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Paysandu estuda o que deu certo para jogo de volta da final do paraense Às vésperas de mais um clássico decisivo pelo Campeonato Paraense, o lateral-direito Edilson concedeu entrevista coletiva nesta quarta-feira, dia 4, na Curuzu. O experiente jogador, que soma 14 clássicos na bagagem, analisou o momento do Paysandu e detalhou como a equipe se prepara para a segunda metade da final, destacando que o confronto será decidido nos detalhes. Além de comentar sobre o ambiente interno do clube, Edilson explicou a mudança em seu estilo de jogo sob o comando do técnico Júnior Rocha, priorizando o equilíbrio defensivo. 1 de 1
Edílson, lateral-direito do Paysandu — Foto: Jorge Luís Totti/Paysandu Edílson, lateral-direito do Paysandu — Foto: Jorge Luís Totti/Paysandu 📲 Acesse o canal do ge Pará no WhatsApp Foco total na taça Com a vantagem construída ou a manutenção do equilíbrio após os primeiros "dois tempos" da decisão iniciada no último domingo, Edilson pregou cautela e máxima concentração para o jogo de volta. Segundo ele, a mentalidade do grupo é encarar o confronto com atenção redobrada. - É valendo a taça. Um jogo de quatro tempos, já passaram dois e agora faltam mais dois. Todo clássico exige muita atenção e concentração, pois sempre será decidido em detalhes. Veja mais + Ítalo não se surpreende com atuação do Paysandu no Re-Pa: “Podemos ainda mais” A força do vestiário e a "garotada" Um dos pontos altos da entrevista foi o elogio de Edilson à reformulação do elenco feita pela diretoria e comissão técnica. O jogador ressaltou a humildade dos atletas e a rápida adaptação dos jovens da base, citando nomes como Pedro, Brian (de apenas 18 anos), Henrio e Lucão. Para ele, o diferencial do atual elenco é a ausência de acomodação e a abertura para o diálogo, independentemente da idade. - Não tem ninguém acomodado aqui dentro. Todo mundo quer seu espaço e está disposto a ser campeão pelo Paysandu. No vestiário, os mais experientes cobram, mas também ouvem. O Marcinho, nosso capitão, ouve a gente e ouve os garotos também. Todo mundo está se cobrando por um só pensamento. Nova função: "Mais lateral do que ala" Questionado sobre uma possível mudança em seu rendimento ou estilo de jogo nesta temporada, Edilson esclareceu que as alterações são fruto de uma orientação direta de Júnior Rocha. O objetivo é garantir que o time tenha mais sustentação defensiva, partindo "de trás para frente". - Este ano estou fazendo uma função que o professor tem pedido: ser mais lateral do que ala. É para dar equilíbrio e sustentação defensiva à equipe. Estou feliz porque o Paysandu está vencendo e crescendo. Respeito e admiro muito o professor Júnior Rocha — explicou o jogador. Edilson também não poupou elogios à gestão do clube, mencionando que a reestruturação administrativa, incluindo o pagamento de salários em dia, reflete positivamente no desempenho dos atletas. Segundo ele, o ambiente saudável permite que o foco seja exclusivamente voltado para as competições, incluindo a Série C, sem distinção de importância entre os torneios.