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Assista aos melhores momentos de Ponte Preta 0x0 Botafogo-SP A Ponte Preta vive uma grave crise na temporada de 2026 e, assim como na queda no Paulistão, não consegue reagir na Série B. O resultado contra o Botafogo-SP, um amargo empate sem gols dentro do Moisés Lucarelli, mais uma vez mostrou que a equipe não tem capacidade para reagir sem um suporte que nunca chega de fora das quatro linhas. + ge Ponte Preta tem canal no WhatsApp; clique aqui para seguir! 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google O clima no Majestoso foi tenso, com um manifesto dos atletas depois de mais um prazo expirado sem receber os salários , protestos das arquibancadas contra a diretoria executiva e até reclamações contra a arbitragem de Edina Alves Batista de um possível pênalti não marcado em cima de Daniel Baianinho. 1 de 3
Ponte Preta x Botafogo; Série B 2026 — Foto: Marcos Ribolli Ponte Preta x Botafogo; Série B 2026 — Foto: Marcos Ribolli E, novamente, restou ao capitão Elvis falar sobre o momento, sobre a situação financeira e a falta de reação dentro da Série B, enquanto os principais responsáveis pelo cenário agonizante seguem em silêncio. VEJA TAMBÉM: + Torcida da Ponte Preta protesta contra diretoria: "Fora, Eberlin" Nos protestos da torcida, figuras do presidente Luiz Torrano, do vice Marco Antônio Eberlin e do presidente do Conselho Deliberativo, José Armando Abdalla, foram expostas como uma crítica ao alto comando alvinegro. Em meio ao cenário de crise na Série B, o trio segue sem dar satisfações e parece deslocado da realidade do clube, que há décadas não sabe o que é ter uma gestão de referência no futebol, e agora sofre para competir com equipes que lutam contra o rebaixamento para a Série C. 2 de 3
Torcida da Ponte protesta contra Eberlin, vice-presidente do clube — Foto: Redes sociais Torcida da Ponte protesta contra Eberlin, vice-presidente do clube — Foto: Redes sociais Como o torcedor será estimulado a acreditar na reação? Se os que comandam são os mesmos que empurraram o time para a Série A2 em 2022, para a Série C em 2024 e, novamente, para a segunda divisão estadual no primeiro semestre. A última vez que um dirigente se pronunciou foi o vice-presidente Marco Antônio Eberlin, no dia 11 de maio, prometendo que os salários seriam pagos até o fim daquele mês. Já estamos em junho, com os jogadores desabafando que o dinheiro não caiu. E não adianta quitar um mês, sendo que outros tantos continuam em aberto. Já o presidente Luiz Torrano falou pela última vez no dia 4 de fevereiro. Enquanto o silêncio entre os diretores impera, a Macaca segue sofrendo dentro de campo e luta para encontrar formas de resistir aos adversários. E até poderia sair com a vitória se a interpretação da arbitragem no lance de Baianinho na reta final fosse diferente. 3 de 3
Ponte Preta x Botafogo; Série B 2026 — Foto: Marcos Ribolli Ponte Preta x Botafogo; Série B 2026 — Foto: Marcos Ribolli Os jogadores lutam, entregam-se, mas falta ajuda. É difícil até culpar a expulsão de Diego Tavares. Afinal, como apontar falta de concentração de um atleta que não consegue pensar apenas no futebol enquanto as contas expiram no dia a dia? O jejum da Ponte chega a cinco jogos e o time não consegue sair da vice-lanterna, com oito pontos conquistados em 11 rodadas. São apenas dois de diferença para o próprio Botafogo-SP. + CLIQUE AQUI e leia mais sobre a Ponte O time que busca tantas coisas - estabilidade financeira, principalmente - ainda não tem definido quem será o comandante daqui para a frente. Edson Boaro fez o bom feijão com arroz e conseguiu, ao menos, estancar a peneira que o sistema defensivo se tornou nas mãos de Rodrigo Santana. Até o próximo jogo, diante do Cuiabá, serão oito dias. E até lá o torcedor espera ter algo a se agarrar para acreditar que é possível fugir do abismo.