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Análise dos Times

Brasil

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Motivo: A série foca na reconstrução da seleção brasileira, com tom otimista e convicção na conquista da Copa. A narrativa é centrada nos avanços e esperanças para o time.

Viés da Menção (Score: 0.8)

Palavras-Chave

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Futebol Série da CBF mostra reconstrução da seleção e tem até carrinho em Ancelotti Igor Siqueira Do UOL, no Rio de Janeiro 01/06/2026 12h00 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Siga o UOL Esporte no Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Os bastidores e a reconstrução da seleção brasileira sob o comando de Carlo Ancelotti serão contados em uma nova série. "Vai, Brasil!" é o projeto mais recente da Feel The Match, em parceria com a CBF, e vai ao ar no Globoplay a partir de hoje. O diretor Bruno Maia conversou com o UOL e trouxe detalhes sobre a produção, cujas filmagens aconteceram ao longo do último ano. A série tem como ponto de partida a derrota da seleção para a Argentina, por 4 a 1, pelas Eliminatórias, e conta como o trabalho de Ancelotti foi implementado, culminando com a convocação dos 26 jogadores que embarcam hoje rumo aos Estados Unidos para defender o Brasil na Copa. Sakamoto Prefeitura de SP pode ter financiado traição ao Brasil Alicia Klein Por que o estádio que vaia Virginia louva Neymar? Wálter Maierovitch Flávio incorporou terror com pitadas milicianas Alexandre Borges O debate político morreu, e ninguém chora por ele "O filme parte da premissa de que a reconstrução começa após a derrota pra Argentina, que é um impacto muito grande. A maior derrota que o Brasil teve em Eliminatórias para o maior rival, da forma como foi e que levou à queda do Dorival. A gente vai investigar e conversar com os jogadores para entender se era só uma coincidência ou se isso de fato teve um impacto emocional na trajetória deles. E parece que sim, que teve um impacto na trajetória deles", disse Bruno Maia. A série aborda os anseios dos próprios jogadores para o trabalho de Ancelotti. O ajuste na defesa é um deles. Há também conexões entre situações que acontecem nos treinos e passagens dentro dos jogos. O trabalho de bola parada está nesse pacote e foi crucial na vitória sobre Senegal, em amistoso. Trazendo cenas dos vestiários e das rodinhas dos jogadores, as vozes de líderes atuais desse grupo de Ancelotti ficam mais evidentes. A queda de Ancelotti (no treino) Ao ter acesso aos bastidores da seleção, "Vai, Brasil" traz não só entrevistas com os protagonistas do grupo e Ancelotti, mas tem passagens inusitadas. Um trecho fora da curva é o carrinho que o atacante Richarlison, sem querer, acertou em Ancelotti durante o treino. O italiano gritou e foi ao chão. Continua após a publicidade "É um tipo de processo que a gente não sabe onde vai parar, quando a grande história vai acontecer. Gastamos muito tempo com a câmera ligada. É um dia inteiro trabalhando para conseguir 15, 20 segundos. Por vezes, aconteceram coisas e a gente não estava com a câmera ligada. O lance do Richarlison é uma sorte que demos de estarmos em um trabalho intensivo. Foi uma coisa impactante, aquele crescente na hora. Mas foi se diluindo depois, caiu no bom humor. Virou piada. O Richarlison é muito engraçado", conta Bruno Maia. O episódio não teve nada a ver com a não convocação do Pombo para a Copa, diga-se. Uma das dores do diretor Bruno Maia, como torcedor, é ver também que alguns protagonistas ficaram pelo caminho, em razão das lesões. Rodrygo, Estevão e Militão tiveram papel importante na estrutura da seleção. Mas, ao fim das contas, não poderão jogar o Mundial. "Os meus lamentos são de torcedor, não são de diretor do filme. Porque acho que a beleza do filme é essa mesmo, mas não se apega nisso. A história é o que ela se revela. Isso deu mais trabalho de amarrar, de contar a história perdendo alguns protagonistas no final. A gente viu que alguns jogadores foram muito importantes. Ao mesmo tempo, a saída de alguns jogadores permitiu chegar uma galera com gás que talvez a seleção não visse. Porque ter seis, sete jogadores que chegam pela primeira vez juntos e que vão para a Copa do Mundo, isso é muito raro. E dá pra perceber que isso mudou o gás. Os caras estão muito pilhados. Eu acho que os novos acabaram contagiando nesse sentido", disse Bruno Maia, referindo-se a nomes como Rayan, Igor Thiago e Danilo Santos. Ao mesmo tempo, Neymar teve menções esporádicas, já que só apareceu na seleção na última convocação. Não houve entrevistas gravadas com ele para os três episódios já finalizados. Maia, que também dirigiu e produziu "Romário, o Cara", começou a discutir a série com a CBF ainda na gestão Ednaldo, mas foi com a chegada de Samir Xaud que o projeto foi para frente. Ver e contar tudo de perto deixa o diretor muito mais confiante no hexa. Continua após a publicidade "Eu tenho certeza do hexa. Tenho muita convicção nele. E eu já tenho essa convicção de alguma forma desde antes de começar. Por isso, eu acho que eu lutei tanto, trabalhei tanto pra conseguir viabilizar junto com a CBF essa série. Eu não sei te explicar de maneira racional. É uma coisa talvez mística, pessoal, intuitiva, de achar que isso (hexa) iria acontecer. Sempre acreditei muito que esse ciclo seria assim. Tinha uma intuição de que o ciclo confuso atrai uma conexão, um senso de responsabilidade maior. E quanto mais o ciclo ficava confuso, e eu não estava filmando essa série, mais eu queria fazer", disse o diretor. Além dos três episódios que irão ao ar no Globoplay de hoje até quarta-feira, haverá um episódio especial ainda antes da Copa, com a reta final da preparação da seleção a partir da chegada à Granja Comary, culminando com a goleada deste domingo, sobre o Panamá, e o embarque para os Estados Unidos. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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