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Futebol Por que EUA e Canadá barraram credenciados por motivos diferentes Rodrigo Mattos Do enviado do UOL a Miami 13/06/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Thomas Partey (Gana) Imagem: Getty Images Os EUA já tinham impedido um árbitro, membros de delegações e jornalistas de entrarem no país para a Copa do Mundo. O Canadá barrou o jogador Thomas Partey, volante de Gana, que irá desfalcar o time na estreia no Mundial. A negação de vistos dos dois países tem grandes diferenças pela sua natureza. Mas os bloqueios revelam um mesmo problema que é a definição em cima da hora dos jogos. Juca Kfouri ICE não pegou Balogun e ele já é o artilheiro da Copa PVC EUA indicam grande campanha na Copa Milly Lacombe Marrocos é um dos times mais organizados da Copa Carla Araújo Reação de Fachin é importante para Moraes Primeiro, o regulamento da Copa prevê, em seu artigo 23,4, que as federações nacionais têm que mandar uma lista prévia de 75 nomes para suas delegações. O objetivo é "as autoridades relevantes procederem às checagens de antecedentes" para dar visto. Teoricamente, todos que foram credenciados, sejam ligados a federações ou não, passam por esse processo. Foi assim nas Copas anteriores. Ou seja, se era para constar problemas, os dois países já deveriam ter avisado antes a Fifa e negado credenciais. O árbitro somali Omar Artan foi interrogado por 11 horas na sua chegada aos EUA. Foi impedido de entrar com uma alegação não explicada de suposta ligação com terrorismo. Não foi claro. Isso também ocorreu com membros da delegação iraniana. O argumento americano era de não facilitar a entrada de terroristas. Não foi explicitado qual a ligação dos barrados com ações militares. Torcedores de outros países como Haiti também tiveram seus vistos negados. Todas as motivações no caso norte-americano são políticas e de relações internacionais. Foram atingidos membros de países com quem os EUA têm relação problemática ou de guerra (caso do Irã). Continua após a publicidade Já o caso do Canadá é um procedimento de visto rotineiro do país impedir a entrada de condenados por crimes graves, como homicídios ou estupro. Partey ainda é acusado de estupro na Inglaterra, embora ainda não tenha sido julgado. Mas, pelos procedimentos canadenses, o bloqueio pode ocorrer mesmo assim, se as autoridades locais entenderem que há indícios suficientes contra a pessoa. O jogador marroquino Hakimi poderia passar pelo mesmo problema se o seu país jogasse no Canadá. Ele também é alvo de julgamento na França pela acusação de uma jovem por um episódio de 2023. No caso dele, o juiz entendeu que o caso deveria ir a julgamento por haver algum indício mais sólido. Hakimi nega a acusação e diz que não tem fundamento. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Estados Unidos 4 x 1 Paraguai | Melhores Momentos | Copa 2026 Donald Trump anuncia a morte do líder da maior facção da Venezuela Rodrygo detalha mudança de Vini Jr após 'convencimento' de Ancelotti Jogadores da Inglaterra têm chuteiras furtadas antes de estreia, diz jornal Delegada ao prender suspeita que fingia ser criança: 'Sei que tu é mulher'