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Futebol Confederações soltam nota contra Infantino: Futebol não pertence a nenhum indivíduo 10/08/2026 07h52 Deixe seu comentário Presidente da Fifa, Gianni Infantino, é criticado em carta aberta Imagem: Benoit Tessier/Reuters A Uefa (Europa), a Concacaf (América do Norte, Central e Caribe) e a AFC (Ásia) compartilharam uma carta conjunta criticando o presidente da Fifa Gianni Infantino. Elas enfatizam que o futebol "não pertence a nenhum indivíduo". "A liderança no futebol não é uma posse. Não se trata de deter ou exigir o poder para si próprio", afirmam. "Quando a confiança é rompida por meio do engano, quando um indivíduo se coloca acima do coletivo que lhe confiou autoridade, este dever foi abandonado", acrescentam as três confederações em uma "carta aberta à família do futebol". "Há silêncio onde deveria haver prestação de contas, distância onde deveria haver transparência. Não são as qualidades que o futebol merece encontrar em sua liderança", denunciam. Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo As três confederações não estão satisfeitas com os "pedidos de desculpas" apresentados na última semana pela Fifa, após uma reunião em caráter de urgência em Rabat (Marrocos) devido à polêmica gerada por seu projeto de privatização , ao mesmo tempo em que expressava seu "total apoio" a Infantino. Assista aos jogos exclusivos da Copa da Rússia no UOL Play A carta enviada pela entidade mundial às 211 federações que integram a Fifa "apresenta isso como uma falha de comunicação, quando o que o futebol testemunhou foi uma falha de julgamento", uma "ruptura fundamental da confiança em relação às próprias instituições às quais a FIFA existe para servir", lamentam Uefa, Concacaf e AFC. A Fifa voltou a publicar um comunicado no último sábado, no qual denunciou "um esforço contínuo e orquestrado por parte de alguns para minar a entidade e seu presidente". Um dia antes, o jornal britânico Telegraph publicou que Infantino, secretário-geral da Uefa de 2009 a 2016, teria utilizado seu poder para garantir a promoção de uma funcionária da entidade com a qual mantinha uma relação íntima. A crise começou com a revelação, no fim de julho, de seu controverso projeto, posteriormente abandonado, de abrir a Fifa para investidores privados. "Não se trata de dinheiro. As confederações já solicitaram uma distribuição responsável das vastas reservas existentes da Fifa para reforçar ainda mais o investimento no desenvolvimento das federações-membro", explica a carta assinada pelos presidentes e secretários-gerais das três confederações. Continua após a publicidade Relacionadas Uefa mantém ameaça de boicote e quer saída imediata de Infantino Fifa admite erro em plano de venda da Copa e diz: 'Não toleraremos ataques' Entenda o xadrez político que pode derrubar Infantino da presidência da Fifa A Uefa, que lidera as críticas a Infantino, repetiu na quinta-feira a ameaça de boicotar as Copas do Mundo, por considerar insuficiente a simples retirada do projeto polêmico de abrir a entidade a investidores privados. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Cleitinho diz se arrepender de foto com Virginia na CPI: 'Não era momento' Carol Peixinho e Thiaguinho celebram um ano do filho: 'Tudo para mim' Cúpula do Master citou advogada que recebeu R$ 33 mi como 'sócia' de Gilmar Qual exercício ajuda a aliviar gases e 'destravar' o intestino mais rápido? Médico é levado à polícia por chamar mulher para atendimento em 'cativeiro'