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Iasmin Lucindo enfrentou um longo período longe do octógono após ser flagrada no teste antidoping do UFC. Embora garanta que a situação não tenha passado de um "erro de confiança", a brasileira precisou cumprir nove meses de suspensão. Agora, volta à ação contra a compatriota Nicolle Caliari neste sábado (24). ➡️ Tudo sobre Lutas agora no WhatsApp. Siga o nosso novo canal Lance! Lutas Quando aconteceu, Lucindo tinha apenas 23 anos e viu sua caminhada até o topo do peso-palha (até 52,2 kg) ser atrasada. O duelo contra Gillian Robertson, que aconteceria em dezembro de 2025, precisou ser cancelado. A canadense, por sua vez, teve o retorno ao UFC remarcado para março contra Amanda Lemos e, logo depois, já disputou o título de Mackenzie Dern. Essa sequência não passou despercebida pela brasileira. — Com certeza, mentalmente fiquei bem abalada. Porque, eu ganhando dela (Gillian Robertson), bem, eu teria lutado com a Mackenzie pelo cinturão. Passei um tempinho, mesmo depois da luta delas duas, meio que — demorava a dormir. Fiquei com isso na cabeça — disse Iasmin, em entrevista ao "Ag Fight". Nas amostras coletadas pelo UFC, foi constatada a presença de mesterolona, substância proibida e pertencente à classe de Agentes Anabólicos da Lista de Substâncias Proibidas da organização. A brasileira colaborou com as investigações na época e, hoje, admite que foi contaminada por uma loja de suplementos manipulados. O episódio fez com que Iasmin precisasse lidar não apenas com a suspensão, mas também com as consequências de um caso que, segundo ela, começou pela confiança nos profissionais responsáveis pelos suplementos. A brasileira reconhece que poderia ter sido mais cuidadosa, mas garante que não houve intenção de utilizar uma substância proibida. — Foi muito difícil de lidar. Foi um choque, porque não esperava. A gente sempre confia nos profissionais. E o meu erro foi confiar nos profissionais, nas pessoas, sabe? Foi difícil, porque a gente recebe "hate" e várias coisas. Fora isso, lidar comigo mesma. Com esse erro, querendo ou não, eu errei em confiar. Depois de nove meses afastada, Iasmin agora terá a oportunidade de retomar a trajetória dentro do UFC. A adversária, porém, não conseguiu bater o peso na pesagem desta sexta-feira (23), e Caliari ficará com parte da bolsa destinada ao confronto. Com isso, Lucindo receberá 30% do valor que a compatriota receberia pela luta. ➡️ Alex Poatan revela plano após luta decisiva no UFC 335 📆 Data: 24 de outubro de 2026 ⏰ Horário: A partir das 11h (horário de Brasília) 🌍 Local: Etihad Arena, em Yas Island (EAU) 📺 Onde assistir: streaming Paramount+ (todo o card) Cinturão peso-pena (até 65,7 kg): Alexander Volkanovski x Movsar Evloev Cinturão peso-galo (até 61,2 kg): Petr Yan x Merab Dvalishvili Peso-mosca (até 56,7 kg): Lone'er Kavanagh x Ramazan Temirov Peso-pesado (até 120,2 kg): Alexander Volkov x Rizvan Kuniev Peso-pena (até 65,7 kg): Aaron Pico x Losene Keita Peso meio-pesado (até 92,9 kg): Azamat Murzakanov x Dominick Reyes Peso meio-pesado (até 92,9 kg): Nikita Krylov x Abdul Rakhman Yakhyaev Peso-médio (até 83,9 kg): Abus Magomedov x Cam Rowston Peso-leve (até 70,3 kg): Grant Dawson x Nurullo Aliev Peso-pena (até 65,7 kg): Colby Thicknesse x Asaf Chopurov Peso-médio (até 83,9 kg): Abubakar Vagaev x Jacob Malkoun Peso-pena (até 65,7 kg): Bolaji Oki x Daniel Santos Peso-leve (até 70,3 kg): Kody Steele x Noah Gugnon Peso-palha feminino (até 52,1 kg): Iasmin Lucindo x Nicolle Caliari