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O Fluminense voltou ao Brasileirão ainda com a eliminação para o Palmeiras na Libertadores no retrovisor e encontrou, na Arena Condá, uma noite que prometia recomeço, mas terminou em tropeço. Diante da Chapecoense, lanterna e pressionada pelo rebaixamento, o Tricolor tinha a chance de se aproximar do G-4; saiu derrotado por 2 a 1 e desperdiçou a oportunidade [ , ]. A história do jogo começou com um erro na saída de bola e um escorregão de Igor Rabello: Giovanni Augusto serviu Bolasie, que abriu o placar. Guga empatou ainda no primeiro tempo, após jogada de Guilherme Arana e Hulk, mas Giovanni Augusto voltou a castigar na etapa final. O Fluminense pressionou tarde, e as chances de Lucho Acosta e Kevin Serna não mudaram o desfecho [ , , ]. Na leitura de Marcão, faltaram precisão e execução: o técnico chamou a atuação de “noite para esquecer” e assumiu a responsabilidade pelo resultado. A derrota deixou o Fluminense fora do G-4 e reforçou a urgência de reagir na disputa por uma vaga na Libertadores, agora com o Internacional pela frente, no Maracanã [ , ]. Houve também um capítulo fora das quatro linhas: suspenso pelo STJD após críticas à arbitragem do clássico contra o Flamengo, o presidente Mattheus Montenegro assistiu ao jogo no setor visitante da Arena Condá. Num sábado em que o Flu precisava virar a página, a arquibancada acabou oferecendo ao dirigente um lugar — e ao time, pouca consolação [ ].