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Análise dos Times

Botafogo

Principal

Motivo: O artigo foca na apresentação do jogador Júnior Santos ao Botafogo, com ele expressando gratidão e entusiasmo pelo retorno ao clube. Diversas falas e menções reforçam a ligação positiva com o time.

Viés da Menção (Score: 0.8)

Motivo: O Atlético-MG é mencionado como o clube de origem do empréstimo, com destaque para o trabalho do departamento médico no auxílio à recuperação do jogador, de forma factual e sem viés negativo ou positivo.

Viés da Menção (Score: 0.1)

Motivo: O Flamengo é citado apenas como o adversário no próximo jogo, em um contexto neutro, sem qualquer análise de viés.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Flamengo Botafogo Palmeiras Atlético-MG Marlon Freitas Ferraresi Júnior Santos Luís Castro Martín Anselmi

Conteúdo Original

Apresentado pelo Botafogo, Júnior Santos se declara: "Gratidão que não tem como explicar" O Botafogo apresentou, nesta sexta-feira, o novo contrtado Júnior Santos. O atacante de 31 anos chega por empréstimo do Atlético-MG para a terceira passagem no clube carioca. + Entenda como Anselmi pode encaixar Medina no time do Botafogo 1 de 2 Júnior Santos apresentado pelo Botafogo — Foto: Letícia Marques Júnior Santos apresentado pelo Botafogo — Foto: Letícia Marques Júnior Santos recebeu a camisa 17, que antes era usada por Marlon Freitas. O volante, campeão do Brasileirão e da Libertadores com o atacante em 2024, deixou o Botafogo na virada do ano para fechar com o Palmeiras. + Sul-Americana garante calendário, mas gera prejuízo financeiro ao Botafogo — Estou muito feliz em estar de volta. Estou de volta à minha casa. Me sinto muito bem aqui. O Alessandro (Brito), quando eu estava no Japão, já me conhecia. Eu vim para o Botafogo, tive que construir tudo do zero. Ninguém me conhecia, mas todos vocês viram quanto eu me esforçava e viram tudo que conquistei aqui no Botafogo. Muita fé, muita confiança de tudo que poderíamos construir aqui e construímos juntos uma caminhada vitoriosa. Estou aqui novamente para que a gente consiga construir essa história vitoriosa. Estou muito confiante para essa temporada — disse Júnior Santos. O reforço afirmou que está apto para jogar e conversou com o treinador Martín Anselmi sobre as posições em que pode atuar no ataque. Júnior Santos comenta condição física após lesão grave e projeta estreia pelo Botafogo — Aqui chego com falso 9, jogava no Japão. Luís Castro me coloca como beirada e eu vou muito bem. No início de 2024, comecei jogando pelos lados. Minha melhor fase foi jogando com falso 9, aproveitando a velocidade e jogando na profundidade. Eu estou pronto para ajudar o Botafogo. Já conversei com o treinador. Ele sabe das posições que posso jogar. Quero entrar em campo e dar o meu melhor. Estou apto. É uma decisão do treinador. Espero que esteja em campo e possa ajudar a equipe jogando pelas pontas ou ajudando o centroavante. Quero estar em campo e ajudando o Botafogo. Júnior Santos disse que está preparado para atuar pelo Botafogo. Neste sábado, às 20h30, o Alvinegro enfrenta o Flamengo pela 6ª rodada do Brasileirão no Nilton Santos. — Preparado eu estou. Desde que me tornei um jogador profissional, todos os lugares que passei consegui me destacar. Muito trabalho, muita confiança em Deus. Em 2024, quando sofro aquela contusão, mesmo não estando nas condições ideais, eu vou para a final. Me perguntaram como imaginaria jogando a final, e falo que é indo para dentro e fazendo gol. A confiança sempre esteve comigo. Sempre estive de cabeça erguida. Estou preparado, trabalhando para isso. Não me escalo. Temos um treinador e ótimos jogadores. Estou preparado e, dependendo da posição do treinador, quando tiver oportunidade quero entrar e dar o meu melhor. 2 de 2 Júnior Santos no Botafogo — Foto: Vítor Silva/Botafogo Júnior Santos no Botafogo — Foto: Vítor Silva/Botafogo O Atlético-MG é quem vai custear os salários de Júnior Santos, mas o Botafogo pode eventualmente arcar com parte dos vencimentos. Há um acordo entre os clubes que prevê que o Botafogo pague uma parcela dos salários caso Júnior atinja metas individuais de performance. Veja outros tópicos da apresentação: Relação com a torcida: — Eu tinha noção do carinho que a torcida tinha por mim, depois do gol do título. Por um momento, acreditei talvez que esse carinho tivesse diminuído com a minha saída, mas quando eu chego no aeroporto e vejo a recepção da torcida, confesso que fiquei surpreendido, até comentei com a minha esposa. É um carinho inexplicável. Isso me motiva ainda mais para continuar honrando e para fazer até melhor do que eu fiz em 2024, essa é a minha expectativa. Honrar esse carinho que eu tenho recebido. Gratidão que não tem como explicar. Queria agradecer a toda a torcida do Botafogo que sempre me apoiou, me passa uma confiança. Agora é honrar esse carinho dentro de campo com gols e as jogadas de sempre. Busca por títulos: — Como falei, esse carinho, essa confiança que o torcedor passa para mim me motiva ainda mais. Quando cheguei aqui, tive que construir tudo do zero. Eu não era conhecido tanto no Brasil. Tive que construir com muito trabalho. As coisas eram muito difíceis para os jogadores do Botafogo. A gente veio de um 2023 frustrante pela esperança de conquistar um título brasileiro e deixa o título escapar. Ali falei com muita convicção que iríamos em busca de um título, que a torcida merecia. Essa convicção não pode faltar em mim, no staff, na diretoria, nos torcedores. Mesmo com aquele ano difícil, conquistamos títulos em 2024. Tenho plena convicção no trabalho que tem sido feito. Vamos em busca desses títulos. Pronto para jogar: — Eu estou muito bem. Depois da minha última contusão, fiz um belo trabalho com o departamento médico do Atlético-MG. Inclusive, quero abrir parênteses para agradecer o belo trabalho que eles fizeram comigo. O Atlético tem ótimos médicos, fisioterapeutas bem qualificados também, me ajudaram bastante nessa questão da gente ter um cuidado maior, e eu consegui adquirir os níveis de força que são as minhas maiores características. Para contribuir com isso, eu preciso estar forte, estar bem. Comparamos até também com meu auge aqui, e eles (níveis de força) estão bem próximos. Estou bem fisicamente e espero estar apto o mais rápido possível. Conselhos para Ferraresi: — Ao Ferraresi, é um jogador carimbado, já conhece o Brasil. Todo clube brasileiro gosta de quem tem raça, essa é uma das características dele. Acredito que, quando ele tiver a oportunidade de estar vestindo essa camisa, ele vai representar bem o torcedor com sua vontade e sua garra. A torcida do Botafogo gosta disso. Nossos zagueiros têm essa garra. Ele tem tudo para marcar seu nome na história do Botafogo. Já conversamos, é um cara que a gente sempre conversa, mesmo tendo pouco contato. É uma pessoa gente boa e é um ótimo jogador que vai marcar sua história aqui dentro. Sede por gol contra o Flamengo: — Tudo que passei só me fortalece. Minha fé a mesma. Estou preparado para tudo que vai vir pela frente. Isso me motiva. Ainda não fiz gol contra o Flamengo. Se acontecer agora no clássico e tiver a oportunidade de estar em campo, vai ser muito importante para mim. Estou empenhado em marcar e dar o melhor se tiver oportunidade de estar em campo. Retorno como ídolo: — Sei que a pressão aumenta. Voltar como ídolo, recebendo esse carinho e o apoio da torcida, da diretoria, saber que tenho amigos aqui dentro, para mim é uma honra, a realização de um sonho. Não posso ficar com medo. O homem de coragem não pode se amedrontar por uma pressão. Ele tem que trabalhar e mostrar em campo. Independente do que falar aqui, vão ser só palavras. O importante mesmo é quando a bola rola e o cara se garante lá dentro. Meu mental sempre foi forte para essas coisas. Estou pronto para isso. Estou preparado para suportar pressão, preparado para suportar tudo que tem pela frente com muita confiança e muito trabalho. Relação "espiritual" com o Botafogo: — Eu falo "espiritual" porque... minha esposa está aqui na sala e ela sabe que quando eu estava no Japão, eu não queria voltar para o Brasil na ocasião. Existe uma história, que é real, que quando eu me tornei jogador profissional, na verdade foi uma profecia. Eu era ajudante de pedreiro, e uma moça evangélica foi preparar um lanche para mim e falou que Deus mostrou a ela que eu ia viajar o mundo inteiro. Eu dei risada e não acreditei, hoje eu estou aqui, e conquistei tudo que eu conquistei. Então, quando houve a primeira oportunidade de vir para o Brasil, para o Botafogo, também foi uma profecia que eu voltaria, que Deus estaria comigo aqui. Depois eu vou para o Fortaleza, não entendi bem o trabalhar de Deus na minha vida, mas dois meses depois eu estava de volta ao Botafogo. Como eu disse, 2023 seria aparentemente de vitória, acaba sendo uma "derrota" para gente por termos quase conquistado o título, e entra o ano de 2024, e eu sempre tive fé e sempre confiei, e acreditava que a gente poderia fazer um grande ano, mesmo depois de ter vindo de um "fracasso". Em meio a esse "fracasso", a gente consegue dois títulos muito importantes para a história do clube. Eu vou para o Atlético-MG, e não jogo. As coisas não acontecem do jeito que eu imaginei que iriam acontecer, eu imaginei, assim como eu marquei minha história aqui, com a confiança que o clube teve em me comprar e acreditar no meu potencial, eu esperava sim dar o meu melhor, e que as coisas aconteceriam, as coisas acabam não acontecendo e eu volto para o Botafogo. Eu acredito muito que existe algo entre eu e o Botafogo. Planejo grandes coisas, planejo marcar meu nome aqui mais uma vez. É claro que a gente não sabe o dia de amanhã, mas a minha confiança é que eu vou fazer uma grande temporada, e que mais uma vez a gente vai chocar o Brasil. Saída para o Atlético-MG: — Eu conversei com o clube (Botafogo). Era uma proposta boa para o clube, boa para mim, aqui não tem nenhuma hipocrisia, eu sou muito aberto para falar sobre isso. Pelos valores que vocês acompanharam, eu, com 30 anos, fui o primeiro jogador a ser vendido com as cifras que foram. Financeiramente, para o clube, era muito boa, e para mim também era muito boa, porque não incluía apenas valores estipulados em salário, tinha valores de luva, comissão de venda. Eu me profissionalizei aos 23 anos, então era uma proposta que mudaria minha vida, mudou minha vida e a da minha família, dos meus filhos. Dito isso, conversamos, conversei com o Botafogo, e decidi junto com meu empresário e com o clube que seria uma boa para ambas as partes, então eu saí pela porta da frente aqui no Botafogo, com amizade com o Alessandro, com o Textor, com o pessoal da diretoria. Foi um negócio bom para mim e bom para o clube. Liderança: — Acho que sim. Entendo que tenho essa responsabilidade por conhecer o clube, saber os momentos difíceis que a gente passou e os momentos de glória. Gosto de conversar com os jovens, estar aconselhando. Tenho esse perfil de trabalhar bastante, sempre estar aconselhando. Com o tempo, vou conhecendo os jogadores mais novos. Sempre pelo bem do Botafogo. Estamos indo na mesma direção. Entendo que posso agregar nesse perfil ajudando os mais novos, os que têm pouco tempo de clubes. Pelo que treinei, são jovens de muito talento que precisam desse apoio da gente para que possam desempenhar seu melhor papel. Esses jovens jogando o que sabem jogar, a gente vem forte por essas competições. Futuro no clube: — Eu vim de empréstimo, tenho contrato ainda com o Atlético-MG. A primeira coisa que eu penso, com essa camisa, é retribuir o carinho que tem me dado, a força e o apoio, dar o meu melhor dentro de campo junto com a equipe, conquistar títulos, vim para isso. Não posso me acovardar diante disso e não falar em títulos, até porque vamos disputar títulos. A primeira coisa que eu tenho que fazer é representar bem esse carinho, essa confiança que os torcedores e a diretoria colocaram em mim. Primeiro tenho que dar a resposta, depois a diretoria, junto com o Atlético-MG, comigo e o meu empresário vamos conversar e ver o que é melhor para mim, para o Botafogo, para o Atlético-MG. Mas, a princípio, meu foco total é no Botafogo. Resposta da eliminação: — Foi uma eliminação que a gente não queria que acontecesse. Abro parênteses para mandar um recado para o torcedor... não esperávamos. A expectativa era conseguir a classificação para a fase de grupos da Libertadores. Infelizmente, não aconteceu. Futebol não tem tempo para ficar se lamentando. Viríamos aqui dizer que acabou o ano... acho que não. Tomamos um baque, sim. Foi uma derrota que sofremos, ficamos tristes, angustiados. É sacudir a poeira e enfrentar o Flamengo em casa. A gente pode dar uma resposta e virar a chavinha. Temos o Brasileiro, a Sul-Americana, a Copa do Brasil. Temos que trocar a chave, estar forte mentalmente para fazer um grande jogo e dar uma resposta positiva. Que a gente possa retomar o caminho das vitórias. A gente tem que entrar com tudo, com muita garra, muita determinação. Apelido de "Jacaré": — Jacaré começou com o Tiquinho. A gente sempre brincava, fazia gol e comemorava de qualquer jeito. O Tiquinho tinha a comemoração dele, aí um dia estavam me filmando e eu não vi e falei "Tiquinho, tenho uma comemoração". Aí fiz o jacarezinho, e acabou ficando essa comemoração, essa resenha. Aí o Jamal postou. O Tiquinho já me chamava de jacaré, falava que eu tinha muito dente (risos). Acabou pegando, a gente falou assim: "Se a gente fizer o gol contra o Palmeiras, a gente vai comemorar igual jacaré." Aí a gente foi, eu, Tiquinho e o Tchê Tchê na época, comemoramos gol no Allianz Parque igual jacaré e pegou esse apelido Júnior Santos defendeu o clube carioca entre 2023 e 2024. Pelo Botafogo, na sua melhor fase, foram 115 jogos, com 28 gols — o mais importante deles na final da Libertadores contra o próprio Atlético-MG, em 2024 — e nove assistências. Ele também passou por Fortaleza, Ponte Preta, Osvaldo Cruz e pelo futebol japonês. + ✅Clique aqui para seguir o canal ge Botafogo no WhatsApp 🗞️ Leia mais notícias do Botafogo 🎧 Ouça o podcast ge Botafogo 🎧 Assista: tudo sobre o Botafogo no ge, na Globo e no sportv 50 vídeos