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Futebol Corinthians acerta renovação com a Ezze até o fim do ano; veja valores Fábio Lázaro e Samir Carvalho Do UOL, em São Paulo (SP) 21/08/2026 18h02 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Ezze tem ação específica com Memphis Depay Imagem: Gustavo Vasco / Corinthians O Corinthians encaminhou a renovação de contrato com a Ezze Seguros até dezembro deste ano. O acordo já foi concluído entre as partes e enviado ao presidente Osmar Stabile. Resta apenas a assinatura do dirigente para a formalização do vínculo. Novo acordo O novo contrato renderá R$ 3 milhões ao Corinthians até o fim da temporada, segundo apurou o UOL. O valor é inferior aos R$ 5 milhões previstos no acordo anterior pela exposição da marca nas costas da camisa alvinegra. Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo Apesar da redução na receita fixa, o Corinthians avalia que a renovação amplia a relação comercial com a empresa. O novo vínculo prevê, por exemplo, uma composição financeira envolvendo o "Ezze Seguro A10", produto desenvolvido para ter Memphis Depay como garoto-propaganda. O negócio foi estruturado diretamente entre a seguradora e o jogador, mas o Corinthians passará a receber um percentual da operação comercial a partir do novo acordo entre o clube e a empresa. Além dessa participação, o clube também terá direito a uma remuneração semelhante a royalties pela exploração da iniciativa. A inclusão do Corinthians no projeto ocorreu durante as negociações pela renovação do patrocínio. A parceria também é considerada estratégica internamente por abrir portas para contatos com potenciais patrocinadores e parceiros comerciais. A seguradora tem atuado como ponte em conversas com empresas interessadas em desenvolver negócios com o Corinthians, segundo apurou o UOL. Nesta quinta-feira, por exemplo, executivos da Ezze levaram representantes de uma empresa do setor de tecnologia para acompanhar a partida entre Corinthians e Rosario Central, na Neo Química Arena. O episódio é citado nos bastidores como exemplo do papel exercido pela seguradora na busca por novos relacionamentos comerciais para o clube. Pagamento retroativo por jogos após o fim do vínculo O novo acordo também prevê um pagamento retroativo pelo período em que a marca da Ezze continuou estampada no uniforme após o encerramento formal do contrato anterior. A empresa permaneceu exposta nas partidas contra o Internacional, pelas oitavas de final da Copa do Brasil, e diante do Red Bull Bragantino, pelo Campeonato Brasileiro. Continua após a publicidade Embora o novo vínculo tenha valor fixo menor, o acordo anterior contava com receitas complementares que elevavam significativamente a arrecadação total. Além dos R$ 5 milhões pela propriedade de patrocínio, a Ezze mantinha contrato de utilização de camarote na Neo Química Arena e destinava verbas para ações comerciais e premiações. Entre os pagamentos feitos pela empresa está a premiação de R$ 4 milhões pela conquista da Copa do Brasil no início deste ano. Considerando os valores adicionais previstos na parceria, a relação comercial entre Corinthians e Ezze chegou a cerca de R$ 14 milhões. A manutenção da marca foi tratada como um movimento importante para preservar as negociações em andamento entre as partes, segundo apurou o UOL. Na avaliação do clube, a retirada do patrocinador durante as conversas poderia gerar desgaste em um momento no qual já havia perspectiva de renovação. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Médico é levado à polícia por chamar mulher para atendimento em 'cativeiro' Flávia Saraiva é ouro nas barras assimétricas em etapa da Copa do Mundo Ídolo na Ítalia, Sandro Mazzola morre aos 83 anos Lula diz que quer ganhar eleições para manter Jair Bolsonaro preso Eleição já sofre cerco dos EUA. Resta saber alcance da mão peluda de Trump