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Só para assinantes Assine UOL Reportagem Empate prevalece para deixar Minas Gerais em suspense Juca Kfouri Colunista do UOL 25/08/2026 23h00 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× O primeiro tempo do primeiro jogo entre Cruzeiro e Atlético Mineiro pelas quartas de final da Copa do Brasil reproduziram aquilo que foi visto na primeira rodada das oitavas da Libertadores: jogo chato, modorrento, truncado, sem gols, com a cara de que não haveria gols, e zero também em emoções. Aquilo de deixar tudo para o segundo jogo, do medo de perder que tira a vontade de vencer, segundo as célebres palavras do filósofo Vanderlei Luxemburgo. Houve apenas uma finalização no gol, pela cabeça de Vitor Hugo, aos 28 minutos, para defesa de Otávio. Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo Só aos 12 do segundo tempo houve a primeira sensação de gol, quando Fagner recebeu de Matheus Pereira na área e cruzou rasteiro na segunda trave onde Villalba não conseguiu chegar a tempo. O Cruzeiro tinha mudado de atitude e mostrava que, ao menos, queria o gol, não se conformava com o empate em casa. Foi assim que, aos 14, Matheus Pereira, outra vez, achou Arroyo nas imediações da área e deu na medida para o equatoriano fazer seu terceiro golaço seguido no Mineirão, como se revivesse Nelinho e suas finalizações espetaculares: 1 a 0! O Galo via 11 jogos de invencibilidade irem para cucuia e o Trem Azul queria mais, em busca de conforto para o jogo no Terreirão. O clássico ganhava, ao menos, em dramaticidade. E Renan Lodi recebeu um passe sensacional de Cuello nas costas de Fagner e, quase sem ângulo, aos 24, empatou 1 a 1. Continua após a publicidade Sim, finalmente, tínhamos jogo. O Atlético tinha sido obrigado a trocar Ruan por Vitão, ainda aos 18 do primeiro tempo, com concussão cerebral depois de queda assustadora do zagueiro. As próximas trocas só aconteceram aos 28 da etapa final, quando Minda e Natanael entraram nos lugares de Bernard e Maycon e Furtado e João Costa substituíram Fagner e Wesley. Do empate em diante o embate ficou claro: o Galo estava satisfeito, a Raposa não. Aos 41, Borbas e Cissé pelo alvinegro e Matheus Henrique e Villarreal pelos azuis entraram e Fred, Cassierra, Gérson e Kaio Jorge saíram. Depois, para os seis minutos de acréscimos, Bruno Rodrigues no lugar de Arroyo. Continua após a publicidade Cuello deu lugar a Preciado. Mas o empate prevaleceu, diante de mais de 59 mil torcedores, até terça-feira que vem. As Minas Gerais estão onde sempre estiveram: divididas entre Atlético e Cruzeiro. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Lula diz que quer ganhar eleições para manter Jair Bolsonaro preso Eleição já sofre cerco dos EUA. Resta saber alcance da mão peluda de Trump Carol Peixinho e Thiaguinho celebram um ano do filho: 'Tudo para mim' Cúpula do Master citou advogada que recebeu R$ 33 mi como 'sócia' de Gilmar Ídolo na Ítalia, Sandro Mazzola morre aos 83 anos