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Análise dos Times

Escócia

Principal

Motivo: O artigo foca na ascensão de McTominay, jogador chave da Escócia, e sua importância para a equipe que enfrentará o Brasil na Copa.

Viés da Menção (Score: 0.6)

Motivo: Descreve a passagem de McTominay pelo clube como um momento de reinvenção e sucesso, culminando na conquista do título italiano e prêmio individual.

Viés da Menção (Score: 0.7)

Motivo: A matéria retrata um período em que McTominay era titular e Casemiro precisou disputar posição, com um tom mais factual sobre a decisão do técnico.

Viés da Menção (Score: 0.1)

Motivo: A seleção brasileira é mencionada como adversária da Escócia na Copa e seu possível caminho no torneio, com um tom informativo e de análise tática.

Viés da Menção (Score: 0.2)

Motivo: A análise sobre Casemiro se dá em comparação com McTominay no Manchester United, onde ele inicialmente foi reserva. O texto foca mais na trajetória do escocês.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Casemiro Manchester United Brasil Napoli Scott McTominay Copa do Mundo de 2026 Serie A Escócia Erik ten Hag

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem Craque da Escócia já atrapalhou vida de Casemiro e virou o melhor da Itália Rafael Reis Colunista do UOL 08/12/2025 05h30 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Scott McTominay é o grande nome da Escócia, rival do Brasil na Copa do Mundo Imagem: Craig Williamson - SNS Group/SNS Group via Getty Images O principal jogador da última adversária da seleção brasileira na fase de grupos da Copa do Mundo-2026 já foi um "estorvo" para um dos pilares da equipe comandada por Carlo Ancelotti. Quando trocou o Real Madrid pelo Manchester United, no começo da temporada 2022/23, Casemiro precisou encarar um tempo de banco de reservas porque Scott McTominay já era o dono da posição. Cria das categorias de base do clube inglês, o hoje líder técnico da Escócia vivia um ótimo momento, e o técnico Erik ten Hag não considerava justo barrá-lo do time para promover o brasileiro à titularidade apenas pela questão "fama". Juca Kfouri E os dois cearenses caíram; uma tristeza. Inter salvo! Alicia Klein O que aconteceu com o futebol do Nordeste José Roberto de Toledo Ciro recebeu a pior notícia possível de Michelle Josias de Souza Flávio expõe o código de barras do pai "Não tem nada a ver com o Casemiro. É pelo Scott", resumiu o treinador holandês, no terceiro mês da passagem do brasileiro por Old Trafford, quando questionado porque o multicampeão pelo Real continuava na reserva. Melhor do Italiano Com o tempo, Casemiro acabou levando a melhor sobre McTominay. Com menos espaço, o escocês acabou negociado com o Napoli no começo da temporada passada. Foi o melhor que poderia ter acontecido com ele. O meia aproveitou a mudança de clubes e país para se reinventar. Deixou de ser um volante com boa chegada ao ataque para atuar quase que como um "camisa 10", com até mais obrigações ofensivas que defensivas. Na conquista do título italiano de 2024/25, McTominay brilhou como nunca. Fez 12 gols, distribuiu mais seis passes para seus companheiros marcarem e foi eleito o melhor jogador da Serie A. Craque da seleção Processo semelhante aconteceu na seleção. Nascido na Inglaterra, começou a defender o país de origem da sua família paterna em 2018. Continua após a publicidade Relacionadas Rival do Brasil na Copa foi morador de rua e virou profissional aos 26 anos Por que Marrocos pode acreditar em Copa ainda melhor que 'sonho' de 2022? Sem gols há 31 jogos, Rodrygo já encara maior jejum da história do Real McTominay ficou um bom tempo sendo escalado como zagueiro pela Escócia. Depois, transformou-se em volante. E, desde a transferência para o Napoli, firmou-se como a peça mais ofensiva do meio-campo. Na campanha que devolveu os escoceses a uma Copa depois de 28 anos, o camisa 4 teve papel essencial. Foi dele o gol da vitória decisiva sobre Belarus e também o tento que abriu caminho para o 4 a 2 no confronto direto com a Dinamarca, na última rodada, que selou a classificação. Caminho para o hexa O Brasil terá Marrocos, Haiti e Escócia como adversários na primeira fase. Os primeiros compromissos da seleção na Copa-2026 estão marcados para os dias 13, 19 e 24 de junho, respectivamente. Caso fique na primeira ou segunda colocação do Grupo C, a equipe de Vinícius Júnior, Casemiro e Estêvão iniciará os mata-matas contra integrantes do Grupo F, que tem Holanda, Japão, Tunísia e uma equipe oriunda da repescagem europeia (Polônia, Ucrânia, Albânia ou Suécia). Agora, se for um dos oito melhores terceiros colocados de chaves, o Brasil terá como adversário na rodada inaugural dos confrontos eliminatórios os campeões dos grupos A, E ou I. Nesse cenário, pode ter pela frente Alemanha ou França, por exemplo. Continua após a publicidade Se todos os favoritos avançarem como líderes dos seus grupos e forem vencem os playoffs sequenciais, a seleção pentacampeã mundial tende a encarar Argentina ou Portugal em uma semifinal. Espanha, França e Alemanha só cruzaram o caminho canarinho na decisão. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Rafael Reis por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora 'Ele roubou minha infância', diz filha de líder de canibais em Garanhuns Por que São Paulo despencou de 4ª para 13ª maior cidade do mundo? Abel Braga conseguiu salvar o Inter e contou para mim qual foi o segredo Ana Castela recebe visita dos filhos de Zé Felipe após show do cantor em SP 'Vou ser as pernas dela agora', diz mãe de mulher arrastada por homem em SP