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Esporte Filipe Luís admite jogo ruim do Flamengo e avalia pressão: 'me desafia' Do UOL, no Rio de Janeiro (RJ) 04/02/2026 22h17 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Filipe Luís, técnico do Flamengo, durante jogo contra o Inter Imagem: Thiago Ribeiro/AGIF Filipe Luís admitiu que o Flamengo fez um "jogo ruim" no empate com o Internacional, na noite de hoje (4), no Maracanã. O treinador avaliou que "ficou evidente que ainda falta um pouco da parte física dos jogadores", mas afirmou que enxerga o time no caminho certo para melhorar. O Rubro-Negro chegou ao quarto jogo sem vitória. Anteriormente, perdeu para o Fluminense, no Carioca, São Paulo, no Brasileiro, e Corinthians, na Supercopa. Primeiramente, reconhecer o jogo ruim da equipe. Me lembrou muito o jogo conta o Táchira, na Libertadores do ano passado, essa ida e volta, algumas ações a destempo. E hoje ficou evidente que ainda falta um pouco da parte física dos jogadores. Como eles não estão bem fisicamente ainda, da forma que espero, e estão acostumados a jogar, estão chegando tarde, chegando na pressão atrasada, bola escapando um pouco do pé, e isso vai ligado ao mental, com decisões erradas Filipe Luís Juca Kfouri A Nação não aprendeu com a Fiel e vaiou o Flamengo Casagrande Torcida perde a paciência com o futebol chato do Fla Josias de Souza Pesquisa sinaliza desejo de mudança do eleitorado Sakamoto É ano eleitoral e o fim da escala 6x1 vem aí "Pelo que conheço deles, ainda vai levar um pouquinho, mas vamos voltar. Não tenho dúvida de que estamos no caminho, os jogadores estão melhorando essa parte física com os jogos, e vamos voltar, melhorar. E esses aspectos vão ser corrigidos, a pressão vai encaixar, a linha vai subir junto, tudo estará em um timing melhor. Hoje vi o time muito exposto, ao ponto de dizer que estivemos mais perto da derrota do que da vitória", completou. Questionado se é o momento de maior pressão desde que assumiu o time, o comandante ressaltou que "desfruta" desses período por se sentir desafiado. Desde o primeiro dia que assumi, não tenho dúvida que é a cadeira com maior pressão do Brasil. me sinto bem na pressão. Já falei outra vezes: amo tanto o futebol e amo tanto o que faço, que desfruto desses momentos. Esses momentos me desafiam, não durmo, fico horas e horas buscando soluções, e desfruto disso. O que mais ele falou Paquetá estreou como titular atuando no ataque, aberto pela direita. É assim que imagina ele no time? "Pode jogar em várias posições do ataque. Ele encaixa muito bem nessa posição, tem muita chegada na área, profundidade, domina entre linhas e gira, tem gol. Hoje [ele] teve duas possibilidades de fazer. Ele se associa muito bem com o lateral, consegue fazer esse ida e volta, que exige muito, mas não quer dizer que vai jogar só ali. Pode ser que jogue em outras posições. O mais importante é que um jogador muito determinante, muito diferente. Você vê a qualidade que ele tem que, mesmo não estando na melhor forma física, faz a diferença". Em Brasília, após a Supercopa, falou sobre resposta em campo... "Falando sobre a resposta em campo, que não veio, mas o apoio da torcida veio. E isso faz diferença. Nos momentos em que a torcida estava pior, mais perto de tomar gol do que fazer, foi quando mais escutei a torcida. Depois, o jogo não foi bom, foi ruim, e eles têm todo o direito do mundo de nos cobrar por performance melhor, mas fico melhor pelo apoio que nos deram nos 90 minutos". Continua após a publicidade Evertton Araújo . "Ele está em um grande momento, está muito bem, cobre todos os espaços. Eu imaginei, antes do jogo, ele era o titular. Mas por um plano específico, tático, eu optei por começar com o Nico, sabendo que o Nico não podia fazer mais de 60 minutos. Preferia começar com o Nico e colocar o Evertton, do que começar com o Evertton e colocar o Nico no segundo tempo. Por essa avaliação, optei por começar com o Nico. Mas o Evertton teve uma evolução muito grande, posso dizer até que em alguns momentos fui injusto com as escolhas, porque ele sempre que jogou deu conta do recado, e só entrou em fogueira". Bruno Henrique como centroavante e não o Pedro . "Nenhum dos dois está no auge físico. Pedro ficou três meses parado ano passado antes de finalizar o ano. Treinou nas férias, e apenas teve uma pré-temporada. Eu estou tentando dar uma sequência para ele poder pegar forma física com minutos. E o Bruno Henrique da mesma forma. Não está no melhor momento físico, portanto, o planejamento é que eles jogassem 45 minutos cada um, porque o Pedro não estava planejado jogar 60, 70 ou 90, então optei por começar o Bruno para atacar espaço, para correr, para pressionar, pra cansar a defesa, e o Pedro entrasse com a linha deles já mais baixa, podendo receber como você bem citou, então foi uma escolha que já estava planejada por mim". Como está com você mesmo para conseguir fazer o Flamengo voltar ao caminho das vitórias? "É o cargo com maior pressão de todos. Mas eu sou um cara muito racional, o que está no meu controle? O que está no meu controle é tentar fazer de tudo para ajudar os jogadores a recuperar animicamente, são jogadores que estão acostumados a ganhar muitos jogos em sequência e, quando entra uma sequência de derrotas ou de empates, jogadores que estavam muito tempo sem viver essa situação e animicamente dá para ver que não estão refinados. Nisso eu posso controlar, estou focando nisso. Na estratégia, na tática, no mental da equipe, poder trabalhar um pouco mais, depois fazer o meu melhor e sempre poder dormir em paz, porque eu sempre fiz o meu melhor para ajudar a equipe. Eu sei que vamos voltar, eu tenho certeza disso". Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Ana Paula diz que não fará desafio do Barrado no Baile: 'Estou quebrada' El Cid: Chefe do PCC suspeito de planejar sequestro de Moro é preso no CE Savannah Guthrie grava vídeo para pedir prova de vida da mãe Grêmio vira sobre Botafogo e vence jogo de 8 gols com show de centroavante Palmeiras cala protestos, faz 5 no Vitória e respira antes do Dérbi