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Análise dos Times

França

Principal

Motivo: O artigo foca na trajetória de Deschamps pela seleção francesa, enaltecendo suas conquistas e o legado deixado, com citações positivas de Macron.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

Copa do Mundo Kylian Mbappé Brasil Emmanuel Macron Argentina Alemanha França Croácia Noruega Iraque Didier Deschamps Zinedine Zidane Senegal

Conteúdo Original

Seleção da França faz treino físico em preparação para a Copa do Mundo Didier Deschamps, o mais longevo treinador da seleção francesa, terá a Copa do Mundo como último compromisso no cargo. Ele não se aposentará, mas deixará o posto com o qual conquistou o título mundial em 2018 e o vice em 2022, restaurando a França como potência do futebol mundial após o fiasco em 2010. + Veja a tabela da Copa do Mundo — Tenho plena consciência de que estes serão alguns dos meus últimos momentos [no cargo]. É uma sensação especial, não costumo demonstrar minhas emoções, mas estou me sentindo bem. Agora estou concentrando toda a minha energia no torneio — declarou o técnico de 57 anos ao anunciar a sua última convocação de Copa do Mundo. Deschamps assumiu a seleção francesa em 2012, enquanto o futebol francês se recuperava do fiasco de 2010. Naquela edição, a equipe caiu na primeira fase, sem vencer nenhum dos três jogos, e os atletas fizeram greve em um dia de treino após o corte do atacante Nicolas Anelka da delegação por ter xingado o técnico Raymond Domenech. Seleção da França lança coleção pré-jogo com marca de luxo para a Copa do Mundo Sob Deschamps, a França caiu nas quartas de final para a campeã Alemanha em 2014, conquistou o título em 2018 em final contra a Croácia e ficou com o vice em 2022, em derrota nos pênaltis para a Argentina. Tratados como favoritos ao título, os franceses querem agora chegar à terceira decisão consecutiva, algo que só a Alemanha Ocidental, entre 1982 e 1990, e o Brasil, de 1994 a 2002, conseguiram anteriormente. Se levar a França ao título, Deschamps se tornará apenas o segundo treinador a vencer a Copa do Mundo duas vezes, depois do italiano Vittorio Pozzo em 1934 e 1938. Um legado tão marcante que fez até o presidente Emmanuel Macron escrever um artigo de jornal em homenagem a Deschamps, que venceu a Copa do Mundo de 1998 como jogador. — Como todo francês, sentirei falta do DD, de sua força silenciosa, de sua calma diante da adversidade, de suas qualidades humanas excepcionais, de seu compromisso pessoal e generoso. Para Macron, o treinador se tornou "o técnico dos dias felizes". — Deschamps personifica verdadeiramente o espírito francês que nunca desiste. Muitos de nossos compatriotas aprenderam a amar esse estilo que prioriza a vitória em vez de agradar aos outros. 1 de 1 Didier Deschamps com Kylian Mbappé em treino da seleção da França antes da Copa do Mundo — Foto: Divulgação/Federação Francesa de Futebol Didier Deschamps com Kylian Mbappé em treino da seleção da França antes da Copa do Mundo — Foto: Divulgação/Federação Francesa de Futebol Deschamps deixará a seleção francesa, mas não se aposentará como treinador, como fez questão de ressaltar recentemente. — Estou disponível, e todos sabem disso. Não vou me aposentar depois da Copa do Mundo. — Há vida depois disso. Não sei como será, mas também será muito boa. Serão 14 anos, o que também é muito tempo. Não estou aqui pelos recordes, especialmente pelas exigências. O mais importante é que a seleção francesa permaneça no topo, onde está há muitos anos. A França estreia contra Senegal, no próximo dia 16, às 16h (de Brasília), antes de enfrentar Iraque e Noruega nos demais jogos do Grupo I. Zinedine Zidane, também campeão em 1998 como jogador, pode ser o substituto no comando da seleção francesa.