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Futebol Lavieri: 'Só quando Endrick entrou vimos o estádio feliz de verdade' Do UOL, em São Paulo 20/06/2026 00h39 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× A torcida só "acordou" de verdade quando Endrick entrou e o estádio voltou a ferver, relatou Danilo Lavieri no Posse de Bola , do Canal UOL. O Brasil venceu o Haiti por 3 a 0, mas, na leitura do repórter, o placar não refletiu uma atuação com senso de urgência. Ele também descreveu como a arquibancada reagiu às substituições. Depois que entrou o Endrick, finalmente a gente viu o estádio feliz de verdade. Porque no 3x0 parecia que tava meio morto, parecia que tava ali cumprindo obrigação. Aí a hora que vem o Endrick, os caras começam a gritar. E um pouquinho antes do Endrick entrar, deu pra ver um foco já. Endrick, Endrick. E aí depois que o Endrick entrou o estádio voltou a ferver. (...) Eu acho que hoje o Brasil não teve o senso de urgência de entender que tinha que se fazer, passar o carro, passar por cima do Haiti. 3 a 0 contra um time fraco do jeito que é o Haiti, é obrigação. Deveria ter sido 6, 7. E sabe o que é o pior? Pra mim o pior foi o Alisson ter feito defesa no final do jogo, no segundo tempo. O Alisson foi exigido. Danilo Lavieri Mauro Cezar O que seria do ataque da seleção sem Vini Jr.? Alicia Klein Brasil deve ficar mais confiante por bater o Haiti? Rodrigo Mattos Vinícius Jr. é um jogador subestimado em Copas Carla Araújo Planalto adota presunção da inocência de Wagner Na mesma intervenção, Lavieri contou que a entrada de Rayan também foi bem recebida no setor em que ele estava, mas que a empolgação maior veio depois, quando o Endrick entrou. Para PVC, a discussão sobre Neymar não deveria dominar o noticiário da seleção neste momento. Ele disse que o "craque do time" é Vinícius Júnior e que a equipe precisa olhar para a reposição de Raphinha. O craque do time é o Vinícius Júnior, não é o Neymar. O Neymar não viajou, não tá aqui. Tem uma razão por ele não ter vindo. PVC Assista aos jogos da Copa ao vivo no SBT pelo UOL Play. Assine agora a partir de R$ 14,90/mês Arnaldo Ribeiro concordou que a arquibancada costuma se mover por "jovem e grife" e avaliou que isso tende a influenciar os pedidos por nomes como Endrick - e, quando estiver disponível, Neymar - mais do que por quem decide dentro do jogo. A arquibancada gosta de jovem e grife. (...) A arquibancada não vai pedir Matheus Cunha, que foi o melhor do time, fez dois gols. Não vai ficar Matheus Cunha, Matheus Cunha, não vai. Vai ficar Endrick e Neymar, quando estiver no banco. Arnaldo Ribeiro Já Casagrande ampliou a crítica ao desempenho e apontou um padrão de lentidão, mesmo com o placar construído. Para ele, o time teve poucas acelerações e viveu de "uma arrancada ou outra" de Vinícius Júnior. Continua após a publicidade Relacionadas PVC: 'Seleção teve muita oscilação. Evoluiu, mas foi insosso' Vini Jr. celebra início promissor na Copa: "Vim para fazer grandes coisas" Casagrande: 'Seleção não vai tão longe com esta bola que está jogando' Eu vi um jogo, um futebol lento, chato de se jogar. (...) O jogo da Seleção Brasileira é lento, é devagar. Não acontece nada. A gente tem uma arrancada ou outra do Vinícius Júnior, uma passagem ou outra do Matheus Cunha, hoje que foi bem, e nada acontece. Casagrande Lavieri ainda disse que viu "pequenos sinais" de melhora, como Matheus Cunha dando mais mobilidade do que Igor Thiago, mas reforçou que o Haiti "não dá parâmetro" para cravar evolução. Na visão dele, o Brasil ainda está "muito abaixo" do que precisa para encarar adversários mais fortes. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora 'Lei Vini Jr': paraguaio é expulso após tapar a boca para falar com turco Moradores de SP, RJ, PR, BA e DF recebem alerta com a palavra misantropia Ancelotti diz que conta com Neymar para jogo contra a Escócia PVC: 'Seleção teve muita oscilação. Evoluiu, mas foi insosso' Brasil vence o fraco Haiti com um futebol ruim, preguiçoso e sem empolgação