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Ontem o Corinthians celebrou dois títulos em 2025: o Campeonato Paulista e a Copa do Brasil. A torcida, em clima de festa, viu o Timão transformar o ano em memória de glórias coletivas e a esperança ganhar fôlego para o Natal [fonte 1] [ ]. Entre os presentes imaginários que a Fiel gostaria de ganhar, destaca-se a queda do transfer ban — o clube ficou sem poder registrar jogadores desde agosto por uma dívida com o Santos Laguna, estimada em cerca de R$ 40 milhões —, com a promessa de usar a premiação da Copa do Brasil para quitar o débito. Além disso, o dia acena para a possibilidade de quitar a Neo Química Arena, cuja dívida atual é de aproximadamente R$ 668 milhões, e para que a Caixa Econômica Federal seja parceira na renegociação; a vaquinha promovida pela Gaviões da Fiel já rendeu cerca de R$ 40 milhões [fonte 1] [ ]. No campo institucional, o ano foi marcado pelo turbilhão político: impeachment de Augusto Melo, eleição de Osmar Stabile, debates sobre a SAF e reforma estatutária. A diretoria de Stabile já sinaliza a possibilidade de ir ao mercado para repor ausências, embora, a princípio, a nomeação de conselheiros ou outras figuras influentes neste momento esteja descartada. Pai de decisões, o clube trabalha para manter o equilíbrio mesmo em meio a essas sombras políticas [fonte 1] [ ]. Outro item da lista é a renovação de Memphis Depay, com o vínculo válido até o meio de 2026, desde que as condições sejam viáveis dentro do orçamento do clube. Esse tema segue no radar da torcida, já que o camisa 10 se mostrou decisivo em campo ao longo do ano [fonte 1] [ ]. Por fim, a especulação sobre o elenco ganha força com a possibilidade de Bruno Spindel, ex-Flamengo, aparecer como novo diretor, uma sinalização de que a diretoria está atenta ao mercado para estruturar o Timão no longo prazo [fonte 1] [ ].