são 21 derrotas e 19 vitórias. Juca Kfouri Corinthians se classifica, mas perde Yuri machucado Fabiola Andrade Para o Santos seria melhor enfrentar o Palmeiras Pedro Lopes Neymar ganha mais tempo para convencer Ancelotti Josias de Souza Apoio a Toffoli deixa Ciro Nogueira sem chão "É com vitória. O torcedor está certo. Eu aguento o que vem da arquibancada. A torcida do Vasco é diferente. Há um mês, a torcida estava gritando o meu nome. A torcida está no direito e está certa. Se o time faz o que fez no primeiro tempo, como a torcida não vai se desesperar com aquilo que está vendo? Que vem na chuva, que vem no sol, que viaja. De mim, a torcida vai receber sempre o que eu acho da torcida do Vasco. É uma torcida diferente, apaixonada. O maior patrimônio do Vasco é a sua torcida. O que tenho que fazer é fazer o time ganhar o jogo. Se tivesse que ganhar da Chapecoense, do Bahia, ia estar tudo legal. Não ganhou, a torcida se preocupa", disse o treinador, que emendou: O torcedor está coberto de razão. Isso eu falo para os jogadores. A gente tem que entregar um serviço de qualidade e entregar vitórias. Fernando Diniz O discurso casa com a linguagem corporal quando os xingamentos começam. Não há um sinal de retrucar à arquibancada. O técnico costuma sair cabisbaixo, em marcha rumo ao vestiário. Apesar da pressão tão próxima, que veio em um ambiente que já misturou briga contra o rebaixamento à decepção por perder a final da Copa do Brasil, Diniz não vai jogar a toalha. Não vai pedir demissão. O treinador reiteradamente tem defendido o trabalho no clube e aponta que o time ainda está em fase de adaptação à saída de Rayan, por exemplo. "A gente tem que trabalhar e se adaptar. Principalmente, terminar melhor as jogadas. Ano passado a gente fez muito gol. A gente melhorou o sistema defensivo. Mas a gente tem precisado chutar muito para fazer um ou dois gols. Uma coisa que a gente precisa trabalhar e voltar a vencer para a torcida abraçar o time e criar a sintonia que tivemos no ano passado", comentou o treinador. Continua após a publicidade Em busca dessa sintonia, o Vasco terá a semana do Carnaval para pensar no próximo passo no Estadual. A probabilidade maior é um clássico contra o Fluminense, que teve a melhor campanha na fase de classificação e segunda-feira encara o Bangu. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Rodrigo Sant'Anna brinca sobre Carnaval com marido: 'Não vai ter putaria' Participantes do BBB curtem Carnaval em camarote suspenso a 25 m de altura Palmeiras: Carlos Miguel é 'rebatedor' e 'cria confusão', diz Casagrande Fabíola Andrade: Para o Santos seria melhor enfrentar o Palmeiras Aline Campos diz estar 'curtindo' deputado federal em camarote da Sapucaí