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Foi um dia de sinais no Palmeiras: Eduardo Conceição, aos 16 anos, surge como a grande promessa do Sub-20 na Copinha, anotando gols que chamam a atenção de quem acompanha a base. Em duas rodadas ele já está entre os artilheiros, e o clube não esconde o entusiasmo diante de uma joia que chegou ao profissional com contrato assinado, vínculo até 2029, cercado pela família, pelo coordenador da base João Paulo Sampaio e pela presidente Leila Pereira. O relato de bastidores lembra que o observador Seu Jorge foi quem abriu as portas para ele, desde a peneira aos 9 anos, e que a adaptação inicial trouxe choro seguido de certeza de que o garoto pode responder dentro de campo [fonte 1]. Do universo de jovens que brilham na base, ergue-se também a lembrança de Ademir da Guia: há 49 anos, o Divino deixou seus últimos gols pela Palmeiras na Portuguesa, em uma história que o narrador Casagrande revive com reverência ao Pacaembu lotado e aos 35 mil presentes. O texto percorre a linha do tempo, relembrando o clássico de 1977, a dupla homenagem ao legado palmeirense e a visão de que Ademir era, de fato, um gênio da bola, cuja obra fica para a memória dos torcedores e para as estatísticas da história do clube [fonte 2]. A temporada começa com o Paulista em foco, sob o comando de Abel Ferreira: um time bem modificado, com muitas peças da base projetadas para o restante do ano. A ideia é clara: o Paulistão funciona como pré-temporada, com minutos para quem pode subir de patamar. Entre os nomes que aparecem no radar de quem acompanha o dia a dia da comissão técnica estão Benedetti, Larson, Luis Pacheco, Erick Belé e Riquelme Fillipi, jovens que podem ganhar espaço conforme o ritmo aperta. No equilíbrio entre ambição e cautela, o Palmeiras também observa o mercado por reforços, com Thiago Almada e Jhon Arias no radar, e a expectativa de Paulinho ainda como baixa por lesão. A partida de estreia acontece na quinta-feira, 11 de janeiro de 2026, às 11h de Brasília, no Canindé, com a vitória como objetivo, e a Arena Barueri como palco para o começo da temporada em momentos de renovação [fonte 3]. Bia Zaneratto chegou ao Palmeiras com a responsabilidade de vestir a camisa 10 do time feminino, uma posição que ela assume com o peso de uma promessa que já chegou ao elenco com o apoio da presidente Leila Pereira. Em entrevista, ela pediu a torcida que compareça aos estádios, destacando o plano de levar mais jogos do Palmeiras feminino ao Allianz Parque, enquanto a reforma do gramado impede a casa habitual. Enquanto Barueri recebe os jogos do time feminino – e a equipe masculina treina para jogar na mesma casa – a esperança é de lotar os estádios para 2026, com a Copa do Mundo de 2027 como horizonte. A temporada feminina já aponta para o reignicio com a Supercopa do Brasil contra o Corinthians em fevereiro, abrindo o leque de competições para a equipe. A história de Zaneratto também é pauta do dia, desde a sua passagem pelo Kansas City até o carinho que recebeu da torcida. Mais uma vez, a percepção é de que o clube busca fortalecer o vínculo com a torcida e com o elenco feminino, ampliando a presença nos estádios e consolidando o caminho para 2026 [fonte 4]. Ao fim do dia, o Palmeiras parece navegar entre passado e futuro: a lembrança de Ademir da Guia, o presente de Eduardo Conceição, a aposta em um elenco jovem sob Abel Ferreira, e a aposta de continuidade com a ala feminina. Um dia de várias frentes, com a sensação comum de que o clube caminha para 2026 com um mix de referências históricas, promessas da base e uma torcida que espera vê-lo crescer em múltiplos palcos, dentro e fora de campo [fonte 4].