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Futebol Abel diz que não teve 'arte e engenho' para mobilizar Palmeiras em derrota Flavio Latif Do UOL, em São Paulo (SP) 06/08/2026 00h22 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Abel Ferreira durante o jogo entre Fortaleza x Palmeiras, pela volta das oitavas de final da Copa do Brasil Imagem: Cesar Greco/Palmeiras O técnico Abel Ferreira colocou em sua conta a derrota do Palmeiras para o Fortaleza no jogo de volta das oitavas de final da Copa do Brasil . O Alviverde venceu a partida de ida por 3 a 0 e garantiu a classificação para a próxima fase com um placar agregado de 5 a 3. O que ele disse A responsabilidade é do treinador. Queria agradecer o carinho de nossos torcedores mesmo na derrota. Não tive arte e nem engenho para os mobilizar. Sabemos da responsabilidade que é representar o Palmeiras. Eu sou o primeiro a dizer, seja onde for, jogamos para ganhar. Hoje não entramos com a nossa máquina competitiva ligada. Demos muito espaço ao adversário, entramos desconcentrados. Abel Ferreira, em entrevista coletiva após o jogo. "Eu diria que a maior responsabilidade é minha. Tínhamos três objetivos para esse jogo: o primeiro era ganhar, o segundo rodar o elenco e o terceiro era ver como nível e forma estão uns jogadores e outros. Nós temos Fuchs, Gómez, Barboza, lesionado. Se olhar para o lado esquerdo tínhamos o sub-20 a jogar [Benedetti e Arthur]. Os miúdos se meteram bem, se entregaram, as a responsabilidade a minha. Dos três objetivos, o maior e que não foi cumprido foi a vitória", acrescentou. Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo Veja outras falas de Abel Ferreira Classificação e jogos Copa do Brasil O que te motiva à frente do Palmeiras: O que motiva Abel à frente do Palmeiras? "Ganhar títulos. É isso que me motiva. Por isso estou no Palmeiras e é isso que temos feito nos últimos anos. Se comparar a valorização do elenco do Palmeiras, são R$ 1,4 bilhão. Se você olhar para a equipe mais jovem a lutar por títulos, é o Palmeiras. O Palmeiras teve uma gestão muito responsável na época do Galiotte, ganhamos títulos, e com a Leila tivemos uma gestão responsável, houve investimento, e é isso que me faz acreditar e estar aqui. O Palmeiras deveria ser um clube imitado por boa parte dos clubes brasileiros. Por isso vocês viram hoje sete ou oito jogadores da base. Sabemos os riscos que corremos, mas sabemos o que eles podem nos dar: possíveis vendas. É isso que mantém essa chama acesa. Estou em um clube com um projeto e que sempre luta para vencer as competições que disputa. Ano passado foi uma época desgraçada, mas para quem não tem dois olhos. O Palmeiras deve ser um exemplo de gestão financeira, esportiva, organização, processos e continuidade. Quem quiser olhar por esse lado, olha. Para quem não quiser...". Oportunidades a atletas que têm atuado pouco: "Os jogadores e o treinador do Palmeiras vivem de rendimento. O que cada um de vocês vê, eu também vejo. A vantagem é que eu vejo mais, vejo nos treinos. Os que têm melhor rendimento são os que jogam. Na minha equipe, nunca jogou o nome, o estatuto ou os medalhões. Joga quem tem rendimento, é muito fácil de gerir. Cada um dentro do clube sabe sua função. Ouço muito eles, aprendo com eles, mas cada um no seu lugar, porque tem que jogar quem dá mais rendimento." A importância de Jhon Arias: "Eu pra falar do Arias tenho que falar do Riquelme. O Riquelme não fez o melhor jogo dele, mas em casa contra a Chapecoense foi ele que entrou e que nos ajudou a resolver o jogo, e eu não esqueço disso. O jogador é avaliado pela última performance, assim que é avaliado para a crítica. Mas pra mim é lastro, pelo que ele vai fazendo. Eu não dou oportunidades a ninguém, eles trabalham para merecer essas oportunidades. O Vitor [Roque], o Riquelme, o Giay, precisam trabalhar pra merecer oportunidade. Os objetivos do Palmeiras são claros: ganhar títulos. Mas além de títulos, apostamos na formação, valorizamos os jogadores, vendemos os jogadores, sempre encontramos soluções para os jogadores vendidos. O Arias faz qualquer treinador melhor. Eu troquei o Riquelme de 20 anos e coloquei o Arias que tem Mundial nas costas, Fluminense, futebol brasileiro, futebol internacional. Ele nos ajuda muito no aspecto ofensivo, mas o que mais me impressiona é o que ele corre pra trás. Entrega ofensivamente e volta para atrás para ajudar o Arthur". Calor atrapalhou? "Estava calor para os dois, sem desculpas. A responsabilidade é minha. Os três objetivos que tracei para esse jogo consegui dois deles. Pedir desculpa para os torcedores, que fizeram esforço para nos ver aqui. Este é o meu melhor 11 neste momento? Se calhar não é, mas é um 11 suficiente para vir aqui e jogar para ganhar, e hoje não o fizemos. Fica a lição da derrota de hoje". Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Flávia Saraiva é ouro nas barras assimétricas em etapa da Copa do Mundo Carol Peixinho e Thiaguinho celebram um ano do filho: 'Tudo para mim' Eleição já sofre cerco dos EUA. Resta saber alcance da mão peluda de Trump Médico é levado à polícia por chamar mulher para atendimento em 'cativeiro' Qual exercício ajuda a aliviar gases e 'destravar' o intestino mais rápido?