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Futebol Zagueiro ou quarterback? Seleção usa 'cola' tipo NFL para treinar jogadas Igor Siqueira Do UOL, no Rio de Janeiro 12/06/2026 05h30 Deixe seu comentário Marquinhos e Gabriel Magalhães no treino da seleção brasileira Imagem: Reprodução/CBF Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Na Copa dos Estados Unidos, a seleção brasileira recorreu a um equipamento que a audiência da liga de futebol americano (NFL) já está familiarizada. No treino de ontem, por exemplo, foi possível ver que os zagueiros Marquinhos e Gabriel Magalhães usaram uma espécie de pulseira no braço. O espírito da coisa é parecido com o dos quarterbacks da NFL: ajudar na memorização e execução das jogadas ensaiadas. Thiago Arantes Copa começou com 2 jogos ruins. E será assim mesmo José Fucs A narrativa de que Trump ameaça o Pix não é real Daniela Lima Alcolumbre sinaliza destravar análise da 6x1 Aline Sordili Anthropic monta rede de distribuição para o Claude Os dois defensores são pilares fundamentais no trabalho de bola parada da seleção. Como a movimentação deles é importante, a comissão técnica adotou as pulseiras para reforçar as instruções para os lances que podem decidir jogos. Um papel com as jogadas é inserido na pulseira, e os jogadores dão uma olhadinha para checar qual é o momento de cada uma, dependendo da sinalização feita. Francesco Mauri é o auxiliar de Carlo Ancelotti responsável pelas jogadas de bola parada. Assista aos jogos da Copa ao vivo no SBT pelo UOL Play. Assine agora a partir de R$ 14,90/mês Como princípio, ele usa três palavras que, em inglês, começam com a letra D: delivery (batida), desire (desejo) e details (detalhes). Esse tipo de movimentação abraça dois desses elementos. Porque do desejo faz parte o nível de intensidade e movimentação dos zagueiros. Nos detalhes, entram o timing da jogada e qual rota eles conseguem fazer nos lances capitais. Nós aqui estamos conscientes disso, que nessa Copa do Mundo também um aspecto importantíssimo será a bola parada. E temos nos preparado, temos treinado, tanto ofensivamente quanto defensivamente. Felizmente contamos com um dos principais jogadores do Arsenal em bola parada, que é o Gabriel, e também outros jogadores que podem fazer a diferença ali ofensivamente e defensivamente. Estamos trabalhando e é um foco nosso aqui estar bem preparado para esses momentos que podem decidir uma partida Alisson, em entrevista coletiva Continua após a publicidade Durante a preparação na era Ancelotti, o amistoso contra Senegal trouxe o melhor exemplo da eficácia de bolas paradas ofensivas na seleção. Não foi com nenhum dos zagueiros, mas, sim, com Casemiro que o segundo gol da seleção saiu, após uma jogada ensaiada. O Brasil tentará colocar em prática essas estratégias a partir de sábado, 19h (de Brasília), contra o Marrocos, o primeiro adversário da seleção na Copa 2026. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora TCU contraria STF e cria novo penduricalho para servidores da cúpula Mbappé pede que Deschamps não treine a Itália: 'Contratem um italiano' 'Não sinto falta de novela': a volta de Nuno Leal Maia aos palcos após anos Chevrolet Sonic 2027 mostra qualidades, mas não consegue esconder origem A narrativa de que Trump ameaça o Pix não resiste à realidade