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Esporte Futebol Copa do Mundo Ancelotti tem conversa separada com coadjuvantes essenciais para sua tática Paulo Vinicius Coelho (PVC) , Danilo Lavieri e Pedro Lopes Colunistas do UOL, em Houston (EUA) 29/06/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ancelotti conversa com Bruno Guimarães e Matheus Cunha durante treino para jogo contra o Japão Imagem: PVC/UOL Bruno Guimarães e Matheus Cunha faziam aquecimento e séries de agachamentos juntos durante os 15 minutos em que os jornalistas tiveram acesso ao treino de ontem da seleção brasileira. Carlo Ancelotti aproximou-se. Ficou ao lado da dupla por aproximadamente cinco minutos, trocou frases com os dois saiu para o outro lado do campo. O técnico não encostou da mesma maneira em nenhuma outra dupla que realizava exercícios físicos. Nesta segunda, às 14h (horário de Brasília), o Brasil enfrenta o Japão pela segunda fase da Copa do Mundo . Some a isso a jogada do terceiro gol do Brasil contra a Escócia e as combinações que têm acontecido cada vez mais, com Matheus Cunha saindo da posição de atacante para a de ponta-de-lança e abrindo espaço para Bruno Guimarães se infiltrar. Os dois coadjuvantes ganharam protagonismo na jogada que fechou o placar de 3 a 0 contra os escoceses. Casagrande Casemiro é quem mais corre, mas corre certo? PVC A relação entre Brasil e Texas em Copas do Mundo Aline Sordili ChatGPT aponta Brasil 2 x 1 Japão e Vini protagonista Josias de Souza Falta Bolsonaro se posicionar em barraco Danilo dá o passe para Paquetá, em movimento de retorno de centroavante para meia. Ao mesmo tempo, Matheus Cunha abre para o lado esquerdo e permite a Bruno Guimarães se infiltrar. no espaço vazio. Guimarães dá o passe para Cunha ficar de frente para o gol vazio. O Brasil se defende no 4-4-2 e ataca no 3-2-5. Normalmente, quem abre o campo pela direita é Rayan, enquanto Douglas Santos fica à esquerda. No momento do gol, Douglas Santos estava três metros atrás e Vinicius Júnior abria o corredor esquerdo. A linha dos cinco mais avançados tinha: Rayan, Bruno Guimarães, Matheus Cunha, Paquetá e Vinicius Júnior. As combinações são ensaiadas. A tática não é estática e o Brasil constrói triângulos e losangos. Pela esquerda, Paquetá, Vini e Douglas Santos. Pela direita, Rayan, Bruno Guimarães e Matheus Cunha. "Eu não sou centroavante. Sou meia", diz Matheus Cunha. Sua explicação para a confusão que levou-o a vestir a camisa 9 passa por sua chegada à Europa. Assista aos jogos da Copa ao vivo no SBT pelo UOL Play. Assine agora a partir de R$ 14,90/mês "Comecei a fazer muitos gols e me trataram como centroavante. Mas sempre fui meia. Quando temos a bola, faço a função de falso nove", contou Matheus em entrevista ao UOL logo depois do amistoso contra o Egito, em Cleveland. Há momentos em que faz a ponta do losango, com Casemiro atrás, Bruno Guimarães e Paquetá e Cunha liberando Rayan e Vinicius como atacantes. Ancelotti trabalha nesta formação como parte do processo de evolução para que a seleção chegue pelo menos à semifinal. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Brasil muda rotina e vai ter café com 'cara de almoço' antes de pegar Japão Google alertou 11 milhões de pessoas antes de terremoto na Venezuela Tenente baleado em SP prestava concurso da PM no dia da morte da irmã Eloá Astro da Argélia admite 'gol um pouco estranho' no fim de jogo com Áustria Eva Green se recupera após acidente no set de 'Wandinha', diz equipe