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Árbitro da Copa barrado nos EUA afirma: 'Eles têm problemas com meu país' Do UOL, em São Paulo 09/06/2026 12h31 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Omar Artan, árbitro da Somália, em jogo pela Copa Africana de Nações Imagem: Ulrik Pedersen/NurPhoto via Getty Images Barrado de entrar nos Estados Unidos para trabalhar na Copa do Mundo, o árbitro Omar Abdulkadir Artan, da Somália, relatou ao The New York Times como foi o processo no aeroporto de Miami. O que aconteceu Artan diz que foi interrogado em uma sala e que o processo durou cerca de 11 horas . Após ter a entrada recusada, ele ainda afirma ter ficado em uma cela separada até ser colocado em voo rumo à Istambul, na Turquia. Estou muito, muito desapontado. Sou apenas um árbitro tentando viver seu sonho, o maior sonho da minha vida, vir para a Copa do Mundo. Acho que eles [Estados Unidos] têm um problema com meu país. Eu tinha os papéis certos e tudo. Eu tinha o visto correto. Omar Abdulkadir Artan, em ligação telefônica, ao NYT Alexandre Borges NY vaiou Trump como o Maracanã vaiou Lula Wálter Maierovitch Bolsonaro tem razão sobre julgamento no STM Sakamoto Trump barra africano e põe xenofobia na Copa Josias de Souza Usar Deus por votos é perversão de valores A matéria também relata que Artan chegou a mostrar os documentos que mostram sua ligação com a Fifa . Além disso, o somali teria mostrado fotos atuando como árbitro em competições internacionais. Não foi o suficiente para reverter o cenário. O viajante passou por uma inspeção adicional, uma parte rotineira do processo de inspeção quando os policiais precisam verificar informações ou determinar a admissibilidade. Após a inspeção, o viajante, árbitro da Copa do Mundo da Fifa, foi considerado inadmissível devido a preocupações com a verificação e teve a entrada negada. Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA, ao NYT A Fifa se manifestou em nota e confirmou a ausência de Artan na Copa do Mundo . A entidade declarou que cabe ao governo local decidir quem pode ou não entrar no território. A Fifa foi informada pelas autoridades de que a situação do Sr. Artan não será alterada neste momento. Em linha com eventos anteriores da Fifa, cabe, em última instância, ao governo do país anfitrião determinar quem recebe um visto e quem tem permissão para entrar em seu território. Fifa, em comunicado oficial O governo da Somália afirmou que tentou negociar com os EUA e a Fifa para que o árbitro pudesse entrar no país. Porém, não teve sucesso. "Suas conquistas internacionais são uma fonte de honra para o povo somali", disse o Ministério do Esporte. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Se sancionar Pix, EUA criam lacunas no sistema financeiro, diz Durigan Parte de empréstimo ao Botafogo foi para filial liderada por Textor nos EUA Vacina que custa até R$ 600 na rede privada passa a ser oferecida pelo SUS Resgate de 400 gatos presos em apartamento custa R$ 500 mil, diz prefeitura Mulher de 37 anos que fingiu ter 12 é denunciada por dois crimes em SC