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Futebol Dirigentes da Série B apoiam punição à Ponte Preta por atrasos salariais Do UOL, em São Paulo 18/06/2026 18h03 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Moisés Lucarelli, estádio da Ponte Preta Imagem: Site oficial Ponte Preta A exclusão da Ponte Preta do Programa de Apoio à Reestruturação Financeira de Clubes da Série B (PARF-B), anunciada pela Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol, recebeu respaldo de dirigentes de clubes da Série B. A punição foi aplicada após a identificação de atrasos salariais superiores a 60 dias com jogadores, comissão técnica e funcionários. O que aconteceu Presidente do Cuiabá, Cristiano Dresch defendeu, em entrevista à rádio CBN Fortaleza, que a sanção sirva de exemplo para outros casos no futebol brasileiro: José Paulo Kupfer Decisão do Copom deixa mercados confusos Danilo Lavieri Três coisas do treino de hoje da seleção Luiz Henrique Matos Quem lê tanta notícia? Cada vez menos gente Alexandre Borges Por que Lula negou ser de esquerda O Fair Play Financeiro é muito amplo e complexo e vai fazer com que os clubes gastem somente aquilo que conseguem arrecadar. Eu espero que o caso da Ponte Preta seja o primeiro de vários outros casos que estão acontecendo no futebol brasileiro Cristiano Dresch Já Adalberto Baptista, representante do Conselho Nacional de Clubes da Confederação Brasileira de Futebol e dirigente do Botafogo-SP , também apoiou a decisão. O Fair Play é a ferramenta que vai salvar o futebol brasileiro. Então, a gente tem que dar todo o apoio às punições que vierem. Todos os clubes tiveram a oportunidade de se regularizarem e de estarem em dia Adalberto Batista, à CBN Ribeirão Preto Com a exclusão do programa, a Macaca deixa de ter custeadas pela CBF as despesas de logística e arbitragem e passa a arcar integralmente com esses custos. Embora a entidade siga responsável pela operação dos serviços, o clube passará a receber cobranças mensais, com prazo de até dez dias úteis para pagamento. Além disso, a Ponte Preta terá de reembolsar a CBF por todos os valores gastos com logística e arbitragem desde o início da Série B. Em caso de inadimplência, o clube poderá sofrer retenção de cotas de transmissão, premiações e outras sanções previstas em regulamento. Segundo a ANRESF, a readmissão da Ponte ao PARF-B seguirá possível, desde que o clube regularize as pendências trabalhistas e volte a cumprir os critérios de elegibilidade exigidos pelo programa. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora STF tem 5 votos para anular processo do caso Mariana Ferrer Jaques Wagner comprou apartamento de R$ 9 milhões em Salvador Hospital é condenado em R$ 175 mil após bebê cair no chão durante parto SE: Idosa morre após ser atendida por bolsista que atuava pelo irmão médico Apartamento, shows, voos em jatinho: o que liga Wagner e Master, segundo PF