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Foi dia de mapa, bastidores e teimosia em São Januário: o Vasco insiste em fazer de sua casa o Plano A para receber o Boca Juniors na volta da semifinal da Sul-Americana. A Conmebol exige estádio para ao menos 30 mil pessoas; com Ferj e CBF ao lado, o clube tenta uma exceção e desenha ajustes para acomodar cerca de quatro mil visitantes, ainda que isso aperte o espaço da torcida da casa. Depois da negativa para o Maracanã, a rota pode passar pela Justiça; se São Januário continuar barrado, o Nilton Santos aparece como alternativa — cenário que a cobertura descreve como plano C [ , , , ]. Entre as notícias mais leves do dia, Mateus Carvalho, volante do Vasco, voltou a ficar à disposição após quase nove meses de recuperação e chamou o retorno de “novo começo”. Também há expectativa por Brenner: em transição da lesão no pé, pode voltar às atividades sem restrições na primeira quinzena de outubro, reforço caseiro aguardado para a reta decisiva [ , ]. Sem folga na pausa do calendário, a equipe mantém o ritmo com um jogo-treino contra o Noroeste e mira o Botafogo, adversário no Nilton Santos em 7 de outubro. Para Pedro Emanuel, são dias preciosos de trabalho; para a torcida, a semana mistura expectativa pela recuperação dos jogadores e ansiedade para saber onde a grande noite continental poderá acontecer [ ].