Conteúdo Original
Futebol Messi agiu certo ao pedir 'Lei Vini Jr' para Cucurella? Entenda a polêmica Guilherme Padin Do UOL, em São Paulo 21/07/2026 18h50 Deixe seu comentário Lionel Messi, da Argentina, aponta para Marc Cucurella, da Espanha, em reclamação com o árbitro Imagem: PATRICIA DE MELO MOREIRA/AFP Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× O lance entre Lionel Messi e Marc Cucurella ao fim do tempo regulamentar da final da Copa do Mundo não teve qualquer influência no resultado do jogo, mas continua causando repercussão no mundo do futebol. Mais cedo, o jornal inglês The Mirror chamou o ato do argentino - ao pedir a aplicação da chamada 'Lei Vini Jr' - de vergonhoso, constrangedor e humilhante . Nas redes sociais, torcedores criticaram a atitude de Messi por supostamente tentar se aproveitar da regra para pedir o cartão vermelho para o adversário. Principalmente porque, instantes antes, Enzo Fernández havia acabado de ser expulso. Letícia Casado Eduardo inviabilizou seu retorno ao Brasil Juca Kfouri Atlético-MG e Bahia mostram sede de bola Carlos Nobre Ondas de calor disparam entre eventos extremos Sakamoto Gesto que Michelle espera é que Flávio divida poder Mas, afinal, Cucurella tapar a boca rapidamente ao conversar com o camisa 10 de fato era passível de punição? "O caso de Cucurella não é para expulsão", afirma Ana Paula de Oliveira, ex-árbitra. Segundo ela, o lance não é cabível para a regra. "O texto é claro: [punição] somente ao tapar a boca em situações de conflito e confusão. Ali se tratava de bola parada para atendimento ao jogador lesionado", argumenta Ana. O que é a Lei Vini Jr? Neste ano, a Fifa oficializou a chamada " Lei Vini Jr .". A regra estabelece expulsão direta por cartão vermelho para o jogador que tapar a boca ao discutir com o adversário em circunstâncias de confusão. O objetivo do protocolo, que já foi aplicado na Copa do Mundo de 2026, é coibir ofensas racistas ou outras formas de discriminação, uma vez que a prática de tapar a boca impediria a leitura labial. Continua após a publicidade Segundo a Fifa, a critério da organização da competição, "qualquer jogador que cobrir a boca em uma situação de confronto com um adversário poderá ser punido com cartão vermelho". O protocolo é chamado assim pois foi sugerido pela entidade após o caso de racismo registrado na última Liga dos Campeões, quando Vinicius Júnior acusou o argentino Gianluca Prestianni, do Benfica, de chamá-lo de macaco. O jogador havia tapado a boca e não foi possível confirmar a acusação por leitura labial. A Uefa puniu o argentino com gancho de seis jogos por falas homofóbicas. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Galo e Bahia mostraram sede de bola Homem sugado para fora de avião diz que lembra da explosão: 'Tenho sorte' Resumo da novela 'Quem Ama Cuida' da semana: capítulos de 22/7 a 1/8 Resumo da novela 'Coração Acelerado' da semana: capítulos de 22/7 a 1/8 Milton Nascimento recupera direitos de 'Travessia' na Justiça