Conteúdo Original
Só para assinantes Assine UOL Reportagem Na batalha do Azteca a armada inglesa sobreviveu Juca Kfouri Colunista do UOL 06/07/2026 00h04 Deixe seu comentário Kane e Bellingham comemoram gol da Inglaterra contra o México na Copa do Mundo Imagem: Reprodução/X Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Se em Nova Jersey de futebol com F maiúsculo tivemos apenas Odegaard e Haaland na vitória norueguesa sobre a frágil Seleção Brasileira, na Cidade do México sobrou emoção. O histórico Estádio Azteca testemunhou uma batalha entre mexicanos e ingleses de não se tirar os olhos dela. O México, como era de se esperar, partiu com tudo logo no começo para tentar intimidar a Inglaterra que sofreu até equilibrar o jogo e, em dois minutos, com o monstruoso Jude Bellingham, fazer 2 a 0, aos 36 e 37 minutos. Milly Lacombe Vini, Raphinha, Casemiro: a geração sem personalidade Mauro Cezar Vini bate pênalti mal e não deveria ter cobrado Alicia Klein A Copa do Mundo de Neymar foi um sucesso Alexandre Borges Os riscos de promover provocadores políticos Parecia que o sonho mexicano estava sepultado, mas, aos 41, Quiñonez diminuiu e por muito pouco, ainda no primeiro tempo, o empate não aconteceu, com o Azteca ensandecido como os ingleses provavelmente jamais viram nos estádios europeus. O segundo tempo começou nesse clima, os ingleses quase ampliaram, mas a bola bateu na trave e, em seguida, aos 11, Quansah foi expulso e deixou a Inglaterra com dez. Saka foi sacado e Stones entrou. Assine UOL e ganhe acesso a conteúdos exclusivos + uma camiseta da loja de UOL Esporte para torcer na Copa. No auge do entusiasmo da torcida, pênalti para Inglaterra valeu o 3 a 1 na cobrança de Harry Kane e a vida mexicana novamente se complicou. Mas dez minutos depois foi a vez de Kane cometer pênalti e Raul Gimenez diminuir de novo: 3 a 2. O clima era efervescente, os mexicanos catimbavam o que podiam e os ingleses buscavam manter a fleugma como se estivessem em Wembley. Continua após a publicidade Um gol mexicano, o do empate, provavelmente significaria a vaga nas quartas contra a Noruega, porque, na pior das hipóteses, seria muito difícil que os europeus resistissem na prorrogação. Mas a infantaria inglesa defendia sua área como se fosse o Palácio de Buckingham. O capitão Kane saiu aos 90 e ficava fora dos 11 minutos de acréscimos. Rogers o substituiu. Bellingham despertava a ira do Azteca, tão gigantesca sua atuação. Haja nervos, haja pulmões! Quinze finalizações mexicana, cinco no alvo, duas na rede. Continua após a publicidade Cinco inglesas, quatro certas, três na rede. E foi o que prevaleceu. Inglaterra x Noruega. Era para ser o Brasil. Era mesmo? A segunda sede se despediu da Copa. Diante de 80 mil torcedores, o México jogou como nunca e perdeu como sempre. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Jornais detonam seleção no dia após eliminação: 'Brasil é um mito distante' Mauro Cezar: Eliminação era esperada; trabalho de Ancelotti é ruim Ligação de Trump e advogados: o esforço coordenado dos EUA no caso Balogun Vini, Raphinha, Casemiro: a geração sem personalidade e sem rumo Justiça condena Havan por se apropriar de voz de Paulo Vieira em propaganda