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Análise dos Times

Brasil

Principal

Motivo: O artigo foca na perspectiva de classificação do Brasil, com forte otimismo expresso por um comentarista e análise detalhada dos jogos e jogadoras brasileiras.

Viés da Menção (Score: 0.8)

Motivo: Mencionada como forte adversária e atual bicampeã europeia, mas a análise de viés é moderada, focando em suas qualidades táticas e coletivas sem exaltação.

Viés da Menção (Score: 0.2)

Motivo: Identificada como uma grande força mundial e principal pedreira, mas a análise é mais factual sobre sua força física e jogo interior, sem um tom excessivamente favorável.

Viés da Menção (Score: 0.1)

Motivo: Descrita como organizada e paciente, sem grandes peças individuais, o que aponta para uma análise neutra de suas características.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Comparada com o Brasil em termos de força e agressividade defensiva, indicando uma análise baseada em semelhanças táticas, sem viés claro.

Viés da Menção (Score: 0.1)

Motivo: Descrita como carente de jogo organizado e coletivo, sendo o principal azarão, o que sugere uma avaliação um pouco menos favorável em comparação com outras equipes.

Viés da Menção (Score: -0.1)

Palavras-Chave

Entidades Principais

china brasil mundial belgica republica tcheca kamilla cardoso damiris dantas sudao do sul mali bella nascimento pedro maia pokey chatman

Conteúdo Original

Quais as chances de classificação do Brasil para o Mundial? Pedro Maia avalia A seleção brasileira feminina de basquete se prepara para uma missão: voltar ao Mundial depois de 12 anos. Campeão em 1994, o Brasil ficou de fora das últimas duas edições do torneio, em 2018 e 2022, mas sonha com o retorno em 2026. Para carimbar a classificação, a equipe verde-amarela estará no Grupo A do Pré-Mundial e jogará em Wuhan, na China, contra as donas da casa, Bélgica, República Tcheca, Mali e Sudão do Sul. Serão seis times em busca de quatro vagas – uma delas já destinada às belgas, campeãs europeias e adversárias das brasileiras na estreia, nesta quarta-feira, às 5h30 (de Brasília). No ano passado, o Brasil teve chance de se classificar para o Mundial por meio da Copa América, mas o vice-campeonato não foi suficiente. Por isso, as atenções se voltaram à competição em Wuhan, e o ge.globo ouviu o comentarista Pedro Maia, que acredita no sucesso brasileiro. – As chances são muito boas. O que vai balizar as condições do Brasil são os jogos contra República Tcheca, Mali e Sudão do Sul. Dentro do Pré-Mundial, é como se a gente tivesse um minitorneio entre as quatro equipes. É fundamental o Brasil fazer bons jogos diante dessas adversárias, e nossa seleção precisa estar muito atenta a erros que foram cometidos recentemente. Na final da Copa América contra os Estados Unidos, por exemplo, o Brasil cedeu 19 rebotes ofensivos. Uma partida assim contra República Tcheca e Mali pode complicar. Temos uma equipe sólida, e fico otimista – diz o comentarista. + Segundo a mais atuar pelos Warriors, Gui Santos fica perto de duplo-duplo em derrota para o Jazz + NBA cancela ação de marketing do Atlanta Hawks com uma boate de striptease + Shai chega ao 126º jogo seguido com ao menos 20 pontos e iguala marca histórica na NBA 1 de 3 Parte da delegação que representará o Brasil no Pré-Mundial feminino — Foto: Confederação Brasileira de Basketball (CBB) Parte da delegação que representará o Brasil no Pré-Mundial feminino — Foto: Confederação Brasileira de Basketball (CBB) O Mundial feminino de 2026 vai ocorrer em Berlim, na Alemanha, entre 4 e 13 de setembro. A equipe anfitriã está classificada por ser a sede do campeonato. Bélgica, Estados Unidos, Austrália e Nigéria, campeões continentais, também já garantiram participação. Ao todo, o Brasil tem duas medalhas em Mundiais femininos. Além do título sob o comando de Paula e Hortência em 1994, a seleção verde-amarela faturou o bronze em 1971. Na última edição em que esteve presente, em 2014, a equipe terminou na 11ª posição. Mais do que sonhar com um resultado expressivo, porém, Pedro Maia ressalta que a classificação para o torneio deste ano honraria a história do basquete nacional. Vale ressaltar que o time brasileiro não se classificou também para as últimas duas edições das Olimpíadas. – Acho que, acima de tudo, (a vaga no Mundial) seria o resgate de uma tradição. O basquete do Brasil é muito forte, tem uma história importantíssima. Conseguir a classificação validaria um caminho. Traria confiança para o processo como um todo, para a sequência do trabalho. E essa confiança ajudaria a mirar o próximo degrau, a trabalhar dentro das nossas limitações para fazer partidas de igual para igual contra as grandes seleções. Há uma distância considerável para a principal equipe dos EUA, para a França, para Bélgica, China, Austrália. Mas conquistar a vaga no Mundial apontaria o caminho para o próximo passo – avalia Maia. Qual seria o impacto da classificação do Brasil para o Mundial? Pedro Maia analisa As adversárias no Pré-Mundial Consultado pelo ge, o comentarista ainda avaliou as seleções que enfrentarão o Brasil em Wuhan. De acordo com Maia, os principais desafios serão contra a Bélgica, que vem de dois títulos europeus consecutivos, em 2023 e 2025; e diante da China, vice-campeã mundial em 2022. As chinesas, inclusive, levaram a melhor sobre as brasileiras em dois amistosos de preparação, disputados já neste mês de março. Os placares foram de 74 a 69 e 72 a 66. – A Bélgica é um time que tem o tático, o coletivo, variação ofensiva, jogadoras que conseguem desequilibrar. A China, por sua vez, é uma das grandes forças do basquete mundial, principalmente porque joga de maneira muito física e tem um jogo interior forte também. Estará em casa, terá uma grande possibilidade de classificação e vai ser a segunda maior pedreira para as brasileiras – analisa o comentarista. 2 de 3 Bélgica é atual bicampeã europeia feminina de basquete — Foto: Stefanos Kyriazis/NurPhoto via Getty Images Bélgica é atual bicampeã europeia feminina de basquete — Foto: Stefanos Kyriazis/NurPhoto via Getty Images Em uma prateleira abaixo, estão as outras seleções do Grupo A. Caso a China realmente confirme o favoritismo e garanta a classificação, Brasil, República Tcheca, Mali e Sudão do Sul disputarão as outras duas vagas disponíveis. Pedro Maia acredita que o confronto com as tchecas merecerá especial atenção: – A República Tcheca é muito organizada. Também gosta de um jogo interior, um ritmo mais lento. É uma seleção paciente para jogar em meia quadra, top 20 no ranking da Fiba, mas sem uma grande peça que se destaque individualmente. Mali e Sudão do Sul surgem como as grandes oportunidades de vitórias para o Brasil. A seleção malinesa tem características mais semelhantes às da equipe brasileira: defesa muito forte, agressiva, física para tentar sair na transição. Sudão do Sul carece de um jogo organizado, coletivo. É o principal azarão no torneio. + Cristian Ribera conquista prata histórica para o Brasil nas Paralimpíadas de Inverno + Cristian Ribera celebra medalha inédita para o Brasil: "Sonho realizado" + Aline Rocha celebra melhor resultado de uma brasileira e enaltece Cristian Ribera: "Herói" Pedro Maia analisa adversárias do Brasil no Pré-Mundial de Basquete Feminino Veja a agenda de jogos do Brasil no Pré-Mundial (horários de Brasília): Quarta-feira, 11 de março – Brasil x Bélgica – 5h30 Quinta-feira, 12 de março – Sudão do Sul x Brasil – 2h30 Sábado, 14 de março – Brasil x República Tcheca – 2h30 Domingo, 15 de março – Mali x Brasil – 2h30 Terça-feira, 17 de março – China x Brasil – 8h30 As convocadas para defender o Brasil Além das adversárias, o Brasil terá que analisar as opções internas. Após um período de treinos, a técnica Pokey Chatman definiu a lista de 12 convocadas para o Pré-Mundial. Duas armadoras, quatro alas, três alas-pivôs e três pivôs estarão à disposição, entre nomes experientes e outros que ainda iniciam a carreira na seleção. 3 de 3 Kamilla Cardoso é um dos principais nomes da seleção brasileira feminina — Foto: Michael Hirschuber/Getty Images Kamilla Cardoso é um dos principais nomes da seleção brasileira feminina — Foto: Michael Hirschuber/Getty Images Para Pedro Maia, o jogo coletivo do Brasil será importante na campanha em Wuhan. Mas o comentarista aponta alguns destaques individuais que podem assumir a responsabilidade em momentos decisivos: – A primeira peça é a Kamilla Cardoso (24 anos), pela experiência internacional e por ser uma jogadora de muito impacto no garrafão. É uma excelente protetora de aro, briga muito bem nos rebotes e alimenta o jogo brasileiro de dentro para fora. Outra atleta importante é a Damiris Dantas (33 anos), também com muita experiência internacional, muita rodagem na WNBA. Tem muita versatilidade ofensiva. Ainda traria um terceiro elemento, a Bella Nascimento. Jovem (22 anos), está em um momento de ascensão. Nos próximos anos, deve se consolidar como a arremessadora mais confiável da seleção brasileira. + Veja mais notícias relacionadas a basquete Quais são os destaques do Brasil no Pré-Mundial feminino de basquete? No comando do grupo verde-amarelo, está uma técnica que também chama atenção. Pokey Chatman assumiu a seleção no fim de 2024 e levou a equipe ao vice-campeonato da Copa América. A americana de 56 anos tem uma longa trajetória na WNBA, passando por diferentes funções nos bastidores. – É um luxo termos a Pokey. O trabalho é bem interessante. Ela está conseguindo trazer uma filosofia com o que tem em mãos. Eu diria que, entre as cinco posições do basquete, a posição de armadora é a mais carente na equipe brasileira, e isso limita o nosso teto ofensivo. Mas a Pokey encontra boas soluções, como investir em uma defesa agressiva para sair no contra-ataque, no jogo interior com Kamilla e Damiris. A expectativa é de vaga no Mundial, vaga em Los Angeles 2028. São os grandes objetivos do ciclo – comenta Pedro Maia. Como está o trabalho da técnica Pokey Chatman na seleção brasileira? Veja as 12 atletas convocadas por Pokey Chatman para o Pré-Mundial: Alana Gonçalo – armadora Débora Costa – armadora Bella Nascimento – ala Cacá Martins – ala Emanuely Oliveira – ala Iza Nicoletti – ala Damiris Dantas – ala-pivô Iza Sangalli – ala-pivô Sassá Gonçalves – ala-pivô Kamilla Cardoso – pivô Aline Moura – pivô Iza Varejão – pivô Data, horário e onde assistir a Brasil x Bélgica Torneio: Pré-Mundial feminino de basquete Data: quarta-feira, 11 de março Horário: 5h30 (de Brasília) Local: Wuhan, China Onde assistir: CazéTV