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Futebol Abel diz que não leu 'protesto', vê 'belíssimo' jogo e discorda de expulsão Do UOL, em São Paulo 12/08/2026 22h36 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× O técnico Abel Ferreira, do Palmeiras, avaliou que o time fez um "belíssimo jogo" no empate contra o Cerro Porteño-PAR, por 1 a 1 , no Nubank Parque, nesta quarta-feira. Em entrevista coletiva, o português também comentou um manifesto publicado pela Mancha Verde , principal organizada do clube, e criticou a expulsão do meio-campista Andreas Pereira. O que ele disse? Abel Ferreira lamentou que faltou eficácia para conquistar a vitória. O treinador elogiou o volume de jogo do Palmeiras, enumerou as chances perdidas durante os 90 minutos e pediu calma para conquistar a classificação contra o Cerro Porteño no duelo da volta, em Assunção, no Paraguai. Acho que fizemos um belíssimo jogo. Oportunidades do [Vítor] Roque e do [Flaco] López. Um chute do Allan que o goleiro tirou. No segundo tempo, Arias falhou com o pé esquerdo. Depois, outro chute do Arias na trave. E o gol... [...] Fizemos um jogo com volume, com oportunidades, mas com pouca eficácia, é verdade. No último lance do jogo, com menos um, os nossos zagueiros têm que seguir o movimento do centroavante, e o nosso goleiro também sabe que pode fazer melhor. Mas, o futebol para mim é muito claro: quando ganhamos, ganhamos todos; quando perdemos, perdemos todos. Hoje, a nossa eficácia não foi boa. Não foi o dia em que o ketchup saiu. Peço calma aos nossos jogadores e à nossa torcida. Temos mais 90 minutos para atingir o objetivo. Abel Ferreira, à imprensa Matheus Pichonelli Flávio tira Moraes da TV e ganha reforço de Michelle Julián Fuks O bolsonarismo agora é tão nocivo quanto antes PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo Ainda sobre o jogo, Abel criticou a decisão da arbitragem de expulsar Andreas Pereira. "Acho que a expulsão, por tudo que foi o jogo, foi muito rigorosa, se compararmos com a entrada do jogador adversário no Vítor Roque na primeira etapa. [...] O jogador passa o jogo todo a agarrá-lo, e ele simplesmente tira a mão e leva um cartão vermelho", avaliou o treinador. Andreas recebeu o cartão vermelho direto do árbitro Gustavo Tejera aos 27 minutos do segundo tempo. Ele se envolveu em uma disputa no meio-campo com o adversário Mateo Klimowicz, que caiu no gramado e indicou uma agressão. Com a punição, o camisa 8 não poderá atuar no jogo de volta das oitavas. O português também foi questionado sobre um "protesto" da Mancha Verde e mostrou gratidão à torcida. Apesar de não ter visto diretamente o conteúdo publicado pela organizada nesta terça-feira (11), Abel aprovou a mensagem de "apoio incondicional" diante do principal objetivo da temporada: ganhar todos os troféus em disputa. Tenho tanto trabalho no Palmeiras que não li [o protesto]. Eu tenho um carinho, um respeito e uma gratidão muito grande por todos os nossos torcedores, e o "todos somos um" é isso mesmo. O símbolo que tenho aqui ao peito é desde 2020. Desde 2020, ganhando ou perdendo títulos, ganhando ou perdendo jogos, eu, como treinador, faço uma coisa: servir ao Palmeiras da melhor forma que sei e que posso. Logicamente, quando estamos todos unidos e lutando para servir ao Palmeiras, sobretudo nos momentos difíceis, aí criamos as condições. Os nossos pilares: direção, comissão técnica, jogadores e torcida. Com todos do mesmo lado, estamos preparados para ganhar quatro em quatro [competições], que é o que queremos neste ano. Abel Ferreira, à imprensa O Palmeiras decide a vaga nas quartas da Libertadores na próxima quarta-feira (19), às 19h, no Estádio ueno La Nueva Olla. Antes, o Alviverde tem um compromisso fora de casa contra o Fluminense, no sábado (15), pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro. Continua após a publicidade Outras declarações de Abel Possível pênalti de Carlos Miguel não marcado: "Para mim, as coisas são branco ou preto. Se tocou, é penal. Se não tocou, não é penal. Viram a agressão do Andreas no jogador adversário? Alguém viu cotovelo na cara, murro no peito? Alguém viu? Portanto, se o Andreas deu algum murro na cara, no rosto, deveria ter sido expulso. Mas, quando um jogador passa o jogo todo a agarrá-lo, e ele simplesmente tira a mão e leva um cartão vermelho... Se o Carlos Miguel tocou, o árbitro tem que marcar penal." Tropeços em casa: "Temos tropeçado menos que os outros. O Brasileirão é uma competição de pontos. Quando chegarmos lá no final, vamos ver se esses pontos em casa que nós perdemos vão fazer falta ou não. Eu gosto de olhar para a classificação no final. Nunca, desde que estou aqui, o Palmeiras chegou a esta fase em todas as competições, O caminho é esse, mesmo com esses tropeços e acertos em casa. Algumas vezes, por incapacidade nossa; outras vezes, por ineficácia nossa, que foi o caso de hoje. Contra o Inter, aceito todas as críticas. Hoje, não. Futebol é isso: eficácia. É uma eliminatória que está em aberto. Temos tido dificuldade em casa, mas fora [de casa] temos sido fortíssimos. Estamos em todas as competições e não vou abdicar de nenhuma. Todas elas são nossos objetivos. Temos todas as condições e criamos as condições para ganhar hoje o jogo, mesmo com um a menos. Parece que no futebol vivemos em um mundo onde não há humanos. Onde há humanos jogando, haverá erros. Não há ninguém no mundo que queria acertar mais do que eles." Dificuldade para vencer times defensivos: "Temos que aprender a lidar com essa pressão positiva de jogar para ganhar. Nem sempre conseguimos. Aceito perfeitamente essa crítica construtiva. No jogo contra o Inter, tenho que aceitar que a equipe não criou, não foi intensa. Se mantivermos essa atitude [de hoje], estou de consciência tranquila, porque é esse caminho que temos que percorrer. Se fizermos isso, estamos preparados para ganhar não só jogos fora, como tem acontecido, mas também jogos em casa. O jogo não se resolve só com ataque posicional. Estou aqui há seis anos e nunca vi o Inter jogar contra o Palmeiras daquela maneira. Nem o Atlético Mineiro. O Palmeiras cresceu muito, e equipes com a grandeza e a dimensão do Inter e do Atlético vêm aqui jogar da forma que entendem dificultar-nos. Eu, como treinador, tenho que arranjar soluções." Novas regras anti-cera na Libertadores: "Há coisas que entendo e outras que não entendo. O futebol não é o mesmo em todo lugar? Por que as regras não são iguais para todas as competições? Aqui joga-se um futebol diferente? Não gosto de ver jogo parado, adoro que a bola esteja sempre rolando. Gosto muito das regras que foram implementadas. Só que preciso ter um chip quando é a CBF, e outro quando é a Conmebol. Esse é o reparo que tenho a fazer." Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Dono de ONG bancada pelo governo mobiliza campanha paralela de Lula com aval de Janja Polícia chega a políticos após 23 anos de cerco ao PCC no setor de ônibus TSE aceita ação de Flávio Bolsonaro contra Lula por desfile no Carnaval Quem é Ciro Soares, advogado que aparece com Vorcaro e Gonet em Londres Brad Pitt não teve problema com bebida, mas com Angelina Jolie, diz fonte