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Análise dos Times

Fluminense

Principal

Motivo: Foco principal da matéria; relato factual da punição ao presidente, com menção à defesa do dirigente

Viés da Menção (Score: 0.1)

Motivo: Mencionado apenas como adversário da partida; tom estritamente neutro

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

flamengo fluminense campeonato brasileiro erick pulgar stjd mattheus montenegro rafael klein daniel bins marcelo doval mendes luiz felipe bulus

Conteúdo Original

O Pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) puniu nesta quinta-feira o presidente do Fluminense, Mattheus Montenegro, com suspensão de 15 dias por declarações consideradas desrespeitosas contra a arbitragem após a derrota por 1 a 0 para o Flamengo, pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro, sofrida no último dia 11 de outubro. Veja também: Todas as notícias da Gazeta Esportiva Canal da Gazeta Esportiva no YouTube Siga a Gazeta Esportiva no Instagram Participe do canal da Gazeta Esportiva no WhatsApp A decisão foi tomada por maioria de votos após recurso apresentado pela Procuradoria do STJD. Como o julgamento ocorreu em última instância, não cabe novo recurso. Mattheus Montenegro havia sido absolvido em primeira instância, mas os auditores entenderam que suas críticas ao árbitro Rafael Klein e ao responsável pelo VAR, Daniel Bins, ultrapassaram o limite da manifestação técnica e configuraram infração ao artigo 258 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que prevê punição para quem desrespeita membros da equipe de arbitragem ou reclama de forma desrespeitosa de suas decisões. Após a partida, o mandatário tricolor classificou a atuação da arbitragem como "um lixo" e "uma m...", além de questionar a não expulsão do volante Erick Pulgar e outros lances ocorridos durante o confronto. Durante o julgamento, o procurador-geral Marcelo Doval Mendes defendeu a punição ao dirigente. Segundo ele, as declarações foram públicas e extrapolaram uma simples crítica à atuação dos árbitros. A defesa de Mattheus Montenegro, por sua vez, sustentou que as falas tiveram como objetivo contestar o desempenho técnico da arbitragem e não ofender pessoalmente os profissionais envolvidos. Houve divergência no julgamento. O auditor Luiz Felipe Bulus concordou com a condenação, mas entendeu que a punição poderia ser convertida em advertência, citando casos recentes envolvendo dirigentes de clubes da Série A que receberam a mesma pena por condutas consideradas mais graves. Apesar da divergência, os auditores Maxwell Borges, Luís Otávio Veríssimo e Sérgio Henrique Furtado votaram pela suspensão de 15 dias, formando a maioria que definiu o resultado final.