Conteúdo Original
Esporte Futebol Copa do Mundo Jogador explica por que cumprimentou Claus após expulsão na Copa: 'Exemplo' Do UOL, em São Paulo 04/07/2026 06h57 Atualizada em 04/07/2026 06h57 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Folarin Balogun é expulso pelo árbitro brasileiro Raphael Claus em EUA x Bósnia Imagem: CHARLOTTE WILSON / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / GETTY IMAGES VIA AFP Folarin Balogun disse que fez questão de cumprimentar o árbitro brasileiro Raphael Claus após ser expulso na vitória dos EUA sobre a Bósnia na Copa do Mundo . O que aconteceu Mesmo discordando da decisão, ele explicou que decidiu manter o gesto de respeito ao fim da partida. O atacante marcou um gol no 2 a 0 que colocou os EUA nas oitavas, mas levou cartão vermelho por uma entrada em Tarik Muharemovic. "Depois de cada jogo, tento cumprimentar o árbitro, e esta partida não foi diferente", disse. Jogador contou que viveu uma mistura de sentimentos após o lance, mas tentou controlar a reação. "Já me senti chateado. Já me senti feliz. Foi surreal, para ser sincero. Mas, para mim, acho que o importante é manter a calma", explicou. Mauro Cezar Argentina foi finalmente testada. E deixou a desejar PVC Vini Jr. perto do gol ou na ponta, como isca? Alicia Klein Por que esta Copa não tem 'musas' nas transmissões Maria Prata A beleza na era das selfies e da inteligência artificial Nunca quero reagir por raiva ou emoção. Ainda há muitas pessoas que inspiramos. Crianças pequenas, meninos e meninas que estão assistindo, e temos de mostrar a elas a maneira correta de lidar com as situações, mesmo quando achamos que algo é injusto Folarin Balogun, atacante da seleção dos EUA Balogun é o artilheiro dos EUA no Mundial, com três gols. Se a seleção avançar, ele volta a ficar à disposição nas quartas de final, já que a punição é de apenas uma partida. Expulsão tira o atacante do jogo contra a Bélgica, pelas oitavas, marcado para segunda-feira, às 21h (de Brasília). Ele disse que vai apoiar o time e manter o foco no objetivo maior, enquanto cumpre a suspensão automática de uma partida. Assista aos jogos da Copa ao vivo no SBT pelo UOL Play. Assine agora a partir de R$ 14,90/mês Atacante sustenta que o lance deveria ter sido punido com cartão amarelo, não vermelho direto. "Quem já jogou entende que existem situações simplesmente inevitáveis, e isso precisa ser levado em conta na hora da análise. Como todos viram, não havia outro lugar onde colocar a perna. Era algo inevitável. Acho que um cartão amarelo teria sido justo. É algo que aconteceu, mas precisamos seguir em frente e aceitar. O mais importante é focar no objetivo maior, que é o jogo contra a Bélgica", disse. Companheiros apontaram que o time tem opções para substituir o atacante e ajustar o ataque. Em declaração à ABC News, Tyler Adams disse: "Quando você perde um jogador como o Balo, as coisas mudam um pouco, mas temos sido flexíveis. Os jogadores mostraram que estão prontos para jogar. Se for o Pepi, se for o Haji, vamos em uma direção diferente. Deve ser uma oportunidade empolgante para quem tiver que assumir." Do lado belga, a avaliação é de que os EUA seguem perigosos mesmo sem Balogun. À ABC News, o defensor Maxim De Cuyper afirmou: "Eles têm muita força ofensiva no time. Muita qualidade. Não quero dizer demais quais qualidades são as melhores, mas acho que eles cresceram muito neste torneio. Você vê que eles estão em um bom momento. Eles jogam em casa, acho que isso é muito perigoso para nós. Então, estaremos preparados". Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora A cartola da Noruega que peita a Fifa e ousou criticar prêmio dado a Trump França no topo, Brasil em 5°: o ranking da Fifa após a 2ª fase da Copa Sprint: Antonelli bate Hamilton em briga 'energética' e vence na Inglaterra Autor de golaço de Cabo Verde sofreu por Vini Jr e homenageou namorada Gastei aposentadoria e virou pesadelo, diz brasileira sobre casa na Itália