Conteúdo Original
Futebol Haaland, Mbappé e Messi: artilharia e recordes marcam superdia da Copa Bruno Doro Do UOL, em São Paulo 17/06/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Messi celebra gol em Argentina x Argélia, duelo da Copa do Mundo Imagem: Hakan Akgun/Anadolu via Getty Images Você não vai ver algo assim novamente na Copa do Mundo de 2026. Primeiro, três dos maiores astros do Mundial estrearam. Kylian Mbappé, Erling Haaland e Lionel Messi. Depois, os gols. E foram muitos. E um recorde que ainda não caiu. Foi igualado e vai cair até o final da Copa. Tudo começou com a França. Os campeões de 2018 venceram Senegal por 3 a 1. Mbappé mostrou que Copa, para ele, é outra coisa. Lembre-se: o francês tem duas Copas, chegou a duas finais, venceu uma e, na outra, foi o artilheiro. Mbappé, da França, comemora gol contra Senegal na Copa do Mundo Imagem: REUTERS/Jeenah Moon Juca Kfouri Gênio Messi estava se guardando para a Copa Casagrande Dia histórico graças a Messi, Mbappé e Haaland Aline Sordili Duelo EUA x China joga bilhões de dólares no Brasil Daniela Lima Lula vai criar série de programas para atrair MEIs Nos EUA, ele estreou com dois gols. Com eles, assumiu a artilharia do Mundial. E não só isso. Chegou a 14 gols em Copas, passou Pelé e Messi na história das Copas e disse para o alemão Miroslav Klose, o homem que mais vezes balançou as redes no torneio: "Amigo, se prepara que até julho eu te tiro daí". Quando começou o segundo jogo do dia, Haaland mostrou que, se tivesse aceitado o destino e defendesse a seleção do país em que nasceu, poderia estar do lado de Mbappé na corrida contra Klose. Lembrando: Erling nasceu em Leeds, na Inglaterra, porque seu pai, Alf-Inge, era volante e atuava no futebol inglês. Haaland celebra gol em Iraque x Noruega, jogo da Copa do Mundo Imagem: Jussi Eskola/Soccrates/Getty Images Assista aos jogos da Copa ao vivo no SBT pelo UOL Play. Assine agora a partir de R$ 14,90/mês Mas o gigante escolheu defender a Noruega e demorou duas Copas para ter uma geração que o ajudasse a ultrapassar as eliminatórias da Europa. Azar da Copa do Mundo. Em sua estreia, foram dois gols, como o rival francês. A Noruega bateu o Iraque por 4 a 1. Só que aí chegou Lionel. Você pode se lembrar, mas vale recuperar a informação. Messi chegou ao Mundial longe do melhor de sua forma. Em maio, ele sentiu um desconforto muscular na coxa esquerda e, aos 38 anos, ninguém sabia quanto tempo duraria a recuperação. Pesava sobre ele a falta de ritmo e, ainda, a pouca competitividade da MLS. Pois é... Em cinco minutos, ele marcou o primeiro gol, anulado por impedimento. Tudo bem. Messi marcou mais três. Aos 16 minutos, ele acertou um chute de longe, que o goleiro da Argélia, Zidane (filho do craque francês), aceitou. Aos 14 minutos do segundo tempo, Zidane deu rebote em um chute de longe de Mac Allister e completou para o gol. O terceiro foi o mais bonito. Aos 31 minutos, recebeu de Nico González e, da entrada da área, acertou o canto. Continua após a publicidade Aos 30 e todos os anos, o argentino disse para Mbappé: "Calma lá, rapá". Com três gols, ele igualou Klose e se tornou o jogador com mais gols na história das Copas. E como Messi é Messi, ele ainda: É o jogador com mais partidas da história do torneio, com 27 jogos. Superou Pelé e agora é líder isolado na soma de gols e assistências no torneio, com 24 participações em gols. Ele empatou com Cristiano Ronaldo como os únicos jogadores com gols em cinco Copas do Mundo diferentes. E é o primeiro a entrar em campo em seis edições de Copa do Mundo. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Messi exalta Ronaldo Fenômeno e minimiza recorde em Copas: 'Estatísticas' Duelo entre EUA e China derrama bilhões de dólares no Brasil Portugal estreia na Copa celebrando Ronaldo, mas já procura um sucessor WhatsApp ganha agentes de IA que agem como pessoas e vão mudar sua conversa Recursos, extradição: o que acontece após o STF condenar Eduardo Bolsonaro