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Futebol Abel diz que desafiou jogadores no intervalo: 'Conseguem fazer mais?' Do UOL, em São Paulo 23/08/2026 18h53 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× O técnico Abel Ferreira, do Palmeiras, explicou o que ajudou a equipe a deslanchar no segundo tempo e golear o Vasco por 4 a 1, neste domingo (23), no Nubank Parque, pelo Brasileirão. O treinador também mandou um recado para a torcida alviverde e disse que reclamações durante o jogo "não ajudam o Palmeiras". O que aconteceu Abel revelou o que disse aos jogadores no intervalo da partida, que terminou empatada por 0 a 0. O treinador afirmou que exigiu um desempenho melhor individualmente dos atletas. Um belíssimo gol do Lopez. É muito mais mérito dele do que uma estrutura tática, uma alteração tática. É por isso que estou no Palmeiras. E uma coisa que perguntei no intervalo foi isso: se os jogadores individualmente não conseguem fazer mais um bocadinho. Foi quase que desafiá-los. Este é o melhor que conseguimos fazer com uma equipe? Este é o melhor que conseguimos fazer, Lopez? Este é o melhor que conseguimos fazer, Roque? Quase que desafiá-los. Porque o treinador tem responsabilidade tática. E essa eu assumo, e eles sabem. Abel Ferreira, técnico do Palmeiras Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo O Palmeiras abriu seis pontos de vantagem na ponta. Com a derrota do Flamengo para o Cruzeiro, no sábado (22), o Alviverde ficou com 51 pontos, e o Rubro-Negro, com 45 — com um jogo a menos. Classificação e jogos Brasileirão Flaco fez dois golaços, e Vitor Roque encerrou sequência sem marcar. O argentino chegou a 19 gols no ano pelo Palmeiras, enquanto o brasileiro balançou as redes pela primeira vez desde março, na final do Paulistão. Sobre reclamações da torcida, o técnico disse que é importante que os dois lados se ajudem. Ele pediu que os torcedores incentivem a equipe mesmo com erros dos jogadores. E acho que fizemos uma segunda parte belíssima, em todos os níveis. Na parte competitiva, na coragem. Na forma que também envolvemos o público conosco. Porque , no primeiro tempo, já havia [barulho de reclamações da torcida]. Isso não ajuda absolutamente nada o Palmeiras. Isso que digo aos nossos torcedores: puxem pela equipe. Sobretudo nos momentos que errou um passe, errou um domínio. Já é difícil para o jogador porque não quer falhar e ainda vai ter que tomar assobio do torcedor que gosta dele e que quer que a gente ganhe. . Abel Ferreira, técnico do Palmeiras O Palmeiras agora vira a chave para a Copa do Brasil. Abel e companhia receberão o Santos, nesta quarta-feira (26), no jogo de ida das quartas de final. O que mais disse Abel Possível venda de Allan ao City. "Eu acho que essas equipes querem um jogador como o Allan, porque ele consegue fazer aqui o que 90% dos pontas não conseguem fazer, que é atacar e defender no corredor todo. É por isso que quem quiser levar o Allan vai ter que pagar muito. Porque, se vocês virem como joga o City, tem um jogador que chama Neto. Está no Chelsea, sim, desculpa. Treinei ele também. Quem quiser buscar esse jogador vai ter que pagar 100 milhões de euros. E, para aqueles que entendem de futebol, percebem: as melhores equipes do mundo não compram meio-jogadores. Não compram só jogadores que atacam. Compram os que atacam e defendem". Continua após a publicidade Primeiro tempo sem gols. "Em relação ao jogo, primeiro dizer que, na primeira parte, nosso adversário, como sempre, culpa do Palmeiras neste caso, porque no primeiro tempo não conseguiu fazer gol. Mas não conseguiu por quê? Para mim, duas razões. A primeira é a agressividade, a vontade com que o nosso adversário nos veio logo na primeira fase de construção. E, na segunda fase, fiz exatamente a mesma coisa, mas com jogadores diferentes. Uma saída a três na mesma, demos largura com jogadores por fora, por dentro, não mudou absolutamente nada. O que mudou foram os jogadores que fizeram essas posições, foram outros". Desafio aos jogadores no intervalo. "Depois, claro, como nós abrimos o jogo, uma bola que entrou dentro, um assalto, um belíssimo gol do Lopez. É muito mais mérito dele do que uma estrutura tática, uma alteração tática. É por isso que estou no Palmeiras. E uma coisa que perguntei no intervalo foi isso: se os jogadores individualmente não conseguem fazer mais um bocadinho. Foi quase que desafiá-los. Este é o melhor que conseguimos fazer com uma equipe? Este é o melhor que conseguimos fazer, Lopez? Este é o melhor que conseguimos fazer, Roque? Quase que desafiá-los. Porque o treinador tem responsabilidade tática. E essa eu assumo, e eles sabem". Recado para a torcida. " E acho que fizemos uma segunda parte belíssima, em todos os níveis. Na parte competitiva, na coragem. Na forma que também envolvemos o público conosco. Porque, no primeiro tempo, já havia [barulho de reclamações da torcida]. Isso não ajuda absolutamente nada o Palmeiras. Isso que digo aos nossos torcedores: puxem pela equipe. Sobretudo nos momentos que errou um passe, errou um domínio. Já é difícil para o jogador porque não quer falhar e ainda vai ter que tomar assobio do torcedor que gosta dele e que quer que a gente ganhe. Foi o que lhes disse no intervalo: nós jogamos de dentro para fora, nós temos que puxar pelo nosso público. Os cortes que fazemos , envolvê-los. Tem que ser a equipe a puxar pelo torcedor. Quando o torcedor puxa pela equipe, ajuda. E quando não puxa, temos que ser nós a puxar pelo público. Seja em que condições for . Adversário deu trabalho no primeiro tempo. "E acho que foi isso que os jogadores fizeram na segunda parte. Foi um jogo espetacular. Na segunda parte, envolvemos a torcida, através dos gols, da coragem, da dinâmica. Acho que fizemos uma segunda parte muito boa. Na primeira, não posso dizer que tivemos algum demérito. Mas o nosso adversário esteve muito bem, vem de dois ou três resultados muito bons, muito bem treinado, com bons jogadores, nos criou muitas dificuldades, sobretudo na primeira fase de construção. Algumas vezes tivemos que bater a bola para frente porque não tínhamos opções, fruto da pressão do nosso adversário". Desempenho do Palmeiras e calendário nacional. "No Brasil, todas as equipes vão passar por períodos bons e ruins durante o ano. E, quando aparecerem esses momentos ruins, quando não der para ganhar com essa criatividade e essa magia que o Palmeiras tem, não é só o treinador que pode resolver. O próprio contexto do futebol brasileiro faz com que as equipes muitas vezes não consigam jogar no seu potencial máximo. Já falei isso 500 vezes: viagens, tempo de descanso, falta de treino, gramados diferentes e acúmulo de jogos. Você precisa trocar um ou dois jogadores para tentar manter a equipe na máxima força. Quem, no futebol brasileiro, consegue manter consistência o tempo todo e jogar sempre bem? Nem Chelsea, nem City, nem Barcelona conseguem. E aqui seria diferente?" Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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