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Só para assinantes Assine UOL Reportagem Recordar é viver, Pelé, Tostão, Ronaldo e Rivaldo acabaram com vocês Juca Kfouri Colunista do UOL 27/05/2026 20h34 Deixe seu comentário Tostão e Pelé juntos na seleção brasileira, em 1969, meses após o ídolo do Cruzeiro sofrer a bolada no olho esquerdo que lhe encurtaria a carreira no futebol Imagem: Estadão Conteúdo Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Em 1958, no último jogo da Seleção Brasileira antes de embarcar para ser campeã mundial pela primeira vez, o zagueiro Ari Clemente, do Corinthians, deu uma entrada violenta em Pelé, com 17 anos, e quase o tirou. Ele só viajou para a Suécia porque o chefe da delegação, Paulo Machado de Carvalho, bateu o pé. Pelé entrou no terceiro jogo ainda na fase de grupos, contra a União Soviética, e não saiu mais. Wálter Maierovitch Na Casa Branca, Flávio quis imitar o irmão Eduardo Daniela Lima Parlamento mostrou que quando quer não é surdo Milly Lacombe O efeito da idolatria na luta contra o ódio Josias de Souza Esboço de nova chapa: Caizema ou Zemaiado? Marcou seis gols: o da vitória contra País de Gales por 1 a 0; três contra a França na semifinal, 5 a 2, e mais dois na final contra a Suécia, pelo mesmo placar. Em 1970 a história se repetiu como festa porque João Saldanha insistiu em levar Tost?o que havia sofrido descolamento de retina em jogo entre Cruzeiro x Corinthians, causado por bolada desferida pelo zagueiro Ditão. Tostão foi titular, fez dois gols nas quartas de final contra o Peru e iniciou a jogada que deu o gol da vitória, 1 a 0, contra os então campeões mundiais ingleses. O Brasil foi tricampeão no México. Em 1986, Zico estava machucado pela entrada assassina do zagueiro Márcio e Telê fez questão de levá-lo, até para arrependimento do Galinho que se esforçou de maneira sobre-humana para jogar. E ele entrou contra a França e deu o passe para Branco sofrer pênalti quando o jogo estava 1 a 1. Continua após a publicidade Os deuses dos estádios não quiseram ser justos e generosos e Zico perdeu a cobrança, assim como, na decisão na marca da cal, Michel Platini e o Doutor Sócrates também perderam. Deu França. Em 2002 foi a vez de Felipão fechar questão e levar Ronaldo e Rivaldo em recuperação para disputar a Copa na Ásia e voltar pentacampeões, principais protagonistas da campanha. Tanto Pelé, quanto Tost?o, Zico, Ronaldo e Rivaldo, antes de se machucarem, estavam jogando o fino da bola. Como nunca se descuidaram da carreira de atletas, dava para apostar neles. Qualquer semelhança com a situação atual da Seleção em busca do hexa não passa de mera coincidência. Oremos. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Primeiro trailer de 'A Viagem' mostra mudança brusca em personagem central TJ manda soltar motorista que capotou carro; jovem implorou antes de morrer Independiente Rivadavia alegra Flamengo e Fluminense ao mesmo tempo Cachorro Crente e X-egg Celestial: evangélicos lotam points após o culto Com Memphis figurante e duas falhas de Hugo, Diniz perdeu invencibilidade