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Futebol 'Nem eu sei', diz Bruno Guimarães sobre time titular da seleção na estreia Danilo Lavieri , Pedro Lopes e Paulo Vinicius Coelho (PVC) Do UOL, em Nova Jersey (EUA) 08/06/2026 14h23 Deixe seu comentário Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Bruno Guimarães, volante da seleção brasileira Imagem: Reprodução O time titular da seleção brasileira ainda é um mistério para os jogadores. E olha que o técnico Carlo Ancelotti disse que já sabe quem vai usar na estreia da Copa do Mundo contra o Marrocos, sábado. "Não posso te contar porque nem eu sei", disse o volante Bruno Guimarães, em coletiva hoje no hotel da seleção. A dúvida principal é se o time vai a campo com uma formação com um terceiro meio-campista, como foi de início contra o Egito, ou no 4-4-2 adotado por Ancelotti na maioria dos jogos antes da Copa. Josias de Souza Donald Trump se afoga na própria saliva Casagrande Quero ter o prazer de ver o Brasil campeão de novo Alicia Klein É loucura achar que Neymar fará diferença Sakamoto Nunes Marques começa no TSE com ajuda a Flávio "Acho que a nossa dinâmica de um jogador a mais no meio, principalmente para esse último jogo, foi muito interessante, acho que a gente teve muito mais dinâmica de um-doa, de tabela, tivemos muitas chances, principalmente no primeiro tempo, para marcar mais gols e acabamos pecando um pouco nas finalizações. Acho que eu tenho um entrosamento com Paquetá também desde o Lyon, já se conhece muito bem, então ficou um pouco mais fácil ali para jogar, mas isso cabe ao Mister, esse vai ser o 4-4-2, o 4-3-3, enfim, a gente está aí para, do jeito que ele colocar a expressão no campo, desempenhar o melhor possível", completou Bruno Guimarães. Diferença de um esquema para o outro. "Para atacar, a gente fica nessa que o 4-2-4 te dá mais opções, mas ao mesmo tempo você fica com um time mais direto, né? Não tem aquele meio ali, ou outro jogador no meio que vai fazer a bola chegar mais na frente. Depende muito das características. Acho que a gente nesse jogo (Egito), comparando ao jogo do Panamá, a gente defendeu melhor também. Acho que o gol foi uma infelicidade nossa. Eles não criaram para fazer gol na gente, isso é muito positivo. Então, como eu falei, vai depender. Entender o jogo, como ele vai sentir que é melhor para a gente jogar. A gente fica ali na expectativa, mas acho que ele vai colocar os melhores, já que ele disse que já tem definido na cabeça dele, o melhor time para jogar no sábado". O que mais Bruno Guimarães disse Convocação de Éderson e mais uma opção no meio "A gente não sabia de nada, a gente recebeu a notícia juntamente com vocês. Acho que o Ederson é um cara que pode jogar em mais de uma função e que, como eu falei aqui no começo, que ele venha, que nos ajude se for necessário. É um grande jogador, tem vivido um momento também muito importante na carreira dele e desejar o melhor. E como eu falei, a gente não opta por convocação" Corte de Wesley Continua após a publicidade "Todos receberam a notícia com muita tristeza. Acho que para nós, jogadores, estar numa Copa do Mundo é o ápice da nossa carreira. E você perder uma Copa do Mundo faltando apenas cinco dias é muito triste. Todos ficaram muito tristes com essa notícia. Desejar ao Wesley uma pronta recuperação. A gente já tem mil motivos para correr, mas ganhamos uma mágica e vai ser por ele. E aproveitar também e desejar boa sorte para o Wesley que possa somar junto com a gente". Dúvidas e críticas sobre a seleção antes da Copa. Olise falou que não sabe quem é o melhor do Brasil... "Eu acho que muita gente faz coisa para parecer, né? Eu acho que o Brasil, em qualquer competição que vai, é um dos favoritos. Ninguém tem cinco estrelas no peito, a gente sabe que isso não entra em campo, mas a gente está aqui para jogar o nosso melhor, o nosso futebol. A gente tem grandes jogadores brilhando nos melhores clubes do mundo, no caso do Vini, do Raphinha. Então a gente tem que dar o devido respeito à nossa seleção, aos nossos jogadores. Acredito que muita gente, principalmente na Inglaterra, com todas as pessoas que eu falo no meu time, respeitam muito o Brasil. A gente se sente respeitado. Mas como eu falei, dentro de campo tudo pode acontecer". Eu acredito que o Brasil vai ser sempre um dos favoritos e não significa que o favorito vai ganhar, mas acredito que a gente está no bolo ali para desenvolver o nosso melhor futebol. E se tudo der certo, isso é campeão, a gente pensa jogo a jogo. A pressão na saída de bola adversária "Uma das principais coisas que ele vem pedindo para a gente é essa marcação alta. Acho que meu gol foi o retrato disso, né? Um lance que acabou que ele (adversário) pensou que estava sozinho, já tinha alguém pressionando no cangote dele. Roubei a bola e fui feliz de fazer o gol. Mas eu concordo que algumas vezes que a gente ficou exposto nesse jogo foi tentando pressionar e tomar uma bola nas costas. Acho que a gente tem que defender melhor, principalmente um, dois. Não achar que o cara tocou a bola e não vai passar nas suas costas, é defender melhor. Acreditar que o seu adversário pode ser perigoso. Acho que a gente tem uma semana para ajustar isso, acredito que é algo que ele vai conversar com a gente, porque foi algo que eu senti dentro do campo também, que a gente em alguns momentos pressionou bem, recuperamos algumas bolas, mas a que a gente não recuperou, a gente tomou um pouco de contra-ataque". Continua após a publicidade Brasil vai jogar no contra-ataque? "Acho que aquela Champions, principalmente, que ele ganhou com o Real Madrid, a segunda no caso, eles jogaram com linha baixa, em contra-ataque muitas vezes. A gente sabe que a gente tem jogador muito rápido na frente. Acho que é algo que a gente já vem trabalhando, já vem pensando também, mas fica a cargo do mister decidir como que a gente vai jogar. Mas eu vejo isso com muito bons olhos e é muito interessante ter esse jeito de jogar e essa variação de, às vezes, esperar um pouco mais sair no contra-ataque." Como foi o processo de recuperação da lesão "Ah, muito ruim, né? Horrível, eu diria. Noite sem dormir, até saiu o exame, porque realmente era algo que eu não tinha sentido antes. Eu já sabia que seria ruim, mas não sabia se era muito ruim. Mas, graças a Deus, a recuperação foi ótima. Onze semanas. No meio de tudo, ainda peguei caxumba, azarado pra caramba. Mas, recuperei, fiquei bem o mais rápido possível. Mas foi muito diferente pra mim. Foi a maior lesão que eu já tive na minha carreira, três meses fora. Então, foi ruim, mas ficou pra trás. Me sinto preparado. Estou bem, 100% mentalmente e fisicamente, que é o mais importante, que é algo que eu temia. E é só focar daqui pra frente agora." Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Exame indica que Neymar está fora da estreia da seleção na Copa Aprovação de Trump permanece próxima da mínima histórica, aponta pesquisa Milly Lacombe: Neymar não tem condições de jogar há quatro anos AstraZeneca obtém resultados promissores com comprimido contra obesidade Ator de Game of Thrones gravou contrariado cena de sexo com 'irmã' na série