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Análise dos Times

Brasil

Principal

Motivo: O artigo discute as chances do Brasil ser campeão, mas reconhece um ciclo errático e o coloca atrás de outras seleções no ranking da Fifa.

Viés da Menção (Score: 0.3)

Motivo: A análise sobre o Irã foca em incertezas geopolíticas e exigências da seleção, sem apresentar um viés explícito de torcida ou crítica.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: O texto menciona a Espanha em relação à condição física de Lamine Yamal, sem um viés claro sobre o desempenho da equipe no torneio.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

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Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem A um mês do pontapé inicial, 7 perguntas ainda sem resposta sobre a Copa-26 Rafael Reis Colunista do UOL 11/05/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Neymar vai para Copa? Essa é uma das questçies que quase ninguém sabe responder Imagem: DANIEL DUARTE / AFP Daqui a exatamente um mês, México e África do Sul darão, no gramado do estádio Azteca, o pontapé inicial para uma maratona de 104 partidas envolvendo 48 seleções diferentes na Copa do Mundo . E, embora faltem apenas 30 dias para a bola rolar em campos mexicanos, canadenses e norte-americanos, ainda há muitas perguntas sem resposta sobre aquele é o torneio de futebol mais importante do planeta. O "Blog do Rafael Reis" selecionou sete dessas questões "existenciais" da Copa-2026 e mostra abaixo as possíveis resoluções de cada uma delas. Pedro Lopes Seleção já previa Estêvão fora da Copa do Mundo Sakamoto Explosão revela problema que pode estourar em SP Graciliano Rocha Como a Elo avança para estrear em Wall Street Josias de Souza O bolsonarismo polarizou a bactéria Neymar será convocado? Eis o assunto que tem dominado as conversas sobre Copa nos últimos meses, pelo menos, aqui no Brasil. O camisa 10 da seleção nos três Mundiais mais recentes está afastado da equipe pentacampeã desde que sofreu a lesão mais grave da sua carreira, há dois anos e meio. Mesmo com raras demonstrações de brilho desde que voltou ao Santos, que tem passado longe de ser um time que briga por títulos, Neymar continua sendo visto como um nome necessário à seleção para muita gente. Daqui uma semana, no dia da convocação para a Copa, descobriremos se Ancelotti também pensa assim. O Irã vai mesmo jogar? Imagem: AFP Envolvido em guerra com os Estados Unidos desde o fim de fevereiro, o Irã confirmou no último sábado que pretende participar normalmente da Copa, apesar dos jogos marcados para "território inimigo" (todas as suas partidas estão marcadas para cidades norte-americanas). No entanto, a seleção asiática fez várias exigências para não desistir do torneio, como concessão de vistos para todos os integrantes da sua comissão técnica e respeito à sua bandeira e hino nacional nas cerimônias de abertura das partidas. Resta saber se essas exigências serão acatadas e também se não haverá um aumento de animosidades entre Donald Trump e os iranianos nas próximas semanas. Será um fracasso de público? Imagem: BRENDAN SMIALOWSKI/AFP Continua após a publicidade Relacionadas 7 veteranos brasileiros no exterior para seu time repatriar depois da Copa Endrick ainda tem 'título' a ganhar na França antes de convocação da Copa Wesley é o brasileiro que deve chegar mais 'cansado' à Copa; veja ranking As notícias que chegam dos EUA não são muito animadoras para quem deseja ver jogos da Copa disputados com estádios cheios. Um levantamento divulgado na semana passada mostrou que as reservas de hotéis para o período do Mundial nas regiões que receberão dos jogos estão abaixo das previsões iniciais. Até mesmo Trump já chegou a dizer que "não pagaria" o preço dos ingressos para a partida de abertura da seleção norte-americana, contra o Paraguai. O problema não é novo para a Fifa. O Mundial de Clubes, disputado no ano passado, também nos Estados Unidos, deixou bastante a desejar na presença de público e teve entradas "quase de graça" para evitar um fiasco maior. Nível técnico vai cair? Imagem: Ricardo MAKYN / AFP Pela primeira vez, um Mundial contará com a participação de 48 seleções, 50% a mais do que nas últimas sete Copas. Também terá presença de equipes como Curaçao, Uzbequistão, Nova Zelândia, Iraque, Jamaica e Haiti, que estão longe de ser o suprassumo do futebol internacional. Os mais apocalípticos já decretaram que esse inchaço vai deixar o Mundial cheio de jogos de baixo nível técnico e desinteressantes. Mas será que isso vai mesmo acontecer? As expansões anteriores (de 16 para 24, em 1982, e de 24 para 32 times, em 1998) não mudaram radicalmente a qualidade dos jogos do Mundial e nem acabaram com os resultados surpreendentes. Será o adeus de CR7 e Messi? Imagem: Messi/Instagram Continua após a publicidade Tudo indica que a sexta Copa da dupla que dominou o futebol mundial nas primeiras três décadas do século 21 também será a última. Mas, quatro anos atrás, quase todo mundo também acreditava estar vendo o "canto do cisne" de Cristiano Ronaldo e Lionel Messi . E agora estamos diante deles mais uma vez: o atacante português vive a corrida pelo milésimo gol da carreira, enquanto o camisa 10 argentino quer defender o título conquistado no Qatar. No Mundial seguinte, CR7 já terá 45 anos e Messi comemorará o 42º aniversário. Provavelmente, estarão aposentados. Mas nenhum deles já cravou essa ideia. Yamal vai estar 100%? Imagem: David Aliaga/NurPhoto via Getty Images Um dos grandes nomes da nova geração e estreante em Copas, o ponta direita da seleção espanhola está machucado desde o fim de abril e desfalcou o Barcelona no clássico contra o Real Madrid , ontem, que deu o título da La Liga aos catalães. Ele também não jogará mais pela equipe catalã nesta temporada devido à lesão na coxa esquerda. Segundo o departamento médico culé, a presença de Lamine Yamal na Copa não está ameaçada. No entanto, ninguém tem como saber ao certo em que condições ele disputará o torneio. Ainda que tenha condições clínicas para jogar normalmente, o jovem craque de 18 anos pode sofrer, tanto física quanto tecnicamente, com o longo período de inatividade. A Espanha torce para que isso não aconteça, mas? O hexa vem? Imagem: Rich Storry/Getty Images Continua após a publicidade Está aí a "pergunta do milhão". O Brasil teve um ciclo errático, marcado por treinadores interinos, derrotas históricas (como o 4 a 1 para a Argentina) e um desempenho sofrível nas eliminatórias, mas ganhou um novo sopro de esperança depois da contratação de Carlo Ancelotti, o primeiro estrangeiro a dirigir a seleção em uma Copa. Os comandados do ex-técnico do Real Madrid vão ao Mundial ocupando a sexta colocação no ranking da Fifa. Ou seja, pelo menos em tese, largam atrás de França, Espanha, Argentina, Inglaterra e Portugal na corrida pela taça. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Rafael Reis por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Palmeiras diz que vê erro reconhecido por CBF e nega pedido para punir juiz Por unanimidade, Segunda Turma do STF mantém prefeito tiktoker no cargo Bobadilla, do São Paulo, é denunciado no STJD por gesto contra Corinthians Por que beber detergente, mesmo em pequenas doses, pode ser perigoso? PGR pede condenação de Eduardo Bolsonaro por coação à Justiça