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Só para assinantes Assine UOL Reportagem Flamengo volta a perder gols, mas abre dianteira sobre o Palmeiras Juca Kfouri Colunista do UOL 20/09/2026 20h30 Deixe seu comentário Varella comemora gol marcado pelo Flamengo contra o Bragantino pelo Brasileirão Imagem: Divulgação/Flamengo Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Aos três minutos no Maracanã com arquibancadas empolgantes e gramado deplorável, o Flamengo levou dois sustos no jogo contra o Bragantno: o time paulista só não abriu o placar por preciosismo e Ayrton Lucas teve de ser substituído por Alex Sandro. Em matéria de sustos foi só. Porque aos 9 quase fez 1 a 0 quando Dom Arrascaeta chutou na trave e Volpi pegou o chute à queima-roupa de Plata, no rebote. Casagrande Corinthians perde a 6ª seguida; e agora, José? Josias de Souza Gilmar cobra do TSE postura que sonega ao STF PVC Flu domina, e Corinthians sofre a 6ª derrota seguida Sakamoto Ataque ao voto feminino expõe projeto extremista Em seguida Carrascal achou Varella na área e da ponte Bogotá-Montevidéu nasceu o gol que pôs o Flamengo três pontos e duas vitórias à frente do Palmeiras. Mais não veio por acaso em seguida, porque o rubro-negro amassava o Massa Bruta, embalado pelo canto incessante da Nação. Volpi em noite iluminada evitava a goleada e deixava no ar a velha ameaça do quem não faz, toma, velha conhecida do Flamengo, aliás. E quase não deu outra, aos 45, quando Lucas Barbosa carimbou a trave de Rossi com um tirambaço de fora da área. E o que estava tranquilo no primeiro tempo começou menos confortável no segundo até que, aos 7 minutos, Volpi evitou mais um gol de Carrascal e, no rebote, Dom Arrascaeta, com o gol aberto, finalizou para fora. Fato é que o segundo tempo rubro-negro estava léguas distante do primeiro e havia motivos para temer a chamada jogada vadia dos bragantinos. Não que ameaçassem, mas achados são achados, mesmo quando não procurados. Continua após a publicidade Mas, Pedro, que procurava e não achava, em meio aos pedidos da Nação por Bruno Henrique, aos 25, escorou a casquinha de Jorginho pós-escanteio de Arrascaeta e fez o 2 a 0 do alívio e do fim do jejum do goleador. Fez e deu lugar a BH. P da vida, diga-se. Carrascal também saiu, na boa, para Luiz Araújo jogar. Dai para frente foi só festa e arremates de fora da área para Rossi treinar. Aos 40, Sosa quis melar a festa, ao chutar da esquerda e ver o desvio em BH trair o goleiro argentino: 2 a 1. A Nação pareceu nem ter visto porque não teve nem aqueles segundinhos de silêncio. Confiança pouca é bobagem apesar das peças que o futebol costuma pregar. Continua após a publicidade Leonardo Jardim ainda pôs De La Cruz e Freitas nos lugares de Arrascaeta e Plata, aos 45. Haveria mais oito minutos de acréscimos. "Meeengooo, Meeengooo, Meeengooo", sem parar, com um ligeiro tom mais de preocupação que de folia, tomava o Maracanã com 66 mil torcedores. Incentivar era preciso porque a fatura não estava liqüidada. Um dia o Flamengo perderá menos gols. Quando? Continua após a publicidade Quando Dida e Zico voltarem. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Anitta é coroada rainha de bateria da Grande Rio: 'Sonhei com este lugar' Diniz relaciona crise do Corinthians com lesões e cita desempenho com Yuri Diniz segue no Corinthians; Paz diz que jogadores pediram permanência Hulk faz dois, Fluminense vence em Itaquera e aumenta crise do Corinthians Gilmar defende para TSE uma depuração que sonega ao STF