Conteúdo Original
Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Brasil domina entre clubes da América em contraste com declínio da seleção Paulo Vinicius Coelho (PVC) Colunista do UOL 21/08/2026 08h55 Deixe seu comentário Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Memphis é o Brasil na Libertadores Imagem: REBECA SCHUMACKER/O FOTOGRÁFICO/ESTADÃO CONTEÚDO Esta é a décima edição de competições sul-americanas com ano inteiro e mais de cinco clubes brasileiros na Libertadores. A hegemonia só cresce. Pela quinta vez em seis anos, o Brasil chega às quartas-de-final com metade dos clubes na disputa. Serão quatro na Libertadores: Corinthians, Flamengo, Fluminense e Palmeiras. Outros quatro na Sul-Americana: Atlético, Santos, São Paulo e Vasco. Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo Só em 2022 houve mais times do Brasil nesta fase afunilada dos torneios. Daquela vez, Atlético Goianiense, Ceará, Internacional e São Paulo, na Sul-Americana, Athletico Paranaense, Atlético Mineiro, Corinthians, Flamengo e Palmeiras na Libertadores. Enquanto se fala sobre a possibilidade de espanholização do Campeonato Brasileiro, Flamengo e Palmeiras ameaçam fazer a terceira final entre os dois nas últimas seis edições. Nunca, jamais, Barcelona x Real Madrid fizeram a finalíssima da Champions League. Atlético de Madrid x Real Madrid, duas vezes. O contraste do domínio dos clubes se soma ao momento de maior jejum de títulos da seleção brasileira. São sete anos, o que não acontecia desde a conquista da Copa América de 1989, que encerrou seca de dezenove anos sem vencer nem Mundial nem Continental. A 11ª colocação na Copa do Mundo, pior classificação em sessenta anos, soa como alarme de uma reforma necessária e urgente. A maior marca do Brasil no exterior ainda é sua seleção, não seu campeonato, não é o Flamengo, nem o Palmeiras. É diferente dos símbolos do futebol espanhol, campeão mundial masculino e feminino, a quem o mundo contempla pela seleção e também por Real Madrid e Barcelona. Há 25 anos, o Brasil ganhava a Copa do Mundo, e o Boca Juniors, a Libertadores. Até hoje, só em 1962 um clube brasileiro venceu o maior torneio da América do Sul no mesmo ano em que a seleção ganhava a Copa. Santos de Pelé e Brasil de Garrincha. O trabalho precisa existir para somar as duas frentes. Clubes fortes, seleção forte. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Paulo Vinicius Coelho (PVC) por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Médico é levado à polícia por chamar mulher para atendimento em 'cativeiro' TSE aceita abrir ação de Flávio contra Lula por desfile no Carnaval do Rio Cleitinho diz se arrepender de foto com Virginia na CPI: 'Não era momento' Flávia Saraiva é ouro nas barras assimétricas em etapa da Copa do Mundo Lula diz que quer ganhar eleições para manter Jair Bolsonaro preso