Conteúdo Original
EUA barraram árbitro somali por suposta ligação com grupos terroristas Do UOL, em São Paulo 10/06/2026 17h24 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Omar Artan, árbitro da Somália, em jogo pela Copa Africana de Nações Imagem: Ulrik Pedersen/NurPhoto via Getty Images O árbitro somali Omar Artan foi barrado de entrar nos Estados Unidos para a Copa do Mundo por "associação com suspeitos membros de organizações terroristas", segundo o governo estadunidense informou à imprensa local. O que aconteceu Artan seria um dos 52 árbitros da Copa do Mundo e o primeiro da Somália em um Mundial. Ao chegar aos EUA, no entanto, ele foi impedido de entrar. A Fifa confirmou, posteriormente ao ocorrido, que ele não apitará na competição. Após uma inspeção mais detalhada realizada pela CBP (Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA), foram descobertas informações desabonadoras, incluindo associação com supostos membros de organizações terroristas, o que tornou o viajante inelegível para admissão nos Estados Unidos nos termos da Lei de Imigração e Nacionalidade (INA). Casa Branca, em comunicado enviado à imprensa dos EUA Tatiana Farah A boa e a má notícia da Quaest para Flávio José Fucs A guinada woke da Justiça vai além do caso Borel Alicia Klein Vai começar a Copa do Mundo da xenofobia Milly Lacombe Americanas fizeram pacto obsceno com arbitragem O árbitro disse, após ser barrado, que tinha o "visto correto" e que foi interrogado por 11 horas em uma sala. "Estou muito, muito desapontado. Sou apenas um árbitro tentando viver seu sonho, o maior sonho da minha vida, vir para a Copa do Mundo. Acho que eles [Estados Unidos] têm um problema com meu país", afirmou ao New York Times. O governo do presidente Donald Trump não permitirá ameaças à segurança, segundo o comunicado. Eleito o melhor da Confederação Africana de Futebol em 2025, Artan foi recebido na Somália como herói ao retornar ao país após ser barrado. O viajante teve sua entrada recusada e recebeu os formulários de imigração que indicam o dispositivo legal utilizado para concluir uma remoção acelerada, conforme a seção 8235 da INA. O governo do presidente Trump não permitirá que qualquer ameaça à segurança entre em nosso país — ponto final. Casa Branca, em comunicado enviado à imprensa dos EUA Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Fifa tem festival de erros em primeiro dia da Copa dos problemas inéditos Infantino diz que Fifa tentou resolver caso de árbitro barrado: 'Uma pena' Trump dá últimato para acordo e diz que atacará Irã 'com bombardeios' hoje Ex-presidente da Fifa detona Infantino por árbitro barrado da Copa: 'Grave' CCJ aprova redução da maioridade penal: o que acontece agora?