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Análise dos Times

Palmeiras

Principal

Motivo: O texto exalta a conquista do Palmeiras, descrevendo a vitória como 'lava a alma' e o grito de campeão como algo esperado. Há foco na performance e no resultado positivo do time.

Viés da Menção (Score: 0.8)

Motivo: Embora reconheça o esforço do Novorizontino e sua invencibilidade em casa, o texto o retrata como adversário do Palmeiras na conquista, o que naturalmente o coloca em uma posição secundária e com um tom menos elogioso em comparação ao campeão.

Viés da Menção (Score: -0.2)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Palmeiras Abel Ferreira Gustavo Gómez Carlos Miguel Andreas Pereira Vitor Roque Novorizontino Murilo Felipe Anderson Flaco López Campeonato Paulista Sosa Mauricio Marlon Freitas Arias Rômulo Matheus Bianqui Emi Martinez Jordi

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem Verdão lava a alma com a volta do grito de campeão Juca Kfouri Colunista do UOL 08/03/2026 22h35 Deixe seu comentário Vitor Roque, do Palmeiras, celebra gol sobre o Novorizontino, na final do Paulistão Imagem: Joisel Amaral/AGIF Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Chovia canivetes em Novo Horizonte, o gramado estava encharcado, Arias em campo e Rômulo também. Torcidas divididas, só se ouvia a do Palmeiras, e antes do nono minuto Andreas Pereira cruzou, Gustavo Gómez cabeceia para Marlon mandar na trave e Murilo fazer, de coxa, o 1 a 0 tranquilizador, 2 a 0 no placar agregado. Começo de jogo de time grande, enorme. Mauro Cezar Fla-Flu ruim tem emoção só nos pênaltis Josias de Souza Haddad, o perdedor predileto de Lula em SP Igor Gielow Teocracia do Irã agora veste farda Mariana Sanches O cálculo eleitoral da guerra no Irã para Trump O gramado não permitia espetáculo de qualidade, mas luta não faltava. E o Novorizontino estava disposto a não perder sua invencibilidade em casa. Aos 25, em bobeada de Carlos Miguel que tinha a bola aparentemente dominada, Matheus Bianqui foi mais rápido e cutucou para o empate: 1 a 1. O goleirão comeu o chamado frango d'água. Em tese, em campo pesado é mais fácil defender que atacar. Também em tese, o time mais técnico sofre mais. Continua após a publicidade Ou seja, até nisso havia empate, porque os anfitriões precisavam atacar e os visitantes eram mais técnicos. Aliás, Abel Ferreira demorou para escalar Arias como titular e talvez, dadas as condições do gramado, o jogo não era o mais adequado para ele começar. Depois do empate o Novorizontino tomou conta do jogo e botou o Palmeiras na defensiva até o fim do primeiro tempo, embora, aos 41, Marlon Freitas tenha feito Jordi realizar difícil defesa em cabeçada certeira. Ao chegar o intervalo o Palmeiras era campeão paulista pela 27ª vez e o Novorizontino, pela segunda vez, não conseguia o título inédito. Mas fazia bonito. Assim que o segundo tempo começou Vitor Roque ia fazendo um gol de placa pela esquerda depois de engolir quatro zagueiros, mas foi bloqueado pelo quinto. O Verdão começou a etapa final com a mesma agressividade com que havia iniciado a inicial e se não obtinha maiores chances, ao menos impedia que o aurinegro se aventurasse. Continua após a publicidade A chuva não dava trégua e o gramado, embora resistisse bravamente, impedia a plástica e convidava à luta. Que não faltava. Em raro momento de liberdade, Arias livrou-se de zagueiro no bico direito da área e fez Jordi trabalhar. E Vitor Roque apareceu novamente. Carlos Miguel repôs a bola em jogo com chutão, Flaco López cabeceia para dentro da área, Arias divide com Jordi que deixa a bola escapar e o centro-avante não perdoa: 2 a 1, aos 62. Mauricio saiu e Felipe Anderson entrou. Continua após a publicidade O alviverde prevalecia fisicamente contra adversário que parecia esgotado pelo esforço nos 45 minutos iniciais. Após dois anos de seca, sob chuva, o Palmeiras lavava a alma e soltava de novo o grito de campeão, além de quebrar a invencibilidade do adversário que dava sinais de perder, além do jogo, da invencibilidade de 14 jogos em casa, e do título, a cabeça. O Palmeiras merecia a vitória e o título, mas, fosse bonzinho, depois de cobrar muita para Rômulo poder jogar, poderia conceder, ao menos, o empate. É claro que generosidades não cabem no futebol profissional, mas quase Carlos Miguel colaborou de novo em saída atabalhoada do gol. Arias e Andreas foram embora e Allan e Lucas Evangelista chegaram, aos 79. Vitor Roque e Flaco López também saíram e Sosa e Emi Martinez entraram. Continua após a publicidade Antes de se tornar o treinador mais vitorioso da história palmeirense com 11 taças, Abel Ferreira recebeu seu tradicional cartão amarelo. Quem se importa? A vontade de soltar o grito de campeão era tamanha que no primeiro dos sete minutos de acréscimos a massa verde, e ensopada, já cantava a conquista sem medo de ser feliz. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Fumaça em Teerã, drones no Golfo: a guerra atinge a economia mundial Adolescente perseguiu irmã da vítima após estupro coletivo no Rio, diz avó BBB 26: Babu, Chaiany e Milena estão no 8º Paredão do reality Vitor Roque decide, Palmeiras vence o Novorizontino e é campeão paulista Taça do Paulista consagra Abel e batiza novos campeões no Palmeiras