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Análise dos Times

Motivo: Apresentado como representante argentino na fase preliminar com base em regularidade, mas com histórico de jejum de títulos.

Viés da Menção (Score: 0.2)

Motivo: O texto aponta para perspectivas não muito boas devido ao início de temporada e jejum de títulos, apesar do histórico.

Viés da Menção (Score: -0.3)

Motivo: Destacado como exemplo de gestão e com elenco de respeito, mas sem foco direto nas suas chances na Libertadores.

Viés da Menção (Score: 0.4)

Motivo: Apresentado como estreante por título surpreendente da Copa Argentina, com reformulação do elenco.

Viés da Menção (Score: 0.1)

Motivo: Mencionado por tradição internacional e conquistas recentes, mas sem ser o foco principal da análise de chances.

Viés da Menção (Score: 0.3)

Motivo: Descrito como estreante e com muitas mudanças após o título nacional, mantendo-se razoavelmente bem.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Rosario Central

Principal

Motivo: Destacado como o melhor time da Argentina no ano passado, com a presença de Di María e outros bons valores, sendo o foco para dar trabalho.

Viés da Menção (Score: 0.7)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Lanús Estudiantes Libertadores River Plate Boca Juniors Lionel Messi Cristian Medina Fernando Muslera Lucas Alario Enzo Pérez Racing Barcelona de Guayaquil Sul-Americana Platense Marcelino Moreno Rosario Central Ángel Romero Independiente Rivadavia Juan Sebastián Verón Argentinos Juniors Diego Maradona Edinson Cavani Copa Argentina Tottenham Walter Bou Alejo Veliz Nahuel Losada Ángel di María Jorge Almirón Franco Ibarra Jáminton Capaz

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem Sem Racing e River: quais as armas da Argentina para a Libertadores-2026? Rafael Reis Colunista do UOL 17/02/2026 05h30 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Dí Maria defende as cores do Rosario Central, um dos 7 argentinos na Libertadores Imagem: Reprodução/@rosariocentral O Argentinos Juniors, time que deu Diego Maradona ao mundo, dará na noite de amanhã, contra o Barcelona de Guayaquil, no Equador, o pontapé inicial de uma missão que promete ser das mais ingratas. Depois de sete títulos consecutivos de clubes brasileiros, a Argentina perderá neste ano o posto de maior vencedora da história da Copa Libertadores da América caso não interrompa a hegemonia do vizinho -os arquirrivais hoje estão empatados no topo do ranking, com 25 troféus cada. Só que a terra de Lionel Messi tem um problema extra para lidar nesta temporada. Racing e River Plate, suas equipes de melhor desempenho nos últimos anos, não conseguiram se classificar para a competição. E o tradicionalíssimo Boca Juniors tampouco está navegando em mares tranquilos. Juca Kfouri A visão gaúcha do gol ilegal de Paquetá PVC Mourinho foi herói e pode ser vilão do Real Madrid Julianne Cerasoli Fórmula 1 'não é mais a mesma'. E tudo bem Marco Antonio Sabino O operário, o samba e a árvore do poder O "Blog do Rafael Reis" apresenta abaixo quem são os sete representantes argentinos na Libertadores-2026 e mostra como (ou melhor, se) eles podem contribuir com o fim do domínio brasileiro na elite sul-americana. ARGENTINOS JUNIORS: Representante argentino na fase preliminar da Libertadores, disputa a competição por ter sido um dos times mais regulares do país no ano passado (teve a terceira melhor campanha na soma do Apertura com o Clausura). Já foi campeão continental em 1985, mas não levanta nenhum troféu há 16 anos. Seu jogador mais conhecido é o veteraníssimo volante Enzo Pérez, recém-contratado do River Plate, que virará quarentão na próxima semana. BOCA JUNIORS: O segundo maior vencedor da história da Libertadores, com seis títulos, já está há 19 anos esperando a sétima taça continental. E, pelo início da temporada, as perspectivas não são muito boas. O time do astro uruguaio Edinson Cavani já perdeu duas vezes em cinco jogos em 2026 e vem de um empate sem gols com o Platense no último fim de semana. As principais novidades da equipe para este ano são o volante Santiago Ascacíbar, contratado do Estudiantes, e Ángel Romero, atacante paraguaio que é velho conhecido do torcedor do Corinthians. ESTUDIANTES: Sob gestão de Juan Sebastián Verón, um dos craques do futebol sul-americano nas décadas de 1990 e 2000, virou exemplo de gestão na Argentina nos últimos anos. Em 2025, desbancou nos pênaltis o favoritismo do Racing e venceu o Clausura, a edição do Campeonato Argentino disputada no segundo semestre. Tem um elenco de respeito, com nomes como o goleiro uruguaio Fernando Muslera, veterano de quatro Copas do Mundo, o meia Cristian Medina, contratação mais cara da história do futebol argentino, e o centroavante Lucas Alario, ex-Internacional. INDEPENDIENTE RIVADAVIA: Estreante na Libertadores, ganhou o direito de participar da principal competição interclubes do continente depois do surpreendente título da Copa Argentina. O Independiente passou a maior parte dos seus 113 anos de história jogando nas divisões menores do futebol local. Mesmo sua passagem atual pela elite é bastante recente, começou apenas dois anos atrás. Para tentar fazer bonito no torneio da Conmebol, o clube fez uma completa reformulação do elenco e contratou nada menos que 16 jogadores novos na janela de janeiro. LANÚS: Apesar de historicamente não ser considerado um dos grandes do futebol argentino, tem bem mais tradição internacional do que muitos dos representantes do país nesta Libertadores. O Lanús já venceu duas edições da Sul-Americana (2013 e 2025) e tem um vice-campeonato do torneio mais importante da Conmebol (perdeu a final de 2017 para o Grêmio). O goleiro Nahuel Losada e o camisa 10 Marcelino Moreno, protagonistas da conquista continental do ano passado, continuam no clube, assim como o centroavante Walter Bou, seu jogador mais famoso fora da Argentina. Continua após a publicidade Relacionadas 5 motivos para o Real temer o Benfica e eliminação precoce na Champions Seleção dos sub-23 mais caros vale R$ 6,8 bi e não tem Brasil pelo 2º ano 7 promessas sul-americanas para seu time contratar antes de a janela fechar PLATENSE: Campeão nacional pela primeira vez no ano passado (venceu o Apertura, no semestre semestre), é outro time estreante que irá representar a Argentina na Libertadores. A equipe da região metropolitana de Buenos Aires já não tem mais os técnicos (Favio Orsi e Sergio Gómez) e nem mesmo a maioria dos jogadores que participaram do momento mais ilustre da sua história. Mesmo com tantas mudanças de elenco, o time tem se mantido razoavelmente bem e ocupa a quinta colocação do Grupo A do Campeonato Argentino deste semestre. ROSARIO CENTRAL: Na soma de Apertura e Clausura, foi o melhor time da Argentina no ano passado. Também conta com um dos maiores astros em atividade na América do Sul, o meia-atacante Ángel di María, fiel companheiro de Lionel Messi na conquista da Copa do Mundo-2022. A equipe dirigida por Jorge Almirón tem ainda alguns outros bons valores individuais, casos do volante Franco Ibarra, do ponta colombiano Jáminton Capaz e do camisa 9 Alejo Veliz, que está emprestado pelo Tottenham. Ou seja, pode sim dar trabalho na Libertadores. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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