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Futebol Milly: 'Com Martinelli, o Brasil perde um pouco a capacidade de armar' Do UOL, em São Paulo 05/07/2026 16h24 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× A entrada de Gabriel Martinelli no lugar de Lucas Paquetá deve tirar parte da capacidade de o Brasil construir por dentro, avaliou Milly Lacombe no Fim de Papo , do Canal UOL. O Brasil enfrenta a Noruega na Copa do Mundo 2026, e a mudança no time mexe com a dinâmica do setor ofensivo. Para a comentarista, Paquetá não é um armador "de fato", mas executa melhor essa função do que Martinelli. Acho que com o Martinelli o Brasil perde um pouco a capacidade de armar o jogo. O Paquetá é mais armador, nenhum dos dois é armador de fato. Mas o Paquetá sabe fazer isso de uma maneira melhor. O Martinelli vai ajudar. O Martinelli vai ter uma função muito importante de colar ali junto com o Vini, para fazer esse jogo do lado de campo pela esquerda. Milly Lacombe Milly Lacombe Balogun liberado: Bélgica não deveria estar surpresa Diogo Cortiz Quem ganha com governo sócio da OpenAI Luciana Bugni Valorizam a experiência de Vozinha. Mas e a sua? Julio Gomes Final França x Argentina já não é tão inevitável assim Milly também apontou um ponto de atenção do lado norueguês: o corredor direito do adversário. Ela disse que a presença de Ryerson, um lateral mais ofensivo e agressivo, aumenta a preocupação do Brasil naquele setor. PVC entrou no mesmo tema ao explicar a informação que recebeu de um jornalista norueguês. Ele afirmou que ouviu que Ryerson deve jogar, após ter ficado fora por lesão. Renan Teixeira avaliou que, com essa configuração, Martinelli pode ser peça importante na recomposição. Ele disse que, na ideia do time sem a bola, o atacante tende a ser o primeiro marcador pelo lado esquerdo. Assista aos jogos da Copa ao vivo no SBT pelo UOL Play. Assine agora a partir de R$ 14,90/mês Sem a bola é um 4-4-2, então é o Martinelli que vai executar aqui daquele lado esquerdo, pra preservar o Vinicius Júnior. Ele que vai ter que marcar, ele que vai ser o primeiro marcador do Ryerson. Renan Teixeira Casagrande, por sua vez, reforçou que o peso da escolha depende do roteiro do jogo. Na leitura dele, Martinelli vira diferencial se o Brasil dominar, mas o time pode sentir falta de um meio-campista para resistir se a Noruega crescer. Se o Brasil se impor e dominar a partida e começar a empurrar a Noruega para trás a presença do Martinelli vai ser imprescindível. Mas se caso for ao contrário vai faltar alguém no meio-campo. Casagrande Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Fifa anula suspensão, e atacante dos EUA expulso pode jogar contra Bélgica Supertufão com ventos de 260 km/h avança em direção a ilha dos EUA Trump elogia Fifa por reverter suspensão de atacante dos EUA: 'Fez o certo' Ex-mulher de Bruno está intubada no hospital após três dias desaparecida Ancelotti opta por Martinelli para a vaga de Paquetá contra a Noruega