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Só para assinantes Assine UOL Reportagem Tricolores baianos e cariocas empatam em show de bola Juca Kfouri Colunista do UOL 05/02/2026 21h06 Deixe seu comentário Jean Lucas, do Bahia, e Jemmes, do Fluminense, em ação pelo Campeonato Brasileiro Imagem: @leticiamartinsphoto/Bahia Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Quando, na Fonte Nova, o Fluminense abriu o placar com um golaço de John Kennedy em tabela sensacional com Nonato, aos 19 minutos, foi possível lembrar que, também jogando melhor, mas na Vila Belmiro, o Bahia sofreu o 1 a 0 na estreia. Em seguida, quando Serna chutou o 2 a 0 por cima, na pequena área, impossível esquecer que o mesmo aconteceu com Yuri Alberto no jogo contra o Corinthians. Só que na primeira rodada o Bahia virou ainda no primeiro tempo e hoje não, embora jogasse bem, tão bem como o Fluminense. Daniela Lima Dino dá tiro de bazuca após torta de climão no STF Mauro Cezar Vasco chega a 4 pontos nos últimos 30 na Série A Sakamoto Lula dança com MDB e Kassab para vice em 2026 Josias de Souza Lula coloca a vaga de vice-presidente no balcão O jogo produzia tudo que se esperava de dois times tecnicamente refinados e era daqueles que, independentemente do placar, deixam os dois treinadores satisfeitos. Pena que se percam tantos gols, porque o tricolor baiano desperdiçou pelo menos dois e o Flu outros tantos, o de Serna indesculpável, embora, seja dita a verdade, o gramado irregular o traiu, com o montinho zagueiro elevando a bola antes da finalização. Viraria o Bahia diante de sua gente na etapa final como fez em Santos? Tanto Rogério Ceni e Luis Zubeldia estavam felizes que os dois times voltaram sem mexidas para o segundo tempo. Que começou tão intenso como o primeiro, lá é cá. Era o desejo de Todos os Santos, menos de São Sebastião, São Castilho e São Fábio, que seguia acumulando jogos na carreira recordista no futebol mundial, aos 45 anos e mais de 1420 jogos. Continua após a publicidade Aos 12, a sorte sorriu para ele, porque goleiro bom tem sorte, e Fábio voou para ver Acevedo acertar seu travessão. A diferença entre o Flu de Diniz e de Zubeldia é clara: o do gringo não tem problemas em dar chutão. A pressão baiana era ampla, geral e irrestrita, e o Flu ameaçava com contra-ataques fulminantes. A primeira troca foi carioca, porque Nonato se machucou e Bernal entrou. Em seguida o Bahia mexeu quatro vezes ao botar Erick, Caio Alexandre, Cristian Olivera e Sanabria, que na primeira bola teve a chance do empate e finalizou mal. O Bahia fazia por merecer o empate, mas errava na hora H. Continua após a publicidade Aos 32, Olivera não errou, ao aproveitar cruzamento rasteiro de Sanabria que passou por três zagueiros cariocas. Moreno e Ganso em campo, aos 33, e Dell também, aos 35. O Flu deu uma derretida e a manutenção parecia improvável. Aos 42, o garoto Dell deixou o cotovelo em Freytes, o VAR pegou, porque o VAR pega mesmo, e foi expulso. Pronto: o empate já ficou mais provável, embora os dez minutos de acréscimos permitissem aos visitantes pensar em vitória, diante de mais de 40 mil torcedores. Guilherme Arana, que entrou no fim. até pôde, mas não tinha ângulo e chutou em vez de passar para JK bem colocado na área. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Após debochar de Preta Gil em missa, padre faz acordo com MPF e evita ação Crias do Terrão dão show em vitória do Corinthians sobre o Capivariano Bonner evitou ponte aérea para fugir de ataques: 'Fui chamado de fascista' Corinthians, com reservas, vence bem o melhor time de Capivari Irã muda míssil de lugar às vésperas de encontro com os EUA