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Alana Maldonado sagrou-se tetracampeã mundial de judô paralímpico neste sábado. A brasileira conquistou o título da categoria até 70kg, classe J2, em Tbilisi, na Geórgia, e ampliou uma coleção que já contava com os títulos de 2018, 2022 e 2025. Na decisão, a paulista venceu a cazaque Ayala Mereke por um wazari no Golden Score. O Brasil lidera o quadro de medalhas com três ouros, cinco pratas e dois bronzes. Confira um balanço da participação histórica do Brasil nos Jogos Paralímpicos de Paris - Gratidão por tudo que existe por trás de cada conquista. Obrigada a toda equipe de técnicos do Palmeiras por todo trabalho e dedicação. São muitas pessoas que fazem parte dessa história e seria impossível citar todo mundo, mas cada um tem um lugar especial nessa conquista. Essa vitória também é de vocês! - escreveu Alana Maldonado após a conquista. 1 de 2
Alana Maldonado é tetracampeã mundial de judô paralímpico — Foto: Alexandre Schneider/CPB Alana Maldonado é tetracampeã mundial de judô paralímpico — Foto: Alexandre Schneider/CPB + Festival Paralímpico reúne mais de 35 mil crianças e jovens em 115 cidades pelo Brasil + Maciel Santos relembra Rio 2016 e legado de Dirceu Pinto na bocha Alana chegou ao quarto título mundial depois de já ter sido campeã em Portugal, em 2018, no Azerbaijão, em 2022, e no Cazaquistão, em 2025. O resultado mantém a brasileira entre os principais nomes do judô paralímpico e acrescenta mais um título à carreira da atleta, que também tem duas medalhas de ouro em Jogos Paralímpicos. Além da tetracampeã, neste sábado, Arthur Silva venceu na categoria até 95kg J1, enquanto Brenda Freitas levou o ouro nos até 70kg J1. Milena Freitas e Marcelo Casanova ficaram com a prata, e Rebeca Silva e Felipe Amorim conquistaram o bronze. 2 de 2
Brasil conquista três medalhas de prata no mundial de judô paralímpico — Foto: Sofia Brito/CBDV Brasil conquista três medalhas de prata no mundial de judô paralímpico — Foto: Sofia Brito/CBDV Na sexta-feira, três brasileiros subiram ao pódio. As medalhas, todas de prata, vieram com a potiguar Rosicleide Andrade, com a fluminense Maria Núbea dos Santos e com o rondoniense Danilo Gerônimo. No Mundial do ano passado, em Astana, no Cazaquistão, o Brasil terminou com 13 medalhas, sendo 11 nas disputas individuais — cinco ouros, cinco pratas e um bronze — e duas nas competições por equipes. Em Tbilisi, a seleção ainda terá a oportunidade de ampliar a coleção de medalhas neste domingo, no encerramento da competição.