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Só para assinantes Assine UOL Reportagem PSG fala português e está na final da Champions Juca Kfouri Colunista do UOL 06/05/2026 17h59 Deixe seu comentário Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Teoricamente, o PSG a jogava pelo 0 a 0, que o levava à final da Champions. Jogava? Sim, jogava. Juca Kfouri Corinthians está praticamente nas oitavas PVC Danilo mostra por que estará na Copa do Mundo Sakamoto Facada por franja é vitória do Brasil miliciano Daniela Lima Delação de Vorcaro não vai prestar sem fatos novos Até o segundo minuto em Munique. Porque aos dois minutos passou a jogar pelo 1 a 1, graças ao gol que fez em descida pela esquerda de Kvaratskhelia e passe para Dembélé fulminar Neuer: 1 a 0. O Bayern Munique foi à luta, dominou, não conseguia chutar a gol, ainda viu Neuer fazer milagre em cabeceio de João Neves. Só aos 43 e 44 minutos o goleiro Safonov trabalhou de verdade, ao cortar cruzamento pela direita e ao defender arremate de Musiala da marca do pênalti. Estava longe de ser a loucura do jogo no Parque dos Príncipes, mas era bom jogo e tinha drama, muito drama. Tanto que houve um lance de pênalti reclamado pelos alemães enlouquecidos como se fossem sul-americanos, do técnico Vincent Kompany aos jogadores, porque uma bola afastada por Vitinha pegou no braço de João Neves ainda na saída da área. Continua após a publicidade O árbitro João Pinheiro, tão português como Vitinha e Neves, resistiu à pressão colossal e fez muito bem em não marcar pênalti. Se tivesse marcado, ouviria poucas e más, também em português, do capitão Marquinhos, e, talvez, ainda de Nuno Mendes, porque o PSG tinha um quarteto da língua de Camões em campo, além de Beraldo, no banco, e Gonçalo Ramos, para completar o sexteto. No Brasil marcariam. O segundo tempo começou com os alemães donos da bola, mas mais com pressa do que rápidos. Aos 55, Doué fez Neuer trabalhar outra vez e os ponteiros dos relógios sem ponteiros corriam velozmente demais para os germânicos e lentamente em demasia para os franceses que, no entanto, novamente, aos 56, obrigaram Neuer a grande defesa com os pés. O PSG vencia porque jogava melhor e, aos 64, Neuer evitou o 2 a 0 de novo, em chute de Doué. Continua após a publicidade Manuel Neuer, que não havia feito uma defesa sequer em Paris (as cinco bolas que foram ao gol entraram), era o melhor do BM em campo. O jogo chegava aos 70 minutos e, enfim, Safanov foi acionado por duas vezes, mas com defesas obrigatórias. O PSG seguia mais perto de ampliar do que de sofrer o empate. Pregava sustos em cima de sustos e só se ouvia a torcida parisiense em Munique. Mas o empate, por Harry Kane, veio aos 49 minutos, no penúltimo minuto dos créscimos. O PSG não jogou pelo 0 a 0 e o 1 a 1 bastou, embora merecesse, ao menos, 2 a 0. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Gustavo Henrique celebra gol e explica confusão: 'Estavam de cabeça quente' Câmara aprova aumento de penas para estupro e exploração sexual infantil Botafogo vence o Racing em noite de gol contra e frango na Sul-Americana Influenciadora condenada por morte de personal no AM é dada como foragida Flu sofre pelo alto, mas arranca empate no fim e sobrevive na Libertadores