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Esporte Futebol Copa do Mundo Mauro Cezar: 'Argentina atuou na mística' contra uma Espanha 'em modo hard' Do UOL, em São Paulo 19/07/2026 20h06 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× A Espanha venceu a Argentina na final da Copa do Mundo de 2026 com domínio e um gol na prorrogação, e a seleção sul-americana apostou mais na "mística" do que em jogo, avaliou Mauro Cezar no Posse de Bola , do Canal UOL. O comentarista comparou o desempenho argentino ao de outros adversários que, segundo ele, conseguiram criar mais contra os espanhóis. Na leitura dele, a Argentina só ameaçou quando já estava em desvantagem. Um time que não finalizou nenhuma vez até que se colocou a faca no pescoço, como sofreu o gol já na prorrogação, e aí criou duas situações de perigo. Mas é uma situação muito aquém. A Argentina não fez nada. Só conseguiu levar perigo depois que perdia por 1 a 0 no desespero, quando criou duas chances ali na correria do desespero, no sufoco. [...] A Argentina deveria ter jogado mais. Atuou na mística, na expectativa de conseguir alguma coisa no coração, um pouco de sorte, mas não foi possível. Mauro Cezar Juca Kfouri A Espanha é bi em tarde lamentável da Argentina Yara Fantoni É inadmissível Rodri ser eleito melhor da Copa Arnaldo Ribeiro Paredes é um jogador medíocre, desleal Milly Lacombe As lágrimas de Messi e de Scaloni Mauro Cezar também chamou atenção para a dificuldade da Espanha em transformar volume em gol, mesmo com alto número de finalizações. Para ele, ainda assim, o título foi "justo" e premiou um modelo coletivo. Chama atenção o perfil 'arame liso' modo hard dos espanhóis. Impressionante o time que finalizou 20 vezes, 13 no alvo, e que teve enorme dificuldade para abrir o placar. Mas uma vitória justa, um título de jogo coletivo contra uma equipe que poderia ter feito mais. Mauro Cezar Casagrande concordou com a ideia de controle espanhol, mas colocou parte do peso do jogo no comportamento argentino, que, para ele, "renunciou" a atacar e jogou para carregar o 0 a 0 até os pênaltis. O que deu todo esse controle mais numérico, que é assustador os números, foi a renúncia da Argentina, que em nenhum momento ela agrediu, em nenhum momento ela foi incisiva, em nenhum momento ela quis causar um problema. [...] Eu acho que passou muito mais na cabeça: não vamos tomar o gol antes. Vamos carregar o 0 a 0 até o máximo, se possível, para os pênaltis. Casagrande Já Juca Kfouri disse ter achado a partida a pior final de Copa que assistiu, e comparou com a decisão de 1994, também nos Estados Unidos. Ele citou ainda as condições climáticas como um fator que, na visão dele, foram mais duras naquele Brasil x Itália. Pior final de Copa que eu assisti. [...] Pior que a de 94, que foi também 120 minutos de 0 a 0, Brasil e Itália, mas teve mais futebol. E as condições climáticas em Los Angeles naquele dia eram muito piores do que as de hoje. Juca Kfouri Continua após a publicidade Relacionadas Arnaldo: 'Espanha ganha como em 2010: sem protagonista e sem ser brilhante' Na Copa em que o Brasil recusou a bola, a campeã é quem não abre mão dela Espanha martela Argentina por 106 minutos, marca na prorrogação e fatura bi Thiago Arantes foi na mesma linha ao classificar o jogo como "irritante" e disse que, no intervalo, a sensação era de estar diante de uma decisão abaixo do esperado. Para ele, a responsabilidade maior ficou com a Argentina. Quando terminou o primeiro tempo, a gente ficava olhando um para a cara do outro: "O que é que nós estamos assistindo?". A gente até classificou como a pior final de Copa dos últimos tempos desde 1994. Thiago Arantes Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora É inadmissível o Rodri ganhar o prêmio de melhor da Copa 'Paredes é um jogador medíocre, desleal, que não sabe perder', diz Arnaldo Messi chora em campo após vice da Argentina e provável última Copa do Mundo Na Copa em que o Brasil recusou a bola, a campeã é quem não abre mão dela EUA voltam a atacar o Irã pela nona noite consecutiva